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6 de maio de 2026

Sustentabilidade

Fraca movimentação e preços mais baixos para o algodão em agosto no Brasil – MAIS SOJA

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O mercado físico brasileiro de algodão registrou fraca movimentação em agosto. Com a queda nos preços, os produtores mantiveram a oferta controlada, priorizando o beneficiamento e a entrega de contratos já firmados, enquanto evitavam novas negociações.

Segundo a Safras Consultoria, a cautela também esteve ligada ao acompanhamento da Bolsa de Nova York, na tentativa de aproveitar eventuais repiques para fixar posições ainda abertas. Do lado da indústria, o comportamento também foi conservador. As compras se concentraram no curto prazo, com foco em contratos com vencimento em até 30 dias.

Em São Paulo, o algodão posto indústria foi negociado nesta quinta-feira (28) a R$ 3,89/lb, recuo de 2,26% frente à semana anterior. Em relação ao mesmo período de julho, a queda foi de 4,66%, quando a pluma era cotada a R$ 4,08/lb. No Mato Grosso, em Rondonópolis, o valor da pluma chegou a R$ 123,93 por arroba (R$ 3,75/lb), frente aos R$ 127,48/@ da semana passada e R$ 130,58/@ há um mês – desvalorizações de R$ 3,55 e R$ 6,65, respectivamente.

COLHEITA

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A Abrapa informou o progresso da colheita da safra 2024/25 de algodão no Brasil até quinta-feira (21). Paraná tinha 95% da área colhida; São Paulo, 96% Mato Grosso do Sul, 89%; Minas Gerais, 78%; Bahia, 64,78%; Piauí, 92,2%; Goiás, 81,64%, Mato Grosso, 56% e Maranhão, 70%. A média do Brasil era de 60,06% da área colhida. As informações são da Abrapa.

A Abrapa estimou que o beneficiamento da safra 2024/25 de algodão no Brasil chegou a 20,92% no dia 21 de agosto. O Mato Grosso do Sul tinha 38% da safra beneficiada, Goiás, 37,7%; Bahia, 40; Maranhão, 14% Mato Grosso, 17%; Minas Gerais, 40%; Piauí, 37,1%; Paraná, 90% e São Paulo, 93%. As informações são da Abrapa.

EXPORTAÇÕES

As exportações brasileiras de algodão somaram 58,352 mil toneladas em agosto (16 dias úteis), com média diária de 3.647 toneladas. A receita com as vendas ao exterior totalizou US$ 92,881 milhões, com média de US$ 5,805 milhões. As informações são do Ministério da Economia.

Em relação à igual período do ano anterior, houve um recuo de 28,2% no volume diário exportado (5,080 mil toneladas diárias em agosto de 2024). Já a receita diária teve queda de 35% (US$ 8,925 milhões diários em agosto de 2024).

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Fonte: Lessandro Carvalho / Agência Safras News



 

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Sustentabilidade

Entregas de fertilizantes caíram 1,3% no acumulado de janeiro e fevereiro – MAIS SOJA

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A ANDA (Associação Nacional para Difusão de Adubos) revela que as entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro, no acumulado do primeiro bimestre, alcançaram 6,92 milhões de toneladas, o que aponta um declínio de 1,3% ante as 7,01 milhões de toneladas em igual período de 2025.

Na análise somente de fevereiro de 2026, foram de 3,05 milhões de toneladas, registrando queda de 8,6% em relação às 3,34 milhões de toneladas no mesmo mês do ano passado.

O Estado de Mato Grosso, líder nas entregas, concentra o maior volume no período analisado (27,5%), atingindo 1,90 milhão de toneladas. Seguem-se: Goiás (827 mil), Paraná (738 mil), São Paulo (702 mil), Minas Gerais (628 mil) e Mato Grosso do Sul (407 mil).

Produção brasileira

A produção nacional de fertilizantes intermediários encerrou fevereiro de 2026 com 434 mil toneladas, com uma redução de 14,1%, na comparação com o mesmo mês de 2025. No acumulado do primeiro bimestre, a produção foi de 931 mil toneladas. Trata-se de diminuição de 19,2% em relação a igual período do ano passado, quando foram produzidas 1,15 milhão de toneladas.

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Cabe esclarecer que, apesar dos reforços junto as empresas, não foi possível obter as informações das produções de Ureia e Cloreto de Potássio em razão dos produtores ainda estarem apurando e organizando os dados para envio.

Importações

As importações de fertilizantes intermediários somaram 2,24 milhões de toneladas em fevereiro de 2026, indicando redução de 25,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O acumulado, de janeiro e fevereiro deste ano atingiu a marca total de 5,41 milhões de toneladas, significando diminuição de 9,9% em relação a igual período de 2025, quando foram importadas 6,00 milhões de toneladas.

Pelo porto de Paranaguá, principal porta de entrada dos fertilizantes, chegaram 1,41 milhão de toneladas, com redução de 17,8% em relação a 2025, quando foram descarregadas 1,71 milhão de toneladas. O terminal representou 26,1% do total importado.

As informações são da ANDA – (Associação Nacional para Difusão de Adubos).

Fonte: Agência Safras

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FONTE

Autor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Empresa de adjuvantes projeta crescimento de 15% e faturamento de R$ 90 milhões – MAIS SOJA

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A Sell Agro, fabricante brasileira de adjuvantes agrícolas voltados à melhoria da eficiência na aplicação de defensivos, projeta faturamento de R$ 90 milhões em 2026, o que representa um crescimento de 15% em relação aos R$ 78 milhões registrados em 2025. Fundada em 2007, em Rondonópolis (MT), a empresa vem consolidando sua atuação no agronegócio com foco em soluções que contribuem para reduzir desperdícios no campo e elevar a performance das operações. “Projetar um faturamento desse é resultado de uma trajetória construída com foco em eficiência, proximidade com o produtor e investimento consistente em soluções que respondem às demandas reais do campo”, afirma, Leandro Viegas, sócio-diretor e CEO da Sell Agro.

Ao longo do tempo, a companhia consolidou sua presença no mercado nacional com um portfólio de 16 produtos, além de uma estrutura composta por duas fábricas e 15 centros de distribuição espalhados pelo País. Outro destaque do modelo de negócios da empresa é a proximidade com o campo: cerca de 90% das vendas são realizadas diretamente ao produtor rural, o que reforça a conexão da marca com as necessidades práticas da operação agrícola. “Em momentos de maior pressão sobre os custos da produção, ele busca ainda mais precisão e segurança nas operações. É nesse contexto que os adjuvantes ganham relevância, por contribuírem para reduzir desperdícios e melhorar o aproveitamento dos insumos”, diz o executivo.

Além do avanço no Brasil, a Sell Agro também prepara seu primeiro passo fora do mercado nacional. A empresa deve iniciar ainda neste ano sua operação no Paraguai, com foco na região de Santa Rita, marcando sua primeira expansão internacional. O movimento será realizado com recursos próprios, mantendo a estratégia que tem acompanhado a trajetória da companhia desde sua fundação.

Nos últimos cinco anos, a empresa foi procurada por dois fundos de investimento, mas optou por não seguir com as conversas. A decisão reforça o posicionamento da Sell Agro de preservar seu ritmo de crescimento com independência financeira e gestão própria.

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“A entrada no Paraguai representa um passo importante para a Sell Agro. É nossa primeira expansão internacional, feita com recursos próprios, o que reforça a solidez do negócio e a confiança na capacidade de crescimento sustentável da empresa”, completa Viegas.

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

Milho/BR: Colheita da 1ª Safra Avança enquanto Chuvas Ditam o Ritmo da 2ª Safra – MAIS SOJA

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Milho:  Em MG, a redução da umidade dos grãos permitiu um grande avanço da área colhida. No RS, a colheita se aproxima da finalização e as produtividades variam em função da época do plantio.

Na BA, a colheita avança. No PI, a colheita avança no Sudoeste e as produtividades superam as estimadas inicialmente. No PR, as chuvas ocorridas interromperam a colheita das últimas áreas em campo. Em SC e SP, a colheita foi finalizada. No MA, a colheita avança na região dos Gerais de Balsas. Em GO, a colheita foi finalizada no Sudoeste e avança nas demais regiões. No PA, a colheita foi finalizada.

Milho 2ª Safra

100,0% semeado. Em MT, apesar da redução das precipitações, as lavouras apresentam bom desenvolvimento. No PR, as chuvas ocorridas favoreceram as lavouras em todo o estado. Em MS, as chuvas ocorridas melhoraram as condições das lavouras, entretanto, em parte da região Nordeste algumas áreas ainda apresentam deficit hídrico.

Em GO, as primeiras lavouras semeadas já estão na fase final de enchimento de grãos. Porém, as lavouras semeadas tardiamente perderam o potencial produtivo devido ao fim das precipitações. Em SP, o retorno das chuvas melhorou a condição das lavouras.

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Em MG, devido ao atraso no plantio, muitas áreas ainda se encontram em desenvolvimento vegetativo e já tem o seu potencial produtivo afetado pela falta de chuvas. No TO, apesar da redução das precipitações, a maioria das áreas apresenta boas condições. No MA, as chuvas frequentes têm favorecido o desenvolvimento do cereal em todas as regiões produtoras.

No PI, as primeiras áreas semeadas já entraram no estádio de enchimento de grãos e a maioria das lavouras apresenta boas condições. No PA, as lavouras se encontram desde o estádio de desenvolvimento vegetativo até o de maturação, na região da BR-163. As chuvas frequentes favorecem o desenvolvimento do cereal em todo o estado.

Fonte: Conab



 

FONTE
Advertisement

Autor:Conab

Site: Conab

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Agro MT