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18 de julho de 2026

Agro Mato Grosso

O projeto de ferrovia que ‘rasga’ o Brasil e liga 2 oceanos I MT

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Linha partiria de Lucas do Rio Verde, seguindo para outras ferrovias na ligação com o Atlântico e o Pacífico

Brasil e China assinaram um acordo para o projeto de uma ferrovia que ligaria Mato Grosso ao porto de Chancay, no Peru.

A proposta integra a estratégia chinesa na América Latina e pode redefinir as exportações brasileiras.

Brasil e China avançaram nas negociações para criar uma rota ferroviária ligando o Atlântico ao Pacífico.

Na segunda-feira (7), os países firmaram um memorando de entendimento para estudos sobre a Ferrovia Bioceânica, projeto que conectaria Lucas do Rio Verde (354 km ao Norte de Cuiabá) ao Peru, potencialmente ampliando o escoamento da produção brasileira rumo à Ásia.

O documento foi assinado durante reunião do subcomitê de infraestrutura da Cosban (Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação), realizada em Pequim.

A assinatura integra um pacote mais amplo de cooperação bilateral. Além da ferrovia, Brasil e China firmaram acordos em áreas como transportes, mineração, telecomunicações e inteligência artificial.

O projeto prevê uma ferrovia que partiria de Lucas do Rio Verde, polo agrícola do país, seguindo pela Fico (Ferrovia de Integração Centro-Oeste) até Mara Rosa (GO), onde se conectaria à Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste).

Essas duas ferrovias formam o eixo logístico que liga o Centro-Oeste ao litoral do Atlântico, por Ilhéus (BA), e serviriam como base para o trecho bioceânico rumo ao Peru.

Da região de Lucas do Rio Verde, o traçado avançaria em direção oeste, cruzando Rondônia e o Sul do Acre, até alcançar a fronteira peruana.

No Peru, a ferrovia transporia a Cordilheira dos Andes, chegando ao porto de Chancay, no Pacífico, a cerca de 70 km de Lima.

Os estudos técnicos definirão o traçado exato, incluindo municípios percorridos e pontos de integração logística.

Por ora, o memorando autoriza apenas a realização de estudos técnicos, econômicos e ambientais.

Não há definição sobre orçamento ou cronograma de execução.

Qualquer decisão dependerá dos resultados desses estudos, segundo nota do governo brasileiro.

DETALHES DO PROJETO – A Ferrovia Bioceânica faz parte de um corredor logístico planejado há mais de uma década para conectar o Brasil ao mercado asiático, sem depender de rotas marítimas tradicionais.

Seus trechos brasileiros, a Fiol e a Fico, estão em diferentes estágios de implantação e são considerados estratégicos para reduzir custos logísticos do agronegócio e da mineração nacionais.

O segmento bioceânico prolongaria essa malha até o Pacífico, criando uma alternativa terrestre que dispensaria a travessia pelo Canal do Panamá ou o contorno pelo Cabo Horn.

O ponto final do projeto é o Porto de Chancay, recém-inaugurado e controlado pela estatal chinesa Cosco Shipping Ports.

Localizado a cerca de 70 km de Lima, o terminal é considerado hub logístico estratégico para escoamento de commodities sul-americanas e entrada de manufaturados chineses na região.

O Ministério do Planejamento destaca que a conexão ao porto amplia as possibilidades comerciais do Brasil e fortalece sua infraestrutura continental.

Especialistas apontam que o projeto integra a BRI (Belt and Road Initiative), conhecida como Nova Rota da Seda.

Estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) de 2022 aponta que a BRI é uma estratégia geoeconômica chinesa que combina investimentos em infraestrutura com projeção global de poder, garantindo acesso a matérias-primas, expandindo o uso internacional da moeda chinesa e fortalecendo cadeias logísticas sob sua influência.

A iniciativa também responde a desafios internos da China.

Segundo o estudo, a Nova Rota da Seda contribui para reduzir excedentes industriais, promover o desenvolvimento de províncias menos ricas no interior do país e ampliar rotas de abastecimento consideradas seguras, em um cenário de crescente rivalidade geopolítica com os Estados Unidos.

IMPACTOS ESPERADOS – Estima-se que a ferrovia possa reduzir em até 10 mil km o trajeto marítimo de exportações brasileiras para a Ásia.

Dados publicados pela Reuters em maio de 2025 indicam que a conexão ferroviária poderia diminuir o tempo de transporte de grãos, carne e minérios ao mercado asiático em cerca de duas semanas, aumentando a competitividade do agronegócio e da mineração nacionais.

Ambientalistas alertam para riscos socioambientais caso o projeto avance.

Embora o memorando não defina o traçado, propostas anteriores incluíam rotas por áreas sensíveis da Amazônia e trechos complexos da Cordilheira dos Andes, com potencial impacto sobre ecossistemas frágeis e territórios indígenas.

Organizações ambientais defendem, segundo apuração da Reuters, que os estudos incluam avaliações aprofundadas de impacto e consultas prévias às comunidades locais.

Os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental definirão os próximos passos.

O Governo brasileiro afirma que qualquer decisão sobre execução, traçado e financiamento dependerá desses estudos, que ainda não têm prazo para conclusão.

O tema continuará sendo debatido no âmbito da Cosban, principal instância bilateral de diálogo Brasil-China.

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Duas pessoas morrem em acidente com carro de polícia, caminhão de lixo e outros dois veículos em MT; vídeos

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Um acidente envolvendo quatro veículos deixou duas pessoas mortas e duas feridas nesta , no km 400 da BR-174, em Nova Lacerda (MT), nesta sexta-feira (17). A colisão também envolveu uma viatura da Polícia Militar e provocou a interdição total da rodovia. As vítimas fatais e os feridos ainda não tiveram as identidades divulgadas.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a viatura da Polícia Militar estava entre os veículos envolvidos na batida. Segundo a PM, os policiais que ocupavam o veículo não sofreram ferimentos e passam bem. (video abaixo)

Ainda conforme a PRF, duas pessoas ficaram feridas, foram socorridas e encaminhadas ao hospital de Nova Lacerda. Outras duas vítimas morreram ainda no local do acidente.

Com o impacto da colisão, um incêndio atingiu os veículos envolvidos. O Corpo de Bombeiros e caminhões-pipa foram acionados para combater as chamas, enquanto equipes da PRF realizaram o isolamento da área e o controle do tráfego.

Acidente interdita BR-174 após deixar dois mortos. — Foto: Reprodução

A pista permanece totalmente interditada para os trabalhos de perícia e remoção dos veículos. A Polícia Judiciária Civil (PJC) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas para apurar as circunstâncias do acidente.

VIDEO:

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Syngenta Biologicals vem se tornando referência no mercado de biológicos MT

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Em todo planejamento de safra, o produtor olha para os custos de insumos, revisa o histórico de pragas e doenças e confere a previsão climática que já sinaliza outro período de estresse hídrico. Em algum momento dessa análise, uma pergunta começa a se impor: o que mais posso fazer para proteger o que eu plantei e melhorar a produtividade e qualidade?

Essa pergunta é a mesma que milhares de produtores no Brasil têm respondido com o uso de biológicos. O uso de bioinsumos no Brasil vem crescendo safra após safra e atingiu 194 milhões de hectares na safra 2025/26, um crescimento de 28% segundo o último levantamento da CropLife.

Quando integrados com estratégia, os produtos biológicos protegem a produtividade e qualidade da safra, controlam pragas, doenças e nematoides e tornam a lavoura mais resiliente ao longo dos ciclos. A questão, então, deixou de ser se vale a pena usar biológicos. Virou outra: quem tem, de fato, o portfólio para cobrir todos os desafios do campo?

Neste conteúdo você vai entender o que diferencia a Syngenta Biologicals no mercado de biológicos: a base científica construída sobre décadas de pesquisa e as quatro categorias de produtos biológicos que transformam os resultados da safra. Continue lendo e descubra por que, quando o assunto é biológico, a escolha mais lógica é também a mais completa!

A ciência traz para o produtor o que a natureza levou milênios para desenvolver

Para compreender por que os biológicos funcionam, é preciso olhar para o que o manejo convencional não consegue replicar: o funcionamento de um agroecossistema vivo.

Um solo em equilíbrio microbiológico disponibiliza nutrientes, controla agentes patogênicos e cria as condições para que a raiz se desenvolva. Uma planta que responde ao estresse climático sem perder produtividade. Uma lavoura com inimigos naturais que controlam pragas, doenças e nematoides. Isso é o campo funcionando como um sistema vivo, e os biológicos são a base que apoia essa fundação.

Porém, o desafio histórico foi transformar esses mecanismos naturais em soluções previsíveis, com desempenho consistente, modo de ação compreendido e replicabilidade. Resolver esse desafio exigiu décadas de pesquisa e foi exatamente sobre essa base científica que a Syngenta Biologicals foi construída.

Plântula de soja jovem sob o por do sol em lavoura.

Syngenta Biologicals: uma empresa construída sobre décadas de ciência

Syngenta Biologicals foi estruturada em 2024, mas sua trajetória de sucesso no mercado de biológicos começa muito antes. A empresa estruturou suas bases em referências globais do segmento para criar algo que o mercado de biológicos brasileiro ainda não havia visto: um portfólio com profundidade técnica real em cada categoria.

O ponto central dessa construção é a plataforma de tecnologia exclusiva GeaPower®para selecionar e combinar as melhores matérias-primas que a natureza oferece.

O resultado são produtos biológicos com modo de ação definido, janela de aplicação precisa e desempenho validado em condições reais de lavoura.

Cientista em laboratório distribuindo amostra líquida sobre uma placa de Petri em uma capela, ilustrando a qualidade do processo de produção de biológicos da Syngenta Biologicals

Um portfólio completo para todos os desafios do campo

Syngenta Biologicals tem o portfólio de biológicos mais completo, confiável e inovadores mercado, com presença nas quatro categorias que formam um manejo biológico integral: biocontrole, bioativação, uso eficiente dos nutrientes e nutrição.

Cada categoria responde a um tipo específico de desafio encontrado no campo, e é a combinação delas em um único portfólio, desenvolvido sob a mesma plataforma tecnológica e com o mesmo rigor científico, que torna o manejo do produtor verdadeiramente completo e integrado.

Biocontrole

linha de biocontrole da Syngenta Biologicals atua na proteção da lavoura contra pragas, doenças e nematoides, a partir da ação de microrganismos benéficos, compostos bioquímicos e semioquímicos.

Eles promovem e contribuem para a resistência sistêmica das plantas e reduzem a pressão de pragas, doenças e nematoides de maneira sustentável.

Bioativadores

linha de bioativadores da Syngenta Biologicals ativam o metabolismo vegetal, fortalecem o crescimento, melhoram a eficiência da planta e ampliam a tolerância a condições adversas, preparando a planta antes que o estresse aconteça e acelerando sua recuperação quando ele já ocorreu.

Em safras marcadas pela imprevisibilidade climática, são eles que sustentam a consistência produtiva quando o ambiente não coopera.

Eficiência no Uso de Nutrientes (NUE)

linha de produtos biológicos com foco na Eficiência no Uso de Nutrientes (NUE) da Syngenta Biologicals tem como foco a melhoria disponibilidade e a absorção de macro e micronutrientes pelas plantas, ampliando o aproveitamento dos fertilizantes já aplicados.

Antes de colocar mais no solo, é preciso aproveitar o que já está lá e em todo o ambiente, como capturar o nitrogênio que está no ar: essa é a lógica da categoria.

Nutrição

linha de nutrição da Syngenta Biologicals reúne produtos biológicos voltados para a saúde do solo que estimulam a fixação biológica de nitrogênio, a solubilização e mobilização de nutrientes, como também contribuem para própria atividade dos microrganismos benéficos do solo.

Assim, eles elevam o aproveitamento de todos os investimentos em fertilizantes e insumos ao longo da safra.

A escolha é uma só. É Syngenta Bio. Lógico!

Biocontrole, bioativação, eficiência nutricional e nutrição em um único portfólio, com uma plataforma tecnológica inovadora validada em campo e com suporte especializado em cada fase do ciclo: isso é o que o campo exige. Isso é o que a Syngenta Biologicals entrega, com a confiança Syngenta que todo produtor já conhece.

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável.

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Mato Grosso supera 239 mil sistemas de energia solar

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Mato Grosso ultrapassou a marca de 239 mil sistemas de energia solar em operação e aparece entre os estados brasileiros que mais ampliaram a geração distribuída no último ano. De acordo com levantamento da Solfácil, com base em dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), aproximadamente 48 mil novos sistemas foram instalados nos últimos 12 meses, colocando o estado na sexta posição do ranking nacional.

O crescimento acompanha a expansão da energia solar em todo o país. Até maio de 2026, o Brasil contabilizava 4,439 milhões de sistemas de geração distribuída em funcionamento. Somente nos cinco primeiros meses deste ano, foram registradas 297 mil novas conexões, reforçando o avanço da tecnologia entre consumidores que buscam reduzir os gastos com energia elétrica.

Segundo o levantamento, os imóveis residenciais concentram a maior parte das instalações no país. Eles representam 84% de todos os sistemas de geração distribuída, o maior percentual já registrado. Na sequência aparecem os consumidores rurais, com 6%, o setor comercial, com 5%, enquanto os segmentos industrial e de poder público respondem, juntos, pelos 5% restantes.

Para o CEO e fundador da Solfácil, Fabio Carrara, a energia solar já se consolidou como uma alternativa acessível para milhões de brasileiros. Segundo ele, o próximo passo do setor será ampliar o uso de sistemas de armazenamento, como baterias, além de facilitar o acesso ao crédito para que mais famílias e empresas possam investir na geração da própria energia.

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