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“Ganhamos mais uma batalha nessa guerra”, diz Galvan após suspensão da Moratória da Soja

A decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de suspender imediatamente a Moratória da Soja foi recebida como uma conquista histórica pelos produtores de Mato Grosso. Em entrevista ao LIVRE, o ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan, afirmou que o resultado representa mais uma vitória em uma batalha que começou há 19 anos.
“Ganhamos mais uma batalha nessa guerra que foi iniciada em Sinop, no Sindicato Rural, e depois tomou corpo. É uma luta que envolve todo produtor, envolveu todas as Aprosojas que são 16 por todo o Brasil”, declarou Galvan.
De acordo com Galvan, o enfrentamento contra a Moratória sempre contou com o engajamento de diferentes frentes do setor produtivo. “Foi uma luta para a gente acabar com a Moratória da Soja. Tivemos o apoio dos prefeitos, pois os municípios foram afetados, tivemos o apoio da Assembleia Legislativa, principalmente do deputado Cattani, assim como do governo de Mato Grosso e de todas as entidades envolvidas na cadeia da soja”, acrescentou.
Galvan também destacou que a expectativa agora é de que a decisão cautelar seja confirmada pelo colegiado do Cade. “Esperamos que essa vitória não seja apenas temporária com a liminar, mas que o processo leve ao fim definitivo dessa política que sempre prejudicou o produtor e os municípios”, disse.
A medida concedida pelo Cade atende a um pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que apontou prejuízos concretos ao setor e apresentou parecer econômico defendendo a suspensão. A decisão prevê multa diária de R$ 250 mil em caso de descumprimento.
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Equipe Raio intercepta traficante e estoura depósito de facção no bairro Cidade Bela

Três suspeitos foram presos nesta segunda (04) com quatro tabletes de maconha e balança de precisão após tentativa de fuga
Policiais militares do 9º Comando Regional apreenderam, nesta segunda-feira (4.5), quatro tabletes de substância análogas à maconha e outras porções do mesmo entorpecente, no município de Alta Floresta.
Na ação, dois homens e uma mulher, integrantes de uma facção criminosa, foram presos em flagrante suspeitos por tráfico ilícito de drogas.
Durante patrulhamento tático, as equipes do Companhia de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio) flagraram um homem, em uma motocicleta, em atitude suspeita, que ao perceber aproximação dos militares, fugiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial.
O motociclista foi abordado e detido de frente a uma residência, localizada no bairro Cidade Bela, portando diversas porções de maconha já embaladas para comercialização, além de uma porção maior e uma balança de precisão.
Questionado sobre os ilícitos, ele confessou aos policiais militares que havia mais entorpecentes dentro do imóvel. No local, os policiais abordaram mais um homem acompanhado de uma mulher.
Na casa, as equipes identificaram outras porções e quatro tabletes de maconha, além de materiais para preparo e embalagem das drogas.
O trio e todo material apreendido foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Com AssessoriaPoliciais militares do 9º Comando Regional apreenderam, nesta segunda-feira (4.5), quatro tabletes de substância análogas à maconha e outras porções do mesmo entorpecente, no município de Alta Floresta.
Na ação, dois homens e uma mulher, integrantes de uma facção criminosa, foram presos em flagrante suspeitos por tráfico ilícito de drogas.
Durante patrulhamento tático, as equipes do Companhia de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio) flagraram um homem, em uma motocicleta, em atitude suspeita, que ao perceber aproximação dos militares, fugiu em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial.
O motociclista foi abordado e detido de frente a uma residência, localizada no bairro Cidade Bela, portando diversas porções de maconha já embaladas para comercialização, além de uma porção maior e uma balança de precisão.
Questionado sobre os ilícitos, ele confessou aos policiais militares que havia mais entorpecentes dentro do imóvel. No local, os policiais abordaram mais um homem acompanhado de uma mulher.
Na casa, as equipes identificaram outras porções e quatro tabletes de maconha, além de materiais para preparo e embalagem das drogas.
O trio e todo material apreendido foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
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Seduc e TRE-MT mobilizam estudantes para emissão de título até esta quarta (06)

Parceria facilita transporte e biometria para jovens de 16 e 17 anos; em Mato Grosso, apenas 28% dessa faixa etária já possui o documento
Estudantes de 16 e 17 anos da Rede Estadual de Mato Grosso estão sendo mobilizados, a partir de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), a emitir o primeiro título eleitoral. O prazo para a emissão ou regularização do registro eleitoral termina nesta quarta-feira (6.5).
A iniciativa faz parte de uma ação nacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em parceria com o Unicef, e que foi reforçada no Estado por meio de acordo firmado entre o TRE e a Seduc. A proposta é facilitar o acesso dos estudantes ao alistamento eleitoral e ampliar a participação dos jovens nas eleições de outubro.
Pela parceria, a Justiça Eleitoral organiza o atendimento, disponibiliza equipamentos para a coleta biométrica e a emissão de títulos, além de alinhar os cronogramas com as escolas. A Seduc fica responsável por viabilizar o transporte e acompanhar a ida dos estudantes aos locais de atendimento, conforme solicitação das unidades escolares.
Em Mato Grosso, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cruzados com o cadastramento eleitoral, indicam que apenas 28% dos jovens dessa faixa etária possuem título de eleitor. Outros 72% ainda não exercem esse direito por falta do documento.
Nas escolas, o tema também é abordado em uma trilha pedagógica voltada à consciência eleitoral. A metodologia inclui atividades com jogos, desafios, vídeos, conteúdos educativos, materiais gráficos e digitais. A linguagem foi concebida para dialogar com os estudantes e inclui materiais visuais, como gibis, voltados também a alunos neurodivergentes.
Para muitos jovens, a mobilização ajudou a tornar mais simples um processo que parecia distante. Aos 17 anos, o estudante Júlio Gabriel Badaró decidiu tirar o título após conversar com colegas e professores.
“Eu achava que era uma coisa complicada, que a gente só ia fazer quando ficasse mais velho. Quando explicaram na escola, vi que também é uma responsabilidade nossa. A gente reclama de muita coisa, mas também precisa participar”, afirmou.
A estudante Geanny Eduarda Ferreira, de 15 anos, disse que a ação esclareceu dúvidas comuns entre os adolescentes, como a idade mínima, o prazo para cadastro e os documentos necessários.
“Eu não sabia direito como funcionava. Tinha dúvidas sobre a idade, o prazo e o documento. Quando a escola trouxe a informação, ficou mais fácil. Não foi só mandar a gente tirar o título. Explicaram por que isso importa”, contou.
Para o estudante Henzo Matheus Cunha, de 17 anos, falar sobre o título de eleitor na escola ajuda os jovens a perceber que a política também aparece em situações do dia a dia.
“Às vezes, a gente pensa que a política está longe, mas ela aparece na escola, no transporte, na merenda, nos projetos. Tirar o título é um jeito de começar a prestar atenção. Eu gostei porque a escola não tratou a gente como criança”, disse.
Segundo dados do TSE, o Brasil tem 5,8 milhões de adolescentes de 16 e 17 anos. Até fevereiro, quase 1,8 milhão de jovens de 15, 16 e 17 anos já haviam obtido o título de eleitor. De acordo com a Justiça Eleitoral, o número corresponde a cerca de dois em cada dez adolescentes aptos ao cadastramento. Adolescentes de 15 anos também podem solicitar o título. No entanto, só poderão votar nas eleições deste ano se completarem 16 anos até 4 de outubro.
Para a secretária de Estado de Educação, Flávia Soares, a mobilização abre espaço para que os estudantes compreendam, desde cedo, que também têm voz nas decisões que afetam suas comunidades.
“Quando o jovem tira o título de eleitor, ele começa a ocupar um lugar que também é dele. A escola tem o papel de abrir caminhos, explicar, esclarecer dúvidas e mostrar que a participação não é um assunto distante. O estudante precisa saber que sua voz conta e que ele pode ajudar a decidir o futuro da sua cidade, do seu Estado e do país”, concluiu.
Com AssessoriaEstudantes de 16 e 17 anos da Rede Estadual de Mato Grosso estão sendo mobilizados, a partir de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), a emitir o primeiro título eleitoral. O prazo para a emissão ou regularização do registro eleitoral termina nesta quarta-feira (6.5).
A iniciativa faz parte de uma ação nacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em parceria com o Unicef, e que foi reforçada no Estado por meio de acordo firmado entre o TRE e a Seduc. A proposta é facilitar o acesso dos estudantes ao alistamento eleitoral e ampliar a participação dos jovens nas eleições de outubro.
Pela parceria, a Justiça Eleitoral organiza o atendimento, disponibiliza equipamentos para a coleta biométrica e a emissão de títulos, além de alinhar os cronogramas com as escolas. A Seduc fica responsável por viabilizar o transporte e acompanhar a ida dos estudantes aos locais de atendimento, conforme solicitação das unidades escolares.
Em Mato Grosso, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cruzados com o cadastramento eleitoral, indicam que apenas 28% dos jovens dessa faixa etária possuem título de eleitor. Outros 72% ainda não exercem esse direito por falta do documento.
Nas escolas, o tema também é abordado em uma trilha pedagógica voltada à consciência eleitoral. A metodologia inclui atividades com jogos, desafios, vídeos, conteúdos educativos, materiais gráficos e digitais. A linguagem foi concebida para dialogar com os estudantes e inclui materiais visuais, como gibis, voltados também a alunos neurodivergentes.
Para muitos jovens, a mobilização ajudou a tornar mais simples um processo que parecia distante. Aos 17 anos, o estudante Júlio Gabriel Badaró decidiu tirar o título após conversar com colegas e professores.
“Eu achava que era uma coisa complicada, que a gente só ia fazer quando ficasse mais velho. Quando explicaram na escola, vi que também é uma responsabilidade nossa. A gente reclama de muita coisa, mas também precisa participar”, afirmou.
A estudante Geanny Eduarda Ferreira, de 15 anos, disse que a ação esclareceu dúvidas comuns entre os adolescentes, como a idade mínima, o prazo para cadastro e os documentos necessários.
“Eu não sabia direito como funcionava. Tinha dúvidas sobre a idade, o prazo e o documento. Quando a escola trouxe a informação, ficou mais fácil. Não foi só mandar a gente tirar o título. Explicaram por que isso importa”, contou.
Para o estudante Henzo Matheus Cunha, de 17 anos, falar sobre o título de eleitor na escola ajuda os jovens a perceber que a política também aparece em situações do dia a dia.
“Às vezes, a gente pensa que a política está longe, mas ela aparece na escola, no transporte, na merenda, nos projetos. Tirar o título é um jeito de começar a prestar atenção. Eu gostei porque a escola não tratou a gente como criança”, disse.
Segundo dados do TSE, o Brasil tem 5,8 milhões de adolescentes de 16 e 17 anos. Até fevereiro, quase 1,8 milhão de jovens de 15, 16 e 17 anos já haviam obtido o título de eleitor. De acordo com a Justiça Eleitoral, o número corresponde a cerca de dois em cada dez adolescentes aptos ao cadastramento. Adolescentes de 15 anos também podem solicitar o título. No entanto, só poderão votar nas eleições deste ano se completarem 16 anos até 4 de outubro.
Para a secretária de Estado de Educação, Flávia Soares, a mobilização abre espaço para que os estudantes compreendam, desde cedo, que também têm voz nas decisões que afetam suas comunidades.
“Quando o jovem tira o título de eleitor, ele começa a ocupar um lugar que também é dele. A escola tem o papel de abrir caminhos, explicar, esclarecer dúvidas e mostrar que a participação não é um assunto distante. O estudante precisa saber que sua voz conta e que ele pode ajudar a decidir o futuro da sua cidade, do seu Estado e do país”, concluiu.
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Cuiabá terá “bolsa aluguel” de R$ 700 para famílias em risco social

A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, nesta terça-feira (5), em segunda votação, o projeto de lei que cria o “Auxílio Aluguel Social”, destinado a famílias em situação de vulnerabilidade. A proposta, encaminhada pelo prefeito Abílio Brunini (PL) por meio da Mensagem nº 19/2026, recebeu aprovação unânime dos vereadores presentes.
O benefício prevê o pagamento mensal de R$ 700 por família, por meio de transferência bancária. Inicialmente, o programa atenderá até 700 famílias, limite definido conforme a capacidade orçamentária da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência.
De caráter temporário, o auxílio terá duração inicial de até seis meses, podendo ser prorrogado por igual período, com limite máximo de 24 meses. Caberá ao beneficiário escolher o imóvel, negociar o valor do aluguel e efetuar o pagamento diretamente ao proprietário. Custos como água, energia elétrica, IPTU e condomínio não serão cobertos pelo programa.
Para ter acesso, será necessário passar por avaliação socioeconômica realizada por equipes do CRAS ou CREAS, além de possuir cadastro atualizado no CadÚnico e comprovar residência em Cuiabá há pelo menos seis meses. O texto prevê prioridade para famílias com crianças, idosos, pessoas com deficiência, gestantes, além de vítimas de violência doméstica, pessoas em situação de risco, desastres ou que tiveram imóveis interditados.
A Secretaria de Assistência Social afirma que a medida busca garantir condições mínimas de sobrevivência em casos de perda ou interrupção de moradia. Após a aprovação no Legislativo, o projeto segue para sanção do prefeito.
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