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Impacto do Agro Sustentável na Vida Urbana é tema do Prêmio Aprosoja MT de Jornalismo 2025

O Prêmio de Jornalismo da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) está com inscrições abertas até o dia 29 de agosto. Com o tema “O Impacto do Agro Sustentável na Vida Urbana”, o concurso tem como objetivo reconhecer e valorizar profissionais da comunicação que contribuam para a divulgação da importância do agro sustentável, aproximando o setor rural da vida urbana.
Voltado a jornalistas profissionais e estudantes, o concurso contempla seis categorias: Reportagem em Vídeo, Reportagem em Texto, Reportagem em Áudio, Fotojornalismo, Jornalismo Universitário e Destaque Regional. Os prêmios variam entre R$5 mil e R$20 mil.
A novidade desta edição é a categoria Jornalismo Universitário, voltada para estudantes de comunicação que desejam dar visibilidade às boas práticas do agro. Além disso, a categoria Destaque Regional vai premiar jornalistas das regiões Norte, Sul, Leste, Oeste e da Baixada Cuiabana, fortalecendo a representatividade do interior do estado.
Para o vice-presidente leste da Aprosoja MT, Lauri Jantsch, o prêmio reforça a importância da comunicação na construção de uma imagem real do campo junto à sociedade.
“Esse prêmio é muito importante para a Aprosoja MT e também para os produtores, pois ele valoriza o trabalho da imprensa e estimula também trazer conteúdos sobre o agronegócio. A comunicação tem um papel fundamental na construção de pontes, entre o campo e a sociedade, que por meio da imprensa conseguimos mostrar a realidade do produtor rural, os desafios, as inovações do setor e como tudo isso impacta diretamente na vida de toda a sociedade. Também precisamos valorizar essa conexão, para que haja um entendimento, respeito e reconhecimento do trabalho que sustenta o nosso país”, afirmou.
Para a Aprosoja MT, o prêmio é uma forma de valorizar reportagens que ajudam a mostrar como o agro está presente na vida das pessoas, mesmo longe do campo. Para participar, os interessados devem se inscrever pelo site oficial do prêmio. Os trabalhos devem ter sido publicados entre 29 de agosto de 2024 e 29 de agosto de 2025.
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Seduc e TRE-MT mobilizam estudantes para emissão de título até esta quarta (06)

Parceria facilita transporte e biometria para jovens de 16 e 17 anos; em Mato Grosso, apenas 28% dessa faixa etária já possui o documento
Estudantes de 16 e 17 anos da Rede Estadual de Mato Grosso estão sendo mobilizados, a partir de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), a emitir o primeiro título eleitoral. O prazo para a emissão ou regularização do registro eleitoral termina nesta quarta-feira (6.5).
A iniciativa faz parte de uma ação nacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em parceria com o Unicef, e que foi reforçada no Estado por meio de acordo firmado entre o TRE e a Seduc. A proposta é facilitar o acesso dos estudantes ao alistamento eleitoral e ampliar a participação dos jovens nas eleições de outubro.
Pela parceria, a Justiça Eleitoral organiza o atendimento, disponibiliza equipamentos para a coleta biométrica e a emissão de títulos, além de alinhar os cronogramas com as escolas. A Seduc fica responsável por viabilizar o transporte e acompanhar a ida dos estudantes aos locais de atendimento, conforme solicitação das unidades escolares.
Em Mato Grosso, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cruzados com o cadastramento eleitoral, indicam que apenas 28% dos jovens dessa faixa etária possuem título de eleitor. Outros 72% ainda não exercem esse direito por falta do documento.
Nas escolas, o tema também é abordado em uma trilha pedagógica voltada à consciência eleitoral. A metodologia inclui atividades com jogos, desafios, vídeos, conteúdos educativos, materiais gráficos e digitais. A linguagem foi concebida para dialogar com os estudantes e inclui materiais visuais, como gibis, voltados também a alunos neurodivergentes.
Para muitos jovens, a mobilização ajudou a tornar mais simples um processo que parecia distante. Aos 17 anos, o estudante Júlio Gabriel Badaró decidiu tirar o título após conversar com colegas e professores.
“Eu achava que era uma coisa complicada, que a gente só ia fazer quando ficasse mais velho. Quando explicaram na escola, vi que também é uma responsabilidade nossa. A gente reclama de muita coisa, mas também precisa participar”, afirmou.
A estudante Geanny Eduarda Ferreira, de 15 anos, disse que a ação esclareceu dúvidas comuns entre os adolescentes, como a idade mínima, o prazo para cadastro e os documentos necessários.
“Eu não sabia direito como funcionava. Tinha dúvidas sobre a idade, o prazo e o documento. Quando a escola trouxe a informação, ficou mais fácil. Não foi só mandar a gente tirar o título. Explicaram por que isso importa”, contou.
Para o estudante Henzo Matheus Cunha, de 17 anos, falar sobre o título de eleitor na escola ajuda os jovens a perceber que a política também aparece em situações do dia a dia.
“Às vezes, a gente pensa que a política está longe, mas ela aparece na escola, no transporte, na merenda, nos projetos. Tirar o título é um jeito de começar a prestar atenção. Eu gostei porque a escola não tratou a gente como criança”, disse.
Segundo dados do TSE, o Brasil tem 5,8 milhões de adolescentes de 16 e 17 anos. Até fevereiro, quase 1,8 milhão de jovens de 15, 16 e 17 anos já haviam obtido o título de eleitor. De acordo com a Justiça Eleitoral, o número corresponde a cerca de dois em cada dez adolescentes aptos ao cadastramento. Adolescentes de 15 anos também podem solicitar o título. No entanto, só poderão votar nas eleições deste ano se completarem 16 anos até 4 de outubro.
Para a secretária de Estado de Educação, Flávia Soares, a mobilização abre espaço para que os estudantes compreendam, desde cedo, que também têm voz nas decisões que afetam suas comunidades.
“Quando o jovem tira o título de eleitor, ele começa a ocupar um lugar que também é dele. A escola tem o papel de abrir caminhos, explicar, esclarecer dúvidas e mostrar que a participação não é um assunto distante. O estudante precisa saber que sua voz conta e que ele pode ajudar a decidir o futuro da sua cidade, do seu Estado e do país”, concluiu.
Com AssessoriaEstudantes de 16 e 17 anos da Rede Estadual de Mato Grosso estão sendo mobilizados, a partir de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), a emitir o primeiro título eleitoral. O prazo para a emissão ou regularização do registro eleitoral termina nesta quarta-feira (6.5).
A iniciativa faz parte de uma ação nacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em parceria com o Unicef, e que foi reforçada no Estado por meio de acordo firmado entre o TRE e a Seduc. A proposta é facilitar o acesso dos estudantes ao alistamento eleitoral e ampliar a participação dos jovens nas eleições de outubro.
Pela parceria, a Justiça Eleitoral organiza o atendimento, disponibiliza equipamentos para a coleta biométrica e a emissão de títulos, além de alinhar os cronogramas com as escolas. A Seduc fica responsável por viabilizar o transporte e acompanhar a ida dos estudantes aos locais de atendimento, conforme solicitação das unidades escolares.
Em Mato Grosso, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cruzados com o cadastramento eleitoral, indicam que apenas 28% dos jovens dessa faixa etária possuem título de eleitor. Outros 72% ainda não exercem esse direito por falta do documento.
Nas escolas, o tema também é abordado em uma trilha pedagógica voltada à consciência eleitoral. A metodologia inclui atividades com jogos, desafios, vídeos, conteúdos educativos, materiais gráficos e digitais. A linguagem foi concebida para dialogar com os estudantes e inclui materiais visuais, como gibis, voltados também a alunos neurodivergentes.
Para muitos jovens, a mobilização ajudou a tornar mais simples um processo que parecia distante. Aos 17 anos, o estudante Júlio Gabriel Badaró decidiu tirar o título após conversar com colegas e professores.
“Eu achava que era uma coisa complicada, que a gente só ia fazer quando ficasse mais velho. Quando explicaram na escola, vi que também é uma responsabilidade nossa. A gente reclama de muita coisa, mas também precisa participar”, afirmou.
A estudante Geanny Eduarda Ferreira, de 15 anos, disse que a ação esclareceu dúvidas comuns entre os adolescentes, como a idade mínima, o prazo para cadastro e os documentos necessários.
“Eu não sabia direito como funcionava. Tinha dúvidas sobre a idade, o prazo e o documento. Quando a escola trouxe a informação, ficou mais fácil. Não foi só mandar a gente tirar o título. Explicaram por que isso importa”, contou.
Para o estudante Henzo Matheus Cunha, de 17 anos, falar sobre o título de eleitor na escola ajuda os jovens a perceber que a política também aparece em situações do dia a dia.
“Às vezes, a gente pensa que a política está longe, mas ela aparece na escola, no transporte, na merenda, nos projetos. Tirar o título é um jeito de começar a prestar atenção. Eu gostei porque a escola não tratou a gente como criança”, disse.
Segundo dados do TSE, o Brasil tem 5,8 milhões de adolescentes de 16 e 17 anos. Até fevereiro, quase 1,8 milhão de jovens de 15, 16 e 17 anos já haviam obtido o título de eleitor. De acordo com a Justiça Eleitoral, o número corresponde a cerca de dois em cada dez adolescentes aptos ao cadastramento. Adolescentes de 15 anos também podem solicitar o título. No entanto, só poderão votar nas eleições deste ano se completarem 16 anos até 4 de outubro.
Para a secretária de Estado de Educação, Flávia Soares, a mobilização abre espaço para que os estudantes compreendam, desde cedo, que também têm voz nas decisões que afetam suas comunidades.
“Quando o jovem tira o título de eleitor, ele começa a ocupar um lugar que também é dele. A escola tem o papel de abrir caminhos, explicar, esclarecer dúvidas e mostrar que a participação não é um assunto distante. O estudante precisa saber que sua voz conta e que ele pode ajudar a decidir o futuro da sua cidade, do seu Estado e do país”, concluiu.
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Cuiabá terá “bolsa aluguel” de R$ 700 para famílias em risco social

A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, nesta terça-feira (5), em segunda votação, o projeto de lei que cria o “Auxílio Aluguel Social”, destinado a famílias em situação de vulnerabilidade. A proposta, encaminhada pelo prefeito Abílio Brunini (PL) por meio da Mensagem nº 19/2026, recebeu aprovação unânime dos vereadores presentes.
O benefício prevê o pagamento mensal de R$ 700 por família, por meio de transferência bancária. Inicialmente, o programa atenderá até 700 famílias, limite definido conforme a capacidade orçamentária da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência.
De caráter temporário, o auxílio terá duração inicial de até seis meses, podendo ser prorrogado por igual período, com limite máximo de 24 meses. Caberá ao beneficiário escolher o imóvel, negociar o valor do aluguel e efetuar o pagamento diretamente ao proprietário. Custos como água, energia elétrica, IPTU e condomínio não serão cobertos pelo programa.
Para ter acesso, será necessário passar por avaliação socioeconômica realizada por equipes do CRAS ou CREAS, além de possuir cadastro atualizado no CadÚnico e comprovar residência em Cuiabá há pelo menos seis meses. O texto prevê prioridade para famílias com crianças, idosos, pessoas com deficiência, gestantes, além de vítimas de violência doméstica, pessoas em situação de risco, desastres ou que tiveram imóveis interditados.
A Secretaria de Assistência Social afirma que a medida busca garantir condições mínimas de sobrevivência em casos de perda ou interrupção de moradia. Após a aprovação no Legislativo, o projeto segue para sanção do prefeito.
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Show das Águas retoma apresentações de terça a domingo no Parque das Águas

Após três anos desativado, maior sistema de água dançante do Brasil volta a operar em fase de testes com novos horários
Show das Águas passa a ter apresentações de terça a domingo no Parque das Águas
Após mais de três anos sem funcionamento regular, o tradicional Show das Águas, no Parque das Águas, avança em sua fase de testes operacionais e passa a contar com apresentações de terça a domingo, além de novos horários para o público cuiabano. A retomada integra a programação comemorativa dos 307 anos de Cuiabá e marca uma nova etapa de funcionamento, com ativação gradual dos equipamentos.
Atualmente, a fonte opera de terça a domingo dentro da programação especial. No período da manhã, das 6h30 às 9h, funciona como chafariz, contribuindo para o conforto térmico e a umidade do ambiente, especialmente para quem utiliza o parque nas primeiras horas do dia. Já no período da tarde e da noite, o funcionamento começa às 17h, também como chafariz, e, a partir das 18h30, tem início o espetáculo com coreografias de água e iluminação.
Nesta fase, o sistema já conta com cinco caixas em operação, com previsão de ampliação nos próximos dias. Os equipamentos de iluminação em LED já estão disponíveis e serão incorporados gradualmente, permitindo a evolução dos efeitos visuais e da experiência do público.
Mesmo em fase de testes, o Show das Águas já voltou a atrair grande público, consolidando novamente o Parque das Águas como um dos principais pontos de encontro da população.
Considerado o maior sistema de água dançante do Brasil, o Show das Águas possui uma plataforma de aproximadamente 70 metros de extensão, com jatos que podem alcançar até 30 metros de altura, aliando tecnologia, iluminação cênica e sincronização musical.
Entre as melhorias já implementadas está a instalação de um novo CLP (Controlador Lógico Programável), que permite maior controle das operações e a criação de coreografias mais elaboradas, além do uso de inversores de frequência, que garantem maior precisão nos movimentos da água.
A administração do espaço é de responsabilidade da Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos, que coordenou todo o processo de revitalização.
O diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, reforçou o trabalho técnico e a continuidade dos ajustes.
“Realizamos uma força-tarefa completa, com revisão de toda a parte hidráulica, elétrica e estrutural. Neste momento, seguimos com os testes e com a ampliação gradual dos equipamentos, o que permitirá que o show opere com ainda mais qualidade, tecnologia e segurança para a população”, pontuou.
Os testes operacionais seguem ao longo do mês, com atuação de equipes técnicas especializadas. A expectativa é de que, com a chegada e a instalação dos novos equipamentos, o sistema atinja 100% da capacidade, oferecendo um espetáculo ainda mais completo, moderno e imersivo.
Enquanto isso, a fonte segue ativa de terça a domingo dentro da programação especial, reforçando o Parque das Águas como um dos principais polos de lazer, cultura e convivência em Cuiabá.
Com Assessoria
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