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13 de julho de 2026

Sustentabilidade

Culturas perenes ganham eficiência com tecnologia na distribuição de insumos – MAIS SOJA

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O correto preparo do solo é fundamental para o bom desenvolvimento de lavouras de café e citros (laranja, limão, tangerina, entre outras), pois essas culturas são perenes e permanecem no mesmo local por muitos anos. Um solo mal preparado compromete toda a vida útil da lavoura e sua produtividade. Já um preparo bem feito permite que o sistema radicular se desenvolva adequadamente, garantindo plantas mais vigorosas, produtivas e resistentes a estresses ambientais.

Para ajudar os produtores a terem cada vez mais eficiência nessa importante etapa do processo produtivo, a Piccin Equipamentos marcará presença durante a edição 2025 da Coopercitrus Expo, apresentando suas tecnologias para distribuição de corretivos, fertilizantes e preparo de solo. A feira, que está agendada para os dias 21 e 25 de julho, em Bebedouro, no interior paulista, terá como destaque os recém-lançados distribuidores Master 4000 AUP e Master 1500 TP, que ampliam a oferta de soluções para diferentes perfis de produtores. A empresa também apresenta equipamentos já consagrados no mercado.

O Master 4000 AUP foi desenvolvido para instalação em plataformas autopropelidas, sejam novas ou reaproveitadas. É ideal para operações que exigem maior autonomia e rendimento, sendo indicado para propriedades com maior demanda operacional. Já o Master 1500 TP é uma solução prática para áreas menores e tratores de menor porte, com acoplamento direto no terceiro ponto, o que garante praticidade e versatilidade no campo. Ambos os modelos se destacam pela estrutura reforçada, facilidade na utilização e pela aplicação precisa por esteira, mantendo o padrão de eficiência e durabilidade dos produtos Piccin. “São implementos que ampliam a nossa atuação em propriedades de diferentes portes, entregando soluções objetivas para otimizar o trabalho nas fazendas”, explica Thiago Duarte Piccin, engenheiro agrônomo e coordenador de Serviços ao Cliente do Grupo Piccin.

Outro destaque da marca é o consagrado Master 3000 D Cafeeira Model Year, implemento projetado especialmente para a distribuição de corretivos e fertilizantes em cafezais. O modelo é equipado com a esteira precisa patenteada Piccin, com três velocidades reguláveis, capaz de aplicar diferentes tipos de insumos com a mesma eficiência. Seu sistema de distribuição é acionado por correias, com tração via cardan, garantindo durabilidade e confiabilidade no campo. O modelo também conta com bitola ajustável por inversão das rodas, permitindo a adequação à entrelinha do cafezal e minimizando danos à saia do café, além de regulagem de altura que proporciona melhor adaptação ao estágio de desenvolvimento da lavoura.

A distribuição pode ser feita de forma localizada ou em área total, uma vez que o equipamento acompanha kit direcionador, que canaliza a aplicação diretamente para as entrelinhas, evitando desperdícios e o contato direto dos insumos com as plantas.

Para aplicações em áreas extensas, a Piccin levará ao evento o modelo Master 7500 D Model Year, também com esteira precisa e pneus 11L15. “Ele opera com o mesmo sistema de esteira transportadora presente na linha Master, permitindo a aplicação de diferentes produtos e capacidade de carga média para operações com taxas fixas”, diz o profissional da empresa.

Mais equipamentos

Os visitantes da Expocopercitrus poderão conhecer melhor o distribuidor Master 12000 DH BI S Inox MY 2024, com depósito e assoalho em aço inoxidável, esteira zincada e kit lona fácil. “O equipamento é indicado para aplicações com produtos de alta corrosividade e operações intensivas, suportando volumes maiores com menor necessidade de reabastecimento”, destaca Thiago.

Falando de descompactação do solo, no estande da marca estará o Advanced TP 5 Hastes, utilizado para romper camadas adensadas que dificultam o desenvolvimento radicular das lavouras. Suas cinco hastes trabalham em profundidade e promovem melhor infiltração de água, aumentando a eficiência do aproveitamento de nutrientes.

Outro equipamento exposto é o Advanced Mod BT 5, que se diferencia pelo sistema de tração do equipamento, sendo regulado hidraulicamente. “Pode ser utilizado tanto na abertura de áreas novas quanto na manutenção de solos já corrigidos, adaptando-se ao manejo de culturas anuais ou perenes”, cita o head da Piccin.

Para as culturas de citrus, a empresa levará o Master 5500 DH EI, com esteira precisa e pneu 11L15, modelo com capacidade intermediária e sistema de esteira independente que proporciona uniformidade e controle de dosagem na aplicação de corretivos. Para finalizar, será apresentado o GAHG – RO 2000, um utilitário robusto projetado para auxiliar o produtor nas atividades diárias da propriedade. O guincho possui capacidade de carga de até 2.000 kg e conta com rodado oscilante, que proporciona maior estabilidade e facilidade de utilização em terrenos irregulares, otimizando o transporte e o manejo de cargas no campo.

Evento estratégico

A Coopercitrus Expo 2025 é um dos principais eventos do agronegócio paulista. “A feira representa uma oportunidade estratégica para apresentarmos ao produtor soluções que respondem diretamente aos desafios do campo”, afirma Gobesso. A feira é promovida pela Coopercitrus, que hoje possui mais de 38 mil cooperados, atuando em 67 municípios nos estados de São Paulo, Goiás e Minas Gerais. “Nossa participação é voltada ao diálogo técnico, com equipamentos que atendem diferentes realidades produtivas dos cooperados”, complementa. Anteriormente conhecida como Feacoop, a feira reúne produtores, técnicos, empresas e instituições do setor agropecuário em um ambiente voltado à inovação, troca de conhecimento e oportunidades comerciais.

Serviço

Coopercitrus Expo 2025
Local: Centro de Eventos Coopercitrus – Bebedouro (SP)
Data: 21 a 25 de julho de 2025
Horário: das 08h às 18h
Site: www.piccin.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa Piccin Equipamentos



 

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Sustentabilidade

Soja avança no mercado brasileiro com alta em Chicago e retomada chinesa; confira o resumo da semana

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Foto: Pixabay

Os preços da soja registraram alta nas principais regiões produtoras do Brasil ao longo desta semana, refletindo a valorização dos contratos futuros na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) e um cenário internacional mais favorável. O movimento também estimulou os produtores a retomarem as negociações no mercado físico neste início de julho.

Entre as principais praças acompanhadas pelo mercado, a saca de 60 quilos passou de R$ 131,50 para R$ 135,00 em Passo Fundo (RS). Em Cascavel (PR), a cotação subiu de R$ 126,50 para R$ 130,00. Já em Rondonópolis (MT), o preço avançou de R$ 117,00 para R$ 122,00 por saca. No Porto de Paranaguá (PR), a valorização foi de R$ 137,50 para R$ 141,00.

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Cenário internacional da soja

No mercado internacional, os contratos futuros da soja também encerraram a semana em alta. Na Bolsa de Chicago, o contrato com vencimento em novembro, o mais negociado, acumulou valorização de cerca de 3%, passando de US$ 11,47¾ para US$ 11,81¾ por bushel.

A recuperação das cotações foi impulsionada, inicialmente, pelas previsões de uma intensa onda de calor sobre o cinturão produtor dos Estados Unidos, o que elevou as preocupações com o desenvolvimento das lavouras. Embora esse fator tenha perdido força ao longo da semana, outros elementos continuaram sustentando o mercado.

Um dos principais foi a retomada das compras de soja norte-americana pela China, em linha com os compromissos firmados entre Washington e Pequim. Relatos de operadores e anúncios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmaram o aumento da demanda chinesa pelo produto dos EUA.

Além disso, a valorização do petróleo no mercado internacional também contribuiu para sustentar os preços das commodities. A renovação das tensões no Oriente Médio impulsionou a cotação da commodity, movimento que acabou beneficiando também o mercado da soja e de outros produtos agrícolas.

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Sustentabilidade

Negócios são contidos em dia de USDA; confira as cotações de soja

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com negociações mais contidas no mercado interno, enquanto os melhores negócios foram registrados nos portos. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os prêmios permaneceram firmes ao longo da semana, sustentando as cotações mesmo com o recuo do dólar.

De acordo com o analista, a Bolsa de Chicago avançou após a divulgação do relatório de oferta e demanda de julho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), enquanto a moeda norte-americana apresentou queda, mas sem grandes oscilações. Com isso, os preços variaram entre estabilidade e alta durante a sessão.

Silveira afirma que o produtor segue cauteloso e continua buscando preços ainda mais elevados para avançar nas negociações.

“O mercado segue com boas indicações, mas o produtor continua cauteloso, buscando cotações ainda maiores”, destaca.

Segundo o analista, a semana foi marcada por um volume expressivo de negócios, impulsionado pelas indicações mais firmes de preços. “O mercado ficou mais animado pelo ponto de vista do vendedor”, resume.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 135,00 por saca
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 136,00 por saca
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 130,00 por saca
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 122,00 por saca
  • Dourados (MS): subiu de R$ 121,00 para R$ 123,00 por saca
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 124,00 por saca

Nos portos, Paranaguá (PR) manteve a referência em R$ 141,00 por saca, mesmo patamar observado em Rio Grande (RS).

Chicago fecha em alta após relatório do USDA

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram a sexta-feira em alta, refletindo a repercussão do relatório mensal do USDA e a confirmação de uma venda de soja norte-americana para a China.

O USDA estimou a safra dos Estados Unidos em 4,475 bilhões de bushels na temporada 2026/27, o equivalente a 121,8 milhões de toneladas, acima da estimativa anterior de 4,435 bilhões de bushels (120,7 milhões de toneladas). O mercado esperava uma produção de 4,457 bilhões de bushels, ou 121,3 milhões de toneladas.

A produtividade foi mantida em 53 bushels por acre.

Já os estoques finais da safra 2026/27 foram projetados em 310 milhões de bushels, ou 8,44 milhões de toneladas, abaixo da expectativa do mercado, que estimava 324 milhões de bushels (8,8 milhões de toneladas). Para a temporada 2025/26, o USDA indicou estoques de passagem de 330 milhões de bushels, enquanto os analistas esperavam 337 milhões.

Outro fator de sustentação dos preços foi o anúncio de exportadores privados norte-americanos sobre a venda de 254 mil toneladas de soja para a China, com entrega prevista para a temporada 2026/27.

No fechamento da sessão, o contrato julho/2026 avançou 14 centavos de dólar, ou 1,18%, para US$ 11,91 por bushel. A posição novembro/2026 subiu 9,25 centavos, ou 0,78%, encerrando a US$ 11,90¾ por bushel. Na semana, o contrato novembro acumulou valorização de 3,62%.

Entre os derivados, o farelo para agosto/2026 avançou US$ 3,00 por tonelada, fechando em US$ 320,40, enquanto o óleo de soja para agosto subiu 0,77%, para 70,46 centavos de dólar por libra-peso.

Dólar recua na semana

No mercado de câmbio, o dólar comercial encerrou a sexta-feira com queda de 0,29%, cotado a R$ 5,1068 na venda e R$ 5,1048 na compra. Durante o pregão, a moeda oscilou entre R$ 5,0988 e R$ 5,1253. No acumulado da semana, a desvalorização foi de 1,19%.

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Sustentabilidade

CESB 25/26: Campeão da Região Norte – Sequeiro obteve 136,64 sc/ha – MAIS SOJA

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Com produtividade de 136,64 sacas por hectare, o produtor Pedro Foresto Crispim, Fazenda Bela, em Goiatins (TO), garantiu o título de campeão da Região Norte, categoria sequeiro, do Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja do CESB da safra 25/26.

A impressionante produtividade foi obtida em uma área de 2,68 hectares, cujas práticas de manejo foram voltadas à construção da fertilidade do solo, à preservação do perfil físico e ao manejo criterioso da cultura ao longo de todo o ciclo. O histórico da área demonstra uma rotação de culturas envolvendo soja, milho, milheto e braquiária, além de sucessivas correções da acidez com aplicações de calcário e gesso em safras anteriores, além da calagem na safra 25/26, onde também foi realizada adubação de sistema com 300 kg/ha de 00-49-00 + S a lanço.

A cultivar NEO 820 IPRO foi semeada com espalhamento entrelinhas de 50 cm, população planejada de 260 mil plantas por hectare e profundidade de 3,5 cm. O tratamento de sementes continha inseticidas e fungicidas. Para a coinoculação realizada via sulco de semeadura foram utilizados Bradyrhizobium japonicum e Azospirillum brasilense, associados ao fornecimento de cobalto, molibdênio e níquel. Antes da semeadura também foi realizada dessecação com glufosinato de amônio, glifosato e flumioxazina, enquanto a adubação de plantio contemplou 100 kg/ha de fosfato (00-49-00 + S) e 150 kg/ha de cloreto de potássio (na pré-semeadura).

Durante o desenvolvimento vegetativo, o manejo nutricional incluiu nova aplicação de 150 kg/ha de KCl em V2, reforçando o suprimento de potássio. Paralelamente, foi realizado controle de plantas daninhas com aplicações sequenciais de cletodim e glifosato, além de um programa fitossanitário voltado ao manejo de pragas e doenças. As aplicações combinaram fungicidas protetores e sítio-específicos, inseticidas com diferentes mecanismos de ação e adjuvantes.

Na fase reprodutiva, o manejo foi intensificado com aplicações foliares de macro e micronutrientes, além de nova aplicação de Azospirillum brasilense em R1. O programa fitossanitário foi mantido até R5.5, alternando fungicidas como mancozebe, clorotalonil e difenoconazol, associados ao controle de insetos por meio de inseticidas como bifentrina, acetamiprido, abamectina, piriproxifem, imidacloprido e acefato. Também foi realizada suplementação de potássio em R5.3.

Entre os principais fatores responsáveis pelo elevado rendimento, o consultor Luiz Gabriel de Moraes Junior destaca a fertilidade e perfil do solo, a genética e qualidade das sementes e as boas condições climáticas, com precipitação acumulada de 1026 mm, elevada eficiência climática e agrícola. Esses fatores permitiram expressivo peso de mil grãos (263,3 g) resultando na produtividade de 136,64 sc/ha.

A partir desse ano, os Cases Campeões do CESB passam a ser disponibilizados mediante uma taxa de contribuição simbólica. Essa mudança tem como principal objetivo garantir a continuidade e a sustentabilidade das ações promovidas pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), sempre voltadas ao fortalecimento da sojicultura nacional (CESB, 2026).

Clique aqui e confira!



Referências:

CESB. Comitê Estratégico Soja Brasil. Case Campeões, 2026. Disponível em: < https://www.cesbrasil.org.br/category/cases-campeoes/ >, acesso em: 10/07/2026.

Redação: Equipe Mais Soja, com informações dos Cases CESB.

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