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Sustentabilidade

Manejo nas áreas de arroz e de grãos demandam tratores de maior potência – MAIS SOJA

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Na safra 2024/25, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou a produção brasileira de arroz em cerca de 12,3 milhões de toneladas, sendo 70% desse total produzido no Rio Grande do Sul. O resultado, superior ao ciclo passado, deve-se, em grande parte, à recuperação produtiva das lavouras gaúchas. Esse protagonismo reforça o papel estratégico do estado não apenas na cadeia do agronegócio, mas também na segurança alimentar nacional, garantindo o abastecimento de um alimento essencial à mesa dos brasileiros. Além do arroz, o RS também se destaca na produção de soja, milho e trigo.

Para auxiliar os produtores gaúchos nesse grande desafio, aliando eficiência, ganho de produtividade, sustentabilidade aos cuidados com o solo, a LS Tractor oferece um portfólio completo de tratores para diferentes necessidades, com destaque para a Série Plus, com três modelos de 80 a 105 cv, e a Série H, com dois modelos de 131 e 145 cv, equipamentos estes que estarão em exposição na Expointer 2025, de 30 de agosto a 7 de setembro, em Esteio (RS).

De acordo com Astor Kilpp, consultor de marketing da LS Tractor, esses 5 modelos se encaixam perfeitamente no perfil dos produtores gaúchos, pelas suas características técnicas, principalmente para os produtores de arroz. “Tradicionalmente, no estado, quando falamos desse cultivo, são basicamente dois modelos de produção: o extensivo, com plantio direto, e o sistematizado, com semente pré-germinada e plantio a lanço. Com a versatilidade de nossos equipamentos conseguimos atender a todos os sistemas”, explicou.

Para o plantio direto, por exemplo, segundo o especialista, os tratores mais indicados são os modelos da Série H (H125 e H145), que chegam a 145 cv de potência, requisito essencial para essa atividade. “Tratores muito maiores podem comprometer o desempenho em função da sustentação do solo. Nossos equipamentos, porém, são projetados para a cultura arrozeira, com rodados de garras mais altas e versões específicas para áreas alagadas”, destacou o especialista.

Diferenciais no campo da linha Plus

A Série Plus da LS Tractor reúne equipamentos de média potência equipados com motor Perkins de 4 cilindros de 80, 92 e 105 cv. Eles se diferenciam por oferecer o melhor torque disponível em sua categoria, 18% a mais em eficiência, economia de combustível, baixa emissão de poluentes e excelente desempenho operacional. Para melhorar a produtividade, os tratores contam com duas opções de transmissão: uma com Reversor Sincronizado (Synchro Shuttle) e super redutor Creeper integrado com 20Fx20R, e a outra com Reversor Eletro-Hidráulico (Power Shuttle), com super redutor integrado com 40Fx40R, que garantem agilidade e praticidade nas manobras.

Com tomada de força (TDP) com 15% a mais de potência disponível em relação à média dos principais concorrentes, conta com cinco (5) opções de velocidade. O acionamento independente pode ser feito no painel de controle, de forma manual ou automática, proporcionando segurança e rapidez. Além disso, os equipamentos contam com sistema hidráulico robusto, com alta capacidade de levante e fluxo do controle remoto, projetado para atender às necessidades dos implementos mais exigentes do mercado.

O produtor pode optar pela versão com plataforma aberta (ROPS), que garante praticidade e segurança operacional, ou pela versão com cabine original de fábrica, que oferece alto padrão de conforto, com ar-condicionado, ambiente pressurizado e filtros opcionais de carvão ativado. “Os tratores da LS Tractor saem de fábrica com proteção eletrônica do motor e podem ser equipados, sob solicitação, com piloto automático e telemetria para gestão da frota”, complementa Kilpp.

Potência e eficiência da Série H

A Série H reúne os modelos de maior potência da LS Tractor, produzidos no Brasil. Tanto o H125 quanto o H145 são equipados com motor Perkins de 4 cilindros turbo intercooler, tecnologia Tier 3 e sistema eletrônico de proteção do motor. O modelo H125 possui 131 cv de potência máxima a 2.200 rpm e torque máximo de 516 Nm a 1.400 rpm (Norma ISO TR 14.396).

Já o H145 entrega 145 cv de potência máxima a 2.200 rpm e torque de 558 Nm a 1.400 rpm. “A Série H foi desenvolvida sob medida para os diferentes desafios da agricultura brasileira. São ideais para quem busca força, economia de combustível, agilidade e conforto operacional”, ressalta o consultor.

Entre os principais diferenciais da série estão:

  • Transmissão LS: uma versão com reversor Synchro Shuttle e super redutor integrado com 20 velocidades à frente e 20 à ré (20Fx20R). Uma segunda opção, Power Shuttle, com reversor eletro-hidráulico, 24Fx24R (com super redutor Creeper integrado – 40Fx40R).
  • Cruise Control: tecnologia integrada à transmissão que possibilita o controle automático da velocidade, com duas opções de programação, uma velocidade para o trabalho e a outra para manobras, por exemplo.
  • Cabine original de fábrica: ar-condicionado, ambiente pressurizado, filtros de carvão ativado opcionais e ampla visão da área de trabalho.
  • Tanque de combustível: capacidade de 250 litros, que garante maior autonomia de trabalho e reduz a necessidade de reabastecimento durante a jornada.
  • Alta capacidade de tração: o seu projeto, com uma distância entre eixos ideal para este segmento, garante uma distribuição de peso equilibrada, proporcionando grande capacidade de tração.

Expointer 2025

Com o tema “Nosso futuro tem raízes fortes”, a Expointer 2025 promete ser uma das edições mais completas da história. Estão previstos:

  • Exposição de 5 mil animais;
  • Participação de mais de 2,5 mil expositores;
  • Presença de 456 agroindústrias familiares (recorde para o segmento);
  • Mais de 120 expositores do setor de máquinas e implementos agrícolas;
  • Programação intensa com 500 atividades distribuídas ao longo dos nove dias de feira.

“O nosso time de fábrica e as concessionárias estarão presentes durante todos os dias do evento, preparados para tirar dúvidas e apresentar todos os diferenciais e tecnologias dos tratores LS, com condições especiais. Este é o momento para conferir de perto todas as oportunidades. Fica o convite a todos os amigos e participantes para irem até nosso estande”, finaliza Kilpp.

Sobre a LS Tractor

A LS Tractor é a marca de tratores da sul-coreana LS Mtron, integrante do LS Group – o 13º maior grupo empresarial da Coreia do Sul, com presença global, mais de 21 mil colaboradores e vendas anuais acima de 30 bilhões de dólares. Presente no Brasil desde 2013, com fábrica em Garuva (SC), a empresa atua no setor de máquinas agrícolas com uma linha de tratores voltada a diferentes perfis de produtores. Com mais de 70 concessionárias em território nacional, a LS Tractor tem ampliado sua presença no mercado brasileiro por meio de estratégias baseadas nos dados de mercado, expansão da rede com foco na proximidade com os clientes e desenvolvimento de novas tecnologias em transmissão para atender as demandas do campo.

Fonte: Assessoria de Imprensa LS Trator



 

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Sustentabilidade

Colheita de soja no RS atinge 10% da área, segundo Emater

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Imagem: Marca Comunicação

A colheita da soja 2025/26 no Rio Grande do Sul alcança 10% da área estimada em 6,624 milhões de hectares, de acordo com a Emater.

“Embora as chuvas tenham favorecido a reposição hídrica em parte das lavouras ainda em fase reprodutiva, também impuseram interrupções pontuais à colheita. O predomínio fenológico se situa entre enchimento de grãos (43%) e maturação (41%), indicando proximidade da intensificação dos trabalhos de colheita no curto prazo”, disse a empresa em nota. A produtividade média estimada é de 2.871 quilos por hectare.

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Colheita de milho e arroz

Também conforme a Emater, a colheita de milho no Estado atinge nesta semana 73% da área cultivada, com resultados, em média, satisfatórios.

“As produtividades refletem o histórico climático da safra. Áreas com regularidade hídrica e manejo adequado apresentam os melhores desempenhos, e regiões com restrição hídrica em fases críticas registraram perdas parciais”, destacou a Emater, que estima área cultivada de 803.019 hectares e produtividade média de 7.424 kg/ha.

No tocante à safra de arroz, a colheita no Estado alcança 35% da área. A maior parte das lavouras se encontra em maturação (47%) e 18% estão em enchimento de grãos, “fase sensível à disponibilidade hídrica e às condições de radiação solar”.

A área cultivada é de 891.908 hectares (estimativa do Instituto Rio-grandense do Arroz – Irga), com produtividade projetada pela Emater em 8.744 kg/ha.

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Sustentabilidade

Boletim de monitoramento da Conab aponta bom desenvolvimento das lavouras

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Foto: Agência Marca Studio Criativo

O mais recente Boletim de Monitoramento Agrícola da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que as lavouras de soja e milho segunda safra seguem com desenvolvimento acima da média na maior parte do Brasil, mesmo diante de um cenário climático marcado por contrastes.

De acordo com o levantamento, os índices de vegetação continuam apontando condições favoráveis nas principais regiões produtoras, refletindo o bom desempenho das lavouras até o momento. O resultado positivo ocorre apesar da distribuição irregular das chuvas ao longo de março.

No período entre os dias 1º e 21, os maiores volumes de precipitação foram registrados no Centro-Norte do país. Se por um lado o excesso de chuvas dificultou a colheita da soja em algumas áreas, por outro contribuiu para o desenvolvimento das culturas em campo, tanto da primeira quanto da segunda safra.

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Na região Norte, o cenário foi predominantemente positivo, com chuvas bem distribuídas e níveis adequados de umidade no solo. Ainda assim, estados como Pará e Tocantins enfrentaram problemas pontuais durante a colheita da soja devido ao excesso de precipitações. Em Roraima, a ausência de chuvas seguiu dentro da normalidade para o período.

Já no Nordeste, as chuvas se concentraram no início do mês, especialmente em áreas do Maranhão, Piauí, Bahia e Ceará, beneficiando as lavouras. No entanto, a irregularidade das precipitações no semiárido e as altas temperaturas em parte da Bahia resultaram em restrição hídrica e atrasos na semeadura do milho e feijão segunda safra.

No Sul do país, o cenário foi mais desafiador. A irregularidade e o baixo volume de chuvas comprometeram o armazenamento hídrico do solo, afetando o desenvolvimento do milho segunda safra no Paraná e da soja em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

Por outro lado, no Centro-Oeste, principal polo produtor de grãos do país, as chuvas foram mais frequentes em Mato Grosso e Goiás. Apesar de atrasos pontuais na colheita da soja, as precipitações ajudaram no desenvolvimento das lavouras. Em Mato Grosso do Sul, os volumes registrados na segunda semana do mês foram fundamentais para recuperar a umidade do solo em áreas que enfrentavam déficit hídrico.

No Sudeste, os volumes de chuva também favoreceram o campo, com registros mais expressivos em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro ao longo da segunda semana, avançando posteriormente para outras áreas mineiras e o Espírito Santo.

O cenário traçado pela Conab reforça que, apesar dos desafios climáticos regionais, a safra 2025/26 mantém um quadro geral positivo, sustentado pelas boas condições de desenvolvimento das lavouras na maior parte do território nacional.

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Sustentabilidade

Arroz/RS: Colheita do arroz no RS alcança 35% da área – MAIS SOJA

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O cultivo de arroz registrou avanço contínuo da colheita, alcançando 35% da área, impulsionado por períodos de baixa precipitação ou acumulados pouco significativos, ainda que tenham sido observados eventos de chuva esparsa.

A maior parte das lavouras se encontra em maturação (47%), e 18% ainda estão em enchimento de grãos, fase sensível à disponibilidade hídrica e às condições de radiação solar.

De maneira geral, as produtividades vêm se confirmando em patamares satisfatórios a elevados nas áreas já colhidas, apesar da redução em relação à safra anterior em parte das lavouras, associada a limitações de incidência solar e temperaturas fora da faixa ideal em momentos críticos do ciclo, além de retração no padrão tecnológico empregado.

A qualidade industrial dos grãos colhidos é considerada adequada, com bom rendimento de engenho.

A colheita segue condicionada à redução da umidade dos grãos, e eventuais intercorrências climáticas, como ventos e precipitações, que podem interferir pontualmente no ritmo das operações e na qualidade final da produção. A área cultivada é de 891.908 hectares (IRGA). A produtividade está projetada em 8.744 kg/ha, segundo a Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, os trabalhos de colheita avançaram para 29% da área, apesar das chuvas em quatro dias do período, as quais não impediram a operação dado o baixo volume. Em Uruguaiana, há relatos de acamamento pontual em decorrência de ventos, mas não foram quantificadas perdas até o momento.

Em São Gabriel, 25% dos 25.800 hectares cultivados foram colhidos, com avanço moderado devido à necessidade de redução da umidade dos grãos. No município, as produtividades variam conforme o nível tecnológico, situando-se entre 10% e 20% abaixo da safra anterior.

Na de Pelotas, a colheita atinge 35% da área regional, e houve forte intensidade das operações em todos os municípios produtores. Predomina a fase de maturação: 60% prontos para colheita e 5% em enchimento de grãos. As condições de campo têm permitido a continuidade dos trabalhos, que devem se estender até abril, com desempenho produtivo
dentro do esperado.

Na de Santa Maria, a colheita supera 40% da área cultivada, e cerca de 45% das lavouras estão em maturação. As produtividades obtidas são elevadas, acima de 8.000 kg/ha; em São João do Polêsine, os talhões atingem 9.000 kg/ha. O cenário indica elevado potencial produtivo, com confirmação de rendimentos superiores ao inicialmente projetado em diversas áreas.

Na de Santa Rosa, a colheita foi iniciada, mas a evolução está limitada em função das chuvas no período. A maior parte das lavouras se encontra em maturação, e há áreas remanescentes em enchimento de grãos, implantadas mais tardiamente.

Na de Soledade, a colheita alcançou 35% da área. As lavouras apresentam produtividades e elevada qualidade de grãos, especialmente no rendimento de engenho. Estão 2% em florescimento, 33% em enchimento de grãos e 30% em maturação. O manejo da água se intensifica com a retirada dos quadros para viabilizar a colheita, enquanto a disponibilidade hídrica permanece adequada nos reservatórios. O monitoramento fitossanitário segue ativo, e a ocorrência de percevejos e brusone está sob controle.

Comercialização (saca de 50 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 2,16%, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 55,52 para R$ 56,72.

Fonte: Emater/RS



 

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