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7 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Soja fechou em baixa apesar da deterioração das lavouras americanas – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 09/09/2025
FECHAMENTOS DO DIA 09/09

O contrato de soja para novembro fechou em baixa de 0,24% ou $ -2,50 cents/bushel, a $1.031,25. A cotação de janeiro encerrou em baixa de 0,21% ou $ -2,25 cents/bushel, a $1.050,50. O contrato de farelo de soja para outubro fechou em alta de 2,06% ou $ 5,80/ton curta, a $ 287,70. O contrato de óleo de soja para outubro fechou em baixa de 2,06% ou $ -1,05/libra-peso, a $ 49,93.

ANÁLISE DA BAIXA

A soja negociada em Chicago fechou em baixa nesta terça-feira. As cotações da oleaginosa voltaram a cair apesar da deterioração das lavouras apontadas pelo USDA no dia anterior, após o fechamento da sessão. A ausência da China dos relatórios de compras oficiais é assunto constate em diversas colunas de analistas americanos. Apesar de acomodações do mercado, como o aumento de vendas para o Egito no período, a perda de mercado no maior importador de soja mundial preocupa os exportadores.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-O EMBATE DE DOIS LOBIES PODEROSOS (baixista)

A soja está sendo negociada em leve baixa no pregão diário de Chicago devido à falta de compras chinesas de soja nova, o que está deixando os investidores inquietos, e à queda no preço do petróleo, que está reagindo negativamente a um projeto de lei que seria apresentado hoje por legisladores republicanos para impedir que a Agência de Proteção Ambiental (EPA) reatribua as obrigações de mistura de combustíveis renováveis de pequenas refinarias isentas do corte para refinarias maiores. Se a iniciativa mencionada for bem-sucedida, poderá gerar excedentes indesejados de biodiesel e etanol. Isso mais uma vez coloca o poderoso lobby do petróleo contra o igualmente poderoso lobby agrícola nos estados do Centro-Oeste.

EUA-POSSIBILIDADE DE SAFRA MENOR (altista)

O limite para a queda é a deterioração das safras americanas, alimentando especulações sobre um volume de colheita menor do que o esperado pelo USDA em agosto (que publicará seu novo relatório mensal na sexta-feira), e a seca contínua em grande parte do cinturão da soja/milho.

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EUA-DETERIORAÇÃO DAS SAFRAS (altista)

Ontem, o USDA reduziu a proporção de soja em boas/excelentes condições de 65% para 64%, ficando abaixo dos 65% para o mesmo período em 2024, mas acima da média de 63% prevista pelos produtores do setor privado. Os dois principais estados produtores, Illinois e Iowa, têm 54% e 76% de suas lavouras em boas/excelentes condições (53% e 77% na semana anterior), em comparação com 70% e 78% no mesmo período em 2024, respectivamente. 97% da soja está formando vagens e 21% das lavouras estão perdendo folhas. Na próxima semana, o USDA divulgará seus primeiros dados sobre o andamento da colheita, que já está em andamento nos estados do Sul.

CHINA-IMPORTAÇÃO MAIOR (altista)

Segundo dados da Administração Aduaneira Nacional da China, o país importou 12,28 milhões de toneladas de soja em agosto, acima dos 11,70 milhões de toneladas de julho, dos 12,14 milhões de toneladas do mesmo mês em 2024 e dos 11 milhões de toneladas esperados, em média, por investidores privados. A maior parte desse volume tem origem no Brasil. As importações chinesas nos primeiros oito meses do ano totalizaram 73,31 milhões de toneladas, acima dos 70,50 milhões de toneladas do mesmo período do ano passado.

EUA BUSCAM DESTINOS ALTERNATIVOS (altista)

Em busca de destinos alternativos para a soja, os Estados Unidos estão aumentando sua presença no Egito, país que, segundo o USDA, deve importar 4,50 milhões de toneladas da oleaginosa no ano comercial 2025/2026. Nesse sentido, a publicação alemã Oil World, especializada nos mercados de oleaginosas e óleos vegetais, informou que as vendas de soja dos EUA para o Egito mais que dobraram neste ano, atingindo 2,20 milhões de toneladas, conquistando participação de mercado do Brasil e da Ucrânia. Com essa aceleração nas importações, o Egito acumulou compras totais de soja neste ano de 2,90 milhões de toneladas, representando um aumento de mais de um milhão de toneladas em relação ao mesmo período de 2024.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Preço da soja no Brasil não resiste à nova queda de Chicago: veja as cotações

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Fechamento da soja. Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve mais uma sessão de pouca movimentação, com negócios pontuais e ritmo lento tanto nos portos quanto no mercado interno.

De acordo com o analista da Safras & Mercado Rafael Silveira, o cenário segue marcado pela cautela dos agentes e pelas cotações enfraquecidas.

Ao longo do dia, o analista menciona que a Bolsa de Chicago operou em queda, enquanto os prêmios não conseguiram compensar o movimento recente de baixa. "As ofertas continuam depreciadas em termos de valor", acrescenta.

Nos portos, o ritmo seguiu limitado, assim como no mercado doméstico. Segundo Silveira, o ambiente também é influenciado pela expectativa em torno do próximo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). “Todo mundo está esperando os números da próxima semana, que serão divulgados na próxima terça-feira, dia 12”, resume.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): R$ 122,50
  • Santa Rosa (RS): R$ 123,50
  • Cascavel (PR): recuou de R$ 118,50 para R$ 118
  • Rondonópolis (MT): R$ 107,50
  • Dourados (MS): R$ 110,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 109,50 para R$ 109
  • Porto de Paranaguá (PR): baixou de R$ 128,50 para R$ 128
  • Porto de Rio Grande (RS): permaneceu em R$ 128,50

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), mas acima das mínimas do dia.

Silveira pontua que o comportamento de outros mercados, principalmente do petróleo, foi determinante para as oscilações da soja, em dia de muita volatilidade e de ajustes.

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O petróleo iniciou o dia com fortes perdas, mas reduziu a retração na parte da tarde, chegando até mesmo a operar no território positivo.

“Tudo gira em torno das negociações entre Irã e Estados Unidos em busca de uma solução para o conflito no Oriente Médio. A falta de novidades trouxe certo ceticismo ao mercado”, relata o analista.

Contratos futuros

soja preço baixo guerra comercial
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 2,50 centavos de dólar, ou 0,2%, a US$ 11,92 1/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,86 3/4 por bushel, com retração de 2,25 centavos de dólar ou 0,18%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,50% a US$ 318,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 74,15 centavos de dólar, com perda de 0,87 centavo ou 1,15%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,05%, sendo negociado a R$ 4,9222 para venda e a R$ 4,9202 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8954 e a máxima de R$ 4,9304.

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Sustentabilidade

Colheita do arroz alcança 96,41% da área cultivada no RS – MAIS SOJA

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A colheita do arroz no Rio Grande do Sul atingiu 96,41% da área cultivada nesta primeira semana de maio. O levantamento foi realizado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e divulgado nesta quinta-feira (7/5).

Do total de 891.908,50 hectares destinados ao cultivo na safra 2025/2026, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando o avanço dos trabalhos nas principais regiões produtoras do Estado.

As regionais da Zona Sul e da Planície Costeira Externa lideram os índices de colheita e estão mais próximas do encerramento das operações, com 98,81% e 98,46% das áreas colhidas, respectivamente.

Na sequência aparecem a Planície Costeira Interna, com 98,13%; a Campanha, com 97,02%; a Fronteira Oeste, com 95,92%; e a Região Central, que registra 89,84% da área colhida.

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De acordo com a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater/Irga), ao término da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra, contemplando dados de área colhida, produtividade e possíveis perdas registradas durante o ciclo produtivo.

Fonte: IRGA



 

FONTE

Autor:IRGA

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Site: IRGA

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Sustentabilidade

Cenário climático reforça a importância do planejamento agrícola – MAIS SOJA

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Em comparação a março, abril apresentou redução no volume de chuvas, especialmente na região central do Brasil, afetando diretamente a disponibilidade de água no solo. Conforme o Boletim do Sistema TempoCampo/Esalq de maio de 2026, embora grande parte do território nacional, com destaque para a região Norte, ainda apresente elevada umidade no solo, a região central registrou redução no volume de água armazenado durante o mês de abril (Figura 1).

Figura 1. Armazenamento de água no solo, meses de março e abril de 2026 (atualização 05 de maio de 2026).
Fonte: Prof Fábio Marin

Apesar da redução observada, o cenário ainda não caracteriza, na maior parte das regiões produtoras do país, condições críticas ao desenvolvimento das culturas agrícolas. Para a primeira quinzena de maio, as projeções climáticas indicam continuidade das maiores precipitações sobre a região Norte e faixa litorânea do Nordeste, situação que demanda atenção devido aos elevados volumes de chuva já registrados nessas áreas.

Segundo o INMET, para o trimestre maio-julho-julho, a previsão é de precipitações dentro da média climatológica na região central do Brasil, enquanto as regiões Norte e Sul tendem a registrar chuvas dentro ou ligeiramente acima da média (Figura 2).

Figura 2. À esquerda: precipitação total prevista para o trimestre maio-julho-julho de 2026. À direita: Anomalias de precipitação para o trimestre maio-julho-julho de 2026. INMET (06 de Maio de 2026).
Fonte: INMET (2026)

Ainda que previsões a longo prazo possam apresentar grande incerteza, para o mês de junho, caso as projeções climática se concretize, de acordo com as previsões de anomalia das precipitações, são esperadas chuvas dentro da média e/ou ligeiramente acima da média para o período, na maioria das regiões do país.

Fenômenos ENSO

Com divergência entre modelos climatológicos, a intensidade do Fenômeno El Niño ainda é indefinida. No entanto, a ocorrência desse fenômeno é esperada, havendo concordância entre a maioria dos modelos quanto a ocorrência do El Niño (figura 3) com mais de 90% de probabilidade de ocorrência desse fenômeno a partir do trimestre setembro-outubro-novembro (figura 4).

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Figura 3. Modelos de previsão ENSO para abril de 2026.
Fonte: IRI (2026)


Figura 4. Previsão oficial de probabilidade do CPC ENSO.
Fonte: IRI (2026)

Por outro lado, a intensificação do El Niño, especialmente a partir do trimestre agosto-setembro-outubro, poderá influenciar o estabelecimento e o desenvolvimento das culturas agrícolas, impactando as operações no campo. Diante disso, o acompanhamento contínuo das previsões meteorológicas e dos prognósticos climáticos será fundamental para o ajuste das estratégias de manejo e do planejamento das áreas de cultivo.

Confira abaixo o boletim completo do sistema TempoCampo/ESALQ de maio de 2026.


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Referências:

INMET. CLIMA. Instituto Nacional de Meteorologia, 2026. Disponível em: < https://clima.inmet.gov.br/progp/0 >, acesso em: 07/05/2026.

IRI. ENSO FORECAST. Columbia Climate Schol International Research Institute for Climate and Society, 2026. Disponível em: < https://iri.columbia.edu/our-expertise/climate/forecasts/enso/current/ >, acesso em: 07/05/2026.

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