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Incêndio é controlado em 3 frentes na Serra do Roncador em MT, diz bombeiros

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Três focos de incêndio foram controlados na Serra do Roncador, em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, de acordo com comunicado divulgado nesta quinta-feira (11) pelo Corpo de Bombeiros.

Os focos controlados são da região leste, oeste e sul na serra. Já os focos concentrados no norte, onde o terreno é mais acidentado e repleto de paredes rochosas e vegetação densa, impõe limites às equipes em campo.

As condições adversas, como os ventos fortes e a estiagem prolongada, também contribuem para a complexidade da operação, segundo os bombeiros.

Ao todo, as equipes de combate às chamas contam com mais de 59 pessoas, entre bombeiros, brigadistas e funcionários de fazendas vizinhas que atuam como voluntários. A coordenação das ações é feita pela sala de situação montada na região, responsável por traçar e monitorar as estratégias de combate.

Em campo, são usados dois caminhões-pipa, seis tratores e uma aeronave de apoio, que já acumula mais de 47 horas de voo e cerca de 300 mil litros de água lançados. A atuação aérea tem sido decisiva, especialmente nos pontos onde o acesso por terra é inviável, de acordo com os bombeiros.

Família de quatis foge de incêndio no Parque Estadual da Serra Azul em MT

Família de quatis foge de incêndio no Parque Estadual da Serra Azul em MT

Situação de emergência

 

Na segunda-feira (8), a prefeitura de Barra do Garças decretou situação de emergência por causa do avanço de diferentes focos de incêndio.

Além da Serra do Roncador, o fogo também se alastra no Parque Estadual Serra Azul, que foi fechado à visitação pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema). Uma família de quatis chegou a ser flagrada fugindo das chamas.

Ainda no parque, um homem foi preso na noite dessa segunda-feira (8) suspeito de caçar animais e tentar provocar incêndio na região.

Outro foco de incêndio ainda atinge lavouras e se aproxima da Terra Indígena de São Marcos.

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Exportações brasileiras de soja devem superar 3,3 milhões de t em dezembro

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Foto: Pixabay

As exportações brasileiras de soja em grão devem atingir 3,331 milhões de toneladas em dezembro, segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). No mesmo mês do ano passado, os embarques somaram apenas 1,468 milhão de toneladas. Em novembro, o Brasil exportou 4,233 milhões de toneladas.

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Na semana encerrada em 6 de dezembro, o país embarcou 918,723 mil toneladas de soja, e para o período entre 7 e 13 de dezembro, a previsão é de 796,840 mil toneladas.

Farelo de soja

Para o farelo de soja, a expectativa é de embarques de 1,833 milhão de toneladas em dezembro, praticamente estável em relação às 1,803 milhão de toneladas exportadas no mesmo mês de 2024.

Em novembro, as vendas externas somaram 2,258 milhões de toneladas. Na semana passada, os embarques de farelo totalizaram 479,628 mil toneladas, e para a semana de 7 a 13 de dezembro, a Anec projeta 471,441 mil toneladas.

O levantamento mostra que, apesar de alguma volatilidade semanal, o Brasil mantém forte ritmo de exportações, impulsionado pela demanda externa estável e pela boa disponibilidade do produto.

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Agro Mato Grosso

Aquecimento acelera gerações de Diceraeus melacanthus

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O percevejo-barriga-verde (Diceraeus melacanthus) amplia gerações anuais nas regiões mais quentes do Centro-Sul. Estudo conduzido por pesquisadores do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná e da Universidade Estadual de Londrina calculou limites térmicos de desenvolvimento da praga e estimou o número de ciclos possíveis em Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. Os pesquisadores associaram esses parâmetros a séries históricas de temperatura e construíram mapas que mostram o potencial reprodutivo do inseto nessas áreas.

O trabalho apontou que Mato Grosso do Sul registra maior número de gerações. O estado alcança média de 11 ciclos ao ano. Municípios como Corumbá chegam a 13 gerações. A combinação de baixa altitude e altas temperaturas favorece o desenvolvimento do inseto.

São Paulo aparece em seguida. O estado registra média de nove gerações anuais. As regiões oeste e noroeste concentram os maiores valores, com até 11 ciclos por ano. Campos do Jordão apresenta apenas três gerações por causa das baixas temperaturas e da altitude elevada.

O Paraná mostra o menor potencial reprodutivo. O estado sustenta média de sete gerações anuais. Áreas frias e altas, como Palmas, Lapa e Pinhais, registram apenas quatro ciclos por ano. Os maiores valores, de até dez gerações, ocorrem no noroeste paranaense, próximo das divisas com Mato Grosso do Sul e São Paulo.

A latitude exerce a maior influência sobre o número de gerações. A altitude contribui menos. O estudo confirmou que regiões quentes aceleram o ciclo do inseto. Regiões frias retardam o desenvolvimento e reduzem a taxa reprodutiva.

Temperatura mínima

Os pesquisadores definiram a temperatura mínima de desenvolvimento em cerca de 14 ºC e o limite superior próximo de 33 ºC. O inseto completa o ciclo entre 16 e 31 ºC, com maior rapidez nas faixas mais elevadas. Esses dados sustentam o cálculo dos graus-dia e a projeção das gerações anuais.

O mapa conjunto dos três estados evidencia maior risco nas fronteiras agrícolas entre Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Essas áreas sustentam de oito a mais de dez gerações por ano. Regiões frias, como o Vale do Paraíba e o sul paranaense, funcionam como barreiras climáticas.

Os autores destacam que a presença de hospedeiros alternativos e sistemas como a sucessão soja-milho permitem a permanência do percevejo. A praga encontra alimento no ano todo. O estudo reforça a importância do tratamento de sementes no milho e do monitoramento constante em áreas que apresentam maior número de gerações.

O trabalhou foi desenvolvido por Luciano Mendes de Oliveira, Rodolfo Bianco, Maurício Ursi Ventura, Ayres de Oliveira Menezes Júnior e Humberto Godoy Androcioli.

Outras informações em doi.org/10.3390/insects16121242

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Agro Mato Grosso

Dia Mundial do Solo destaca ações do Mapa para recuperar e revitalizar solos no Brasil

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O Dia Mundial do Solo, celebrado nesta sexta-feira (5), reforça a importância desse recurso natural essencial para a vida e para a produção de alimentos. A data, instituída pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), traz em 2025 o tema “Solos saudáveis para cidades saudáveis”, chamando atenção para o impacto direto da qualidade do solo no bem-estar da população.

Para enfrentar o cenário global de degradação — que, segundo a FAO, já atinge 33% dos solos do planeta — o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) desenvolve programas voltados à recuperação, ao mapeamento e à saúde dos solos brasileiros, como Solo Vivo, PronaSolos e Caminho Verde Brasil.

Lançado em 2025, o Programa Solo Vivo auxilia agricultores familiares com suporte técnico para manejo adequado e correção de solo em áreas degradadas. A primeira fase está sendo executada em Mato Grosso e no Amapá, priorizando regiões com maior demanda por revitalização.

PronaSolos quer mapear todo o território brasileiro até 2048

Coordenado pelo Mapa, o Programa Nacional de Levantamento e Interpretação de Solos do Brasil (PronaSolos) reúne pesquisas e informações detalhadas para orientar o uso sustentável da terra.
Atualmente, menos de 5% do território nacional possui mapas de solo em escala detalhada, segundo a Embrapa. A meta é mapear o Brasil nas escalas 1:25.000 a 1:100.000 até 2048.

Caminho Verde Brasil incentiva práticas sustentáveis

Para ampliar a produtividade agrícola sem expandir áreas de desmatamento, o programa Caminho Verde Brasil incentiva produtores rurais a adotar práticas de recuperação e manejo sustentável do solo.

Investir em solo é investir no futuro, diz ministro

O ministro Carlos Fávaro destacou que a saúde do solo impacta diretamente a segurança alimentar e a qualidade de vida.

“Solo saudável é sinônimo de alimento na mesa, água de qualidade e cidades mais resilientes. Quando recuperamos áreas degradadas e ampliamos o conhecimento sobre nossos solos, deixamos um legado de sustentabilidade para as próximas gerações”, afirmou.

Solo: base da alimentação mundial

A FAO alerta que 95% dos alimentos dependem diretamente do solo e que 2 bilhões de pessoas sofrem com falta de micronutrientes devido à infertilidade de áreas cultiváveis.

Com iniciativas que unem pesquisa, tecnologia e apoio direto aos produtores, o Mapa reforça que a preservação dos solos é um dos pilares para fortalecer o agronegócio, garantir segurança alimentar e promover desenvolvimento sustentável no campo e nas cidades.

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Agro MT