Connect with us

Sustentabilidade

Ferticorreção: plataforma de conhecimento online oferece conteúdo técnico-científico gratuito para produtores e profissionais do agronegócio – MAIS SOJA

Published

on


A ferticorreção, prática que alia controle da acidez do solo e nutrição eficaz das plantas, tem ganhado espaço no campo por garantir um ambiente mais favorável ao desenvolvimento das plantas. Apesar de seu potencial para impulsionar a produtividade e promover a sustentabilidade econômica e financeira, ainda há pouca familiaridade com os conceitos técnicos e as melhores práticas necessárias para sua adoção plena. Em um cenário onde cada grama de insumo e cada hectare cultivado representam possíveis ganhos ou perdas econômicas relevantes, o acesso à informação qualificada é essencial. Para contribuir com essa ampliação de conhecimento, a plartaforma de conhecimento online “Ferticorreção” lança uma nova fase neste mês: o “Ferticorreção Podcast”.

Além do site oficial, agora o projeto passa a contar com presença no Spotify, somando-se ao canal no YouTube e ao perfil no Instagram, com formatos e abordagens que visam apoiar a tomada de decisão no campo, ampliar a compreensão dos conceitos e incentivar práticas de manejo mais eficientes e sustentáveis.

Dentre os temas já estruturados na agenda editorial, estão a fixação biológica de nitrogênio, que contribui para reduzir ou até eliminar a necessidade de adubação nitrogenada na cultura da soja, gerando ganhos econômicos e ambientais; o controle da acidez do solo, permitindo maior estabilidade e resiliência do solo; e o uso de plantas de cobertura, capazes de melhorar as propriedades químicas, físicas e biológicas do solo. Outro destaque é a compactação do solo, um dos principais fatores limitantes da produtividade, que exige diagnóstico adequado e estratégias sustentáveis de mitigação.

“Nosso principal objetivo é levar conhecimento, informações e reflexões ao produtor rural e a todo público do agronegócio, demonstrando a seriedade e a base científica por trás desse manejo. A ferticorreção vai além de corrigir e nutrir o solo: ela também contribui para um manejo agrícola mais sustentável, aumenta a produtividade e melhora a resiliência do solo. Com esse projeto, queremos oferecer explicações científicas para práticas que, muitas vezes, são baseadas apenas na experiência empírica. Assim, promovemos uma agricultura mais eficiente e mais rentável, sem a necessidade de expandir áreas cultivadas”, destaca Eduardo Barbosa, engenheiro agrônomo especialista em ferticorreção.

Nesta nova etapa do projeto, além do Spotify, os episódios do “Ferticorreção Podcast” serão publicados no canal do YouTube, reunindo entrevistas e debates com especialistas e profissionais reconhecidos do setor. O canal também seguirá com a publicação de videoaulas exclusivas, que expandem e complementam os conteúdos técnicos já disponíveis – entre eles, temas como a diferença entre o manejo da ferticorreção e o manejo tradicional, acidez do solo, níveis críticos de fósforo e balanço eletroquímico.

No Instagram, os assuntos ganham uma abordagem mais dinâmica e linguagem leve, com recursos visuais pensados para facilitar a compreensão, despertar o interesse e direcionar os seguidores para conteúdos mais aprofundados disponíveis em outras plataformas. O site oficial, que reúne artigos técnicos, dados e análises aprofundadas, continuará sendo atualizado com novos materiais, visando oferecer uma base sólida para quem deseja se aprofundar nos conceitos e práticas da ferticorreção, bem como outros temas de interesse agronômico.

“Com esse projeto, assumimos a responsabilidade na disseminação de conhecimento técnico de qualidade, contribuindo com o desenvolvimento da agricultura brasileira. O acesso à informação confiável é fundamental para que produtores, consultores e demais atores do agronegócio possam tomar decisões mais seguras e eficientes. E, quanto mais informação de qualidade estiver disponível, maior será o impacto positivo no campo”, ressalta Eduardo Barbosa.

Agenda de episódios – A agenda de episódios do Ferticorreção Podcast” já conta com seis temas estruturados. A estreia foi nesta terça-feira (12), com a participação da engenheira agrônoma e pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Raffaella Rosetto, que falou sobre “Ferticorreção na Cana-de-Açúcar”

No dia 26 de agosto, o tema da vez será “Fertilidade do Solo”, com Volnei Pauletti, doutor em Ciência do Solo e Agricultura Regenerativa e diretor do Setor de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Em 9 de setembro, o convidado será Gaspar Henrique Korndörfer, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e professor titular da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), que abordará o tema “Nutrição na Cana-de-Açúcar”. O episódio do dia 30 de setembro trará Marco Antônio Nogueira, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e pesquisador da Embrapa Soja, com foco na “Fixação Biológica de Nitrogênio”.

No mês seguinte, em 14 de outubro, será a vez de Thiago Raznan, doutor em Ciência do Solo e Agricultura Regenerativa, discutindo o papel da “Matéria Orgânica na Agricultura Regenerativa”. Já o encerramento desta primeira série está previsto para o dia 4 de novembro, abordando “Física do Solo”. A convidada será Karina Cavalieri, coordenadora do Programa de Pós-Graduação (PPG) da UFPR e detentora de doutorados em Solos e Nutrição de Plantas e Ciência do Solo.

Os episódios estarão disponíveis no YouTube e no Spotify.

Sobre o ICT Caltec:

O Instituto de Ciência e Tecnologia Caltec (ICT Caltec) é um núcleo de inovação e pesquisa independente concebido e fundado pela empresa Caltec, com o objetivo de gerar e disseminar conhecimento técnico-científico sobre controle de acidez e fertilidade do solo, aproximando ciência e prática agrícola. Por meio do projeto Ferticorreção”, o instituto contribui para a adoção de manejos mais eficientes e sustentáveis no campo.

As informações sobre ferticorreção produzidas pelo ICT Caltec são disponibilizadas gratuitamente em diferentes plataformas digitais, facilitando o acesso a conteúdos técnicos e científicos de qualidade.

Os conteúdos completos podem ser acessados pelo site oficial, YouTube, Instagram e Spotify.

Fonte: Assessoria de Imprensa Caltec



 

Continue Reading

Sustentabilidade

Mercado brasileiro de milho pode ter mais um dia de cotações estáveis – MAIS SOJA

Published

on


O mercado brasileiro de milho deve ter uma terça-feira de estabilidade nas cotações. Com o foco na colheita da safra de verão, as aquisições são aguardadas para um período de preços ainda mais acessíveis. No cenário internacional, os agentes aguardam o relatório de oferta e demanda do USDA, às 14h, para movimentações na Bolsa de Chicago. O dólar, por sua vez, opera com leve alta frente ao real.

O mercado brasileiro de milho apresentou preços fracos nos portos nesta segunda-feira, com o dólar em queda. Segundo o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari, o mercado está marcado por essa baixa nos portos e dificuldades de liquidez interna. Houve novos recuos de preços no Sul, e no Sudeste parece haver alguma reação tentada em São Paulo.

Para Molinari, a evolução da colheita da soja e a alta dos fretes deve mudar o mercado regionalmente daqui para a frente.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 67,00/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 66,50/69,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 61,00/62,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 63,00/65,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 68,00/69,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 62,00/64,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 60,00/61,50 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 56,00/60,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 50,00/55,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em março de 2026 estão cotados a US$ 4,28 3/4 por bushel, estável na relação ao fechamento anterior. As demais posições em baixa.

* O mercado anda de lado nas negociações iniciais e a tendência é de um dia arrastado até a divulgação do relatório de oferta e demanda do USDA, às 14h.

* Ontem (9), a posição março de 2026 fechou com baixa de 1,50 centavo de dólar por bushel ou 0,38% em relação ao fechamento anterior, cotada a US$ 4,28 3/4 por bushel. A posição maio de 2026 encerrou cotada a US$ 4,37 por bushel, recuo 1,75 centavo de dólar por bushel ou 0,39% em relação ao fechamento anterior.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera com alta de 0,08%, cotado a R$ 5,1913. O Dollar Index registra valorização de 0,07% a 96,88 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas na Europa operam com índices mistos. Paris, + 0,30%. Frankfurt, + 0,05%. Londres, -0,24%.

* As principais bolsas da Ásia fecharam com preços firmes. Xangai, + 0,13%. Japão, + 2,28%.

* O petróleo opera com alta. Março do WTI em NY: US$ 64,39 o barril (+0,04%).

AGENDA

– Dados sobre as lavouras do Paraná – Deral, na parte da manhã.

– Relatório de fevereiro de oferta e demanda dos EUA e mundial – USDA, 14h.

– Resultado financeiro do Banco do Brasil, após o fechamento do mercado.

– Relatório de produção e vendas da Petrobras, após fechamento do mercado.

– China: O índice de preços ao consumidor de janeiro será publicado às 22h30 pelo departamento de estatísticas.

– China: O índice de preços ao produtor de janeiro será publicado às 22h30 pelo departamento de estatísticas.

—–Quarta-feira (11/02)

– OPEP: O relatório mensal de petróleo será publicado pela OPEP.

– EUA: A gigante de fast food McDonald’s publica seus resultados trimestrais.

– O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga, às 9h, o Índice de Preços ao Produtor – Indústrias extrativas e de transformação referente a dezembro.

– EUA: O número de empregos criados ou perdidos pela economia (payroll) e a taxa de desemprego de janeiro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Trabalho.

– EUA: A posição dos estoques de petróleo até sexta-feira da semana passada será publicada às 12h30 pela EIA.

– Japão: O índice de preços ao produtor de janeiro será publicado às 20h50 pelo BOJ.

—–Quinta-feira (12/02)

– AIE: O relatório mensal de petróleo será publicado às 2h pela AIE.

– Reino Unido: A leitura preliminar do PIB do quarto trimestre será publicada às 4h pelo departamento de estatísticas.

– Reino Unido: A produção industrial de dezembro será publicada às 4h pelo departamento de estatísticas.

– Reino Unido: O saldo da balança comercial de dezembro será publicado às 4h pelo departamento de estatísticas.

– O IBGE divulga, às 8h, o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola referente a janeiro.

– Estimativa para a safra brasileira de grãos em 2025/26 – Conab, 9h.

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 10h30.

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultado financeiro da Raizen e da Vale, após o fechamento do mercado.

—–Sexta-feira (13/02)

– Eurozona: A leitura preliminar do PIB do quarto trimestre será publicada às 7h pelo Eurostat.

– Eurozona: O saldo da balança comercial de dezembro será publicado às 7h pelo Eurostat.

– A FGV divulga, às 8h, o IGP-10 referente a fevereiro.

– EUA: O índice de preços ao consumidor de janeiro será publicado às 10h30 pelo Departamento do Trabalho

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Autor/Fonte: Pedro Carneiro (pedro.carneiro@safras.com.br) / Safras News

Continue Reading

Sustentabilidade

Milho/BR: Colheita avança e chega a 11,4% da área total semeada – MAIS SOJA

Published

on


Em MG, as chuvas frequentes continuam a favorecer as lavouras em enchimento de grãos. No RS, o tempo seco favoreceu o avanço da colheita, mas prejudicou as áreas em enchimento de grãos. Na BA, as condições climáticas favorecem as lavouras do Oeste. No PI, a umidade do solo favorece o desenvolvimento das lavouras no Sudoeste.

No PR, o tempo quente acelera a maturação da cultura. Em SC, a colheita avança gradualmente e o restante das áreas apresenta boas condições. Em SP, a colheita foi iniciada. No MA, a regularização das chuvas favorece a cultura em todo o estado. Em GO, a maioria das áreas se encontra em enchimento de grãos e é favorecida pelas chuvas frequentes.

No PA, a regularização das precipitações favorece a cultura em todo o estado e algumas áreas começaram a ser colhidas.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

Continue Reading

Sustentabilidade

MERCADO DE TRABALHO/CEPEA: Agronegócio brasileiro atinge 28,58 mi de trabalhadores no 3º tri de 2025 – MAIS SOJA

Published

on


O agronegócio brasileiro empregou 28,58 milhões de pessoas no terceiro trimestre de 2025, aumento de 2,0% (ou de quase 569 mil pessoas) frente ao mesmo período de 2024, conforme indicam pesquisas realizadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Este é o maior contingente registrado para um trimestre, considerando-se toda a série histórica do Cepea/CNA, iniciada em 2012.

No mercado de trabalho brasileiro, a mesma comparação mostra avanço de 1,3%, equivalente a aproximadamente 1,37 milhão de trabalhadores. Diante disso, a participação do setor no total de ocupações do Brasil atingiu 26,35% no terceiro trimestre de 2025, acima dos 26,15% registrados no mesmo período do ano anterior.

Segundo pesquisadores do Cepea/CNA, no segmento de insumos, a população ocupada cresceu 1,5% na comparação entre anos. Com exceção das indústrias de rações, todas as atividades do segmento registraram crescimento no período, com destaque para as indústrias de fertilizantes, defensivos, medicamentos veterinários e máquinas agrícolas. O aumento no número de trabalhadores dessas indústrias ao longo do tempo reflete o fortalecimento econômico das atividades agropecuárias, cujo desenvolvimento gradual nos últimos anos tem ampliado a demanda por insumos do agronegócio.

Para as atividades dentro da porteira, o contingente aumentou 0,7%, desempenho que se deve ao crescimento tanto na agricultura quanto na pecuária. Na agroindústria, a comparação entre anos mostra o crescimento de 1%. De acordo com pesquisadores do Cepea/CNA, entre as agroindústrias de base agrícola, contribuíram para o incremento no segmento as de vestuário e acessórios, de bebidas, de móveis de madeira, indústria do etanol. Quanto às de base pecuária, o desempenho positivo se deveu aos crescimentos observados nas agroindústrias de abate de animais e de laticínios.

Quanto aos agrosserviços, a avanço entre o terceiro trimestre de 2025 e o mesmo período de 2024 foi de 4,5%. Esse resultado expressa tanto o cenário econômico nacional quanto o aumento da relevância dos agrosserviços para a economia do Brasil. De forma geral, o crescimento das ocupações nesse segmento está fortemente associado à retomada das atividades agroindustriais, que abrangem desde o processamento de produtos agropecuários até a fabricação de insumos – reflexo, em última instância, das transformações econômicas vivenciadas pelo agronegócio. Além disso, o bom desempenho da agropecuária, impulsionado por expectativas de safras recordes e pela manutenção de elevados níveis de abate, tem ampliado a necessidade de mão de obra nos agrosserviços que sustentam essas atividades, contribuindo para aquecer o mercado de trabalho.

Fonte: CEPEA



 

FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

Continue Reading
Advertisement

Agro MT