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5 de maio de 2026

Sustentabilidade

Governo Federal lança Plano Safra 2025/2026 com R$ 516,2 bilhões para impulsionar o agronegócio brasileiro – MAIS SOJA

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Com objetivo de fomentar e fortalecer ainda mais o agronegócio brasileiro, o Governo Federal destina recursos na ordem de R$ 516,2 bilhões para investimento na agricultura empresarial a partir do Plano Safra 2025/2026, lançado na manhã desta terça-feira (01), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro.

“Hoje é mais um dia importante para a agricultura brasileira, com o lançamento do Plano Safra 2025/2026 da Agricultura Empresarial. A Agricultura do nosso país vive um momento extraordinário e, segundo dados da Conab, nós teremos esse ano a maior safra agrícola da nossa história. Isso mostra a força do homem e da mulher do campo, mas também o poder das políticas públicas do Governo federal e os investimentos que o Ministério da Agricultura e Pecuária tem destinado”, salientou o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento, Edegar Pretto, que também participou da cerimônia.

Dentre as novidades do Plano, o crédito rural de custeio agrícola passa a exigir a observância das recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) a partir deste ano. Anteriormente, a exigência era restrita a operações de até R$ 200 mil contratadas por agricultores familiares do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) com enquadramento obrigatório no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro).

Agora, o requisito agora se estende a financiamentos acima desse valor e a contratos em que o Proagro não é exigido. A exceção ocorre somente nos casos em que não houver zoneamento disponível para o município ou para a cultura financiada. O objetivo é evitar a liberação de crédito fora dos períodos indicados ou em áreas com restrições, e contribuir para maior segurança e sustentabilidade na produção.

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O novo Plano Safra contou com um reforço significativo, 8 bilhões, em relação à edição anterior, o que demonstra o compromisso do governo em ampliar os investimentos no setor agropecuário e fortalecer políticas públicas. “Terceiro Plano Safra recorde na história desse país. Estimular no plano safra é a certeza de que o Brasil colhe a supersafra, porque homens e mulheres são capacitados no campo. E a gente precisa desmistificar dizendo que supersafra é de 330 milhões de toneladas de grãos, mas é muito mais do que isso. São mais de 1 bilhão e 100 milhões de toneladas de alimentos produzidos no campo com sustentabilidade, com respeito ao meio ambiente, com boas práticas, que faz e provoca a renovação energética deste país, amplia mercados além de combater a inflação”, reforçou o ministro Fávaro.

Outra novidade do Plano Safra é a autorização para o financiamento de rações, suplementos e medicamentos adquiridos até 180 dias antes da formalização do crédito, o que flexibiliza o acesso aos insumos.

O presidente Lula reforçou que a produtividade do país está ligada à capacidade de proteção ao meio ambiente, o que influencia na posição do Brasil como líder na produção de alimentos. “O grande sucesso não é só o aumento da capacidade produtiva ou o aumento da quantidade de mercados que nós conseguimos. O grande sucesso é o aprendizado de que a gente cuidar de fazer a preservação adequada e necessária ao país, a gente cuidar de preservar os nossos rios e nossos mananciais, de preservar as nossas nascentes, a gente começar a cuidar de recuperar terra degradada, a gente vai percebendo com o tempo que a gente está produzindo mais em menos hectares”, destacou.
Com o slogan “Força para o Brasil crescer”, o Plano Safra 2025/2026 destaca a relevância da agropecuária para o crescimento do país. A ampliação do crédito, o incentivo à produção sustentável e o fortalecimento das políticas voltadas ao campo reforçam a estratégia do governo federal de promover um setor mais eficiente, competitivo e alinhado às demandas ambientais.

Produção sustentável e modernização – O crédito de custeio também poderá ser destinado à produção de sementes e mudas de essências florestais, nativas ou exóticas, valorizando iniciativas voltadas à preservação ambiental. Ainda nesse contexto, será permitido o financiamento de insumos e tratos culturais voltados ao cultivo de plantas utilizadas para cobertura e proteção do solo no período de entressafra, incentivando práticas agrícolas sustentáveis. Além disso, os produtores que adotarem práticas sustentáveis terão acesso a condições diferenciadas, como juros reduzidos.

Programas voltados à modernização e inovação seguem fortalecidos, como o Programa de Modernização da Agricultura e Conservação de Recursos Naturais (Moderagro) e o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro), que foram unificados para simplificar o acesso ao crédito e, com isso, haver aumento do limite disponível para investimentos em granjas, possibilitando que essas estruturas se mantenham sempre atualizadas em relação à sanidade animal.

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Já frente ao desafio do país elevar a capacidade estática diante do crescimento da produção brasileira, o Programa de Armazenagem (PCA) também foi ampliado no Plano Safra 2025/26. O limite de capacidade por projeto passou de 6 mil para 12 mil toneladas, o que contribui para melhorar a infraestrutura de estocagem e escoamento da produção rural.

O Plano Safra da Agricultura Empresarial contempla operações de custeio, comercialização e investimento destinadas aos médios e grandes produtores rurais. As condições variam de acordo com o perfil do beneficiário e o programa acessado. As taxas de juros, prazos e limites de crédito estarão disponíveis nas tabelas oficiais a serem divulgadas pelo Mapa.

*com informações da assessoria do Ministério da Agricultura e Pecuária

Fonte: CONAB



 

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FONTE

Autor:Companhia Nacional de Abastecimento

Site: Conab

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Sustentabilidade

Oferta de Soja em MT deve recuar 4,47% na Safra 26/27, aponta Imea – MAIS SOJA

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Em mai/26, a oferta de soja para a safra 26/27 em Mato Grosso foi estimada em 49,53 mi de t, queda de 4,47% em relação à temporada anterior. Essa redução está atrelada à projeção de menor produção de soja no estado, sustentada por um cenário de incertezas, principalmente, quanto ao nível de investimentos.

Apesar, do recuo, a produção projetada para a safra é a terceira maior de toda a série histórica do instituto. No que se refere à demanda pela oleaginosa, a previsão é que sejam consumidas 49,39 mi de t na safra 26/27, retração de 3,54% em relação ao ciclo anterior. Desse total, 13,65 mi de t deverão ser destinadas ao consumo no estado e 5,23 mi de t para outros estados.

Em relação à destinação, as exportações foram estimadas em 30,51 mi de t, queda de 4,98% no comparativo entre safras. Esse movimento é reflexo da menor disponibilidade do grão mato-grossense. Por fim, o estoque final da safra 26/27 foi estimado em 0,14 mi de t, retração de 78,46% em relação à safra anterior.

Confira os principais destaques do boletim:
  • ALTA: diante da cautela quanto à oferta global, após a União Europeia rejeitar cargas oriundas da Argentina, o farelo de soja em Chicago registrou elevação de 1,85% em relação à semana passada.
  • ACRÉSCIMO: o preço da oleaginosa em Mato Grosso encerrou o período na média de R$103,68/sc, incremento de 1,39% no comparativo semanal.
  • AUMENTO: com a demanda aquecida pela soja em grão e a valorização nas cotações dos coprodutos da oleaginosa, o indicador Cepea apresentou alta de 1,20% frente à semana passada.
Imea divulga primeira projeção da safra 26/27 de soja com redução na produtividade em Mato Grosso.

A área de soja no estado foi projetada em 13,04 milhões de ha, alta de 0,25% em relação à safra 25/26. O avanço mais moderado reflete preços mais baixos da oleaginosa e custos de produção ainda elevados, o que pressiona as margens do produtor. Além disso, as condições de financiamento mais restritas, aliadas às altas taxas de juros, limitam a expansão sobre novas áreas.

Com relação ao rendimento, neste início, as projeções ainda incorporam incertezas associadas às condições climáticas e ao manejo fitossanitário das lavouras. Segundo a NOAA, no 1º trim de desenvolvimento da oleaginosa, a probabilidade de ocorrência do fenômeno El Niño é próxima de 80%, podendo intensificar a irregularidade das chuvas em MT.

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Diante desse cenário, a produtividade da temporada foi estimada em 62,44 sc/ha, queda de 5,43% em relação à safra anterior. Por fim, com o recuo no rendimento, a produção de soja para a safra 26/27 foi projetada em 48,88 milhões de t, redução de 5,19% frente à safra 25/26.

Fonte: IMEA



 

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Sustentabilidade

Milho em MT: Exportações da Safra 24/25 Crescem 5%, mas Ritmo de Embarques Sofre Ajuste – MAIS SOJA

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A exportação de milho da safra 24/25 foi projetada em 25,00 mi t, avanço de 5,04% em relação à safra 23/24. No entanto, na messma revisão de mai/26, o instituto reduziu a estimativa em 3,85% frente ao relatório anterior, refletindo a menor expectativa para o ritmo de embarques entre abril e junho.

Até o momento, o estado exportou 23,86 mi t, restando cerca de 1,14 mi t para o cumprimento da projeção. Isso é influenciado por fatores como a queda do dólar, menores preços do milho e questões externas, como o conflito no Irã, que impactam o volume escoado por MT. Para a safra 25/26, a Imea estima exportações de 25,90 mi t, volume 3,60% superior ao projetado para a temporada anterior. No mercado interno, o consumo da safra 24/25 está estimado em 18,91 mi t, alta de 15,93% em relação à safra anterior, motivado pela expansão da produção de etanol de milho e pela maior demanda da indústria de ração. Para a safra 25/26 o consumo deve somar 20,72 mi t, avanço de 9,54% frente à safra 23/24.

Confira os principais destaques do boletim:
  • POSITIVO: na última semana, o preço do milho na CME – Group apresentou variação positiva de 2,25%, e fechou o período na média de US$ 4,64/bu, motivada pela alta demanda do milho americano.
  • AUMENTO: o preço da paridade de exportação para o contrato de julho fechou a semana na média de R$ 36,05/sc. A alta de 2,46% é explicada pela volta da valorização do dólar na semana.
  • INCREMENTO: na semana do dia 27/04, o valor do dólar compra Ptax fechou com alta em seu comparativo semanal de 0,21%, e finalizou o período a R$ 4,98/US$.
Em mai/26 o Imea manteve a área de milho da safra 25/26 em MT, projetada em 7,39 mi de ha.

Assim, a estimativa de área de milho da atual temporada está 1,83% maior que a da safra passada. Para a produtividade, a projeção cresceu 1,81% em relação ao mês anterior, atingindo 118,71 sc/ha. O melhor desempenho projetado está ligado às boas condições das lavouras, favorecidas pelas chuvas dos últimos três meses, que vêm beneficiando principalmente as áreas das regiões Médio-Norte, Noroeste e Oeste do estado. Na região Sudeste, ainda são necessários maiores volumes de chuva, especialmente nas áreas semeadas mais tardiamente, mantendo o cenário regional indefinido.

Nesse contexto, de acordo com dados da NOAA, a perspectiva indica baixos índices hídricos nas próximas semanas nessas áreas, que se encontram em estágios iniciais de desenvolvimento. Por fim, diante da manutenção da área e do avanço na expectativa do rendimento obtido, a produção da safra 25/26 cresceu em MT, e ficou estimada em 52,65 mi de t.

Fonte: IMEA

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Sustentabilidade

Em tempos de nutrientes caros, usar calcário é uma das soluções mitigadoras, diz diretor do IAC – MAIS SOJA

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Os efeitos da guerra no Irã sobre o agronegócio brasileiro podem ser reduzidos. Uma das ações mitigadoras é a calagem, que, a partir do uso do calcário, amplia os efeitos dos fertilizantes, um dos principais meios de obtenção de nutrientes pelo solo.

A avaliação é do diretor da Divisão de Solos do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Heitor Cantarella. Recentemente, o pesquisador utilizou o perfil do IAC no Youtube para apresentar alternativas para os agricultores brasileiros diante do encarecimento dos preços dos produtos que contêm nutrientes.

O Brasil tem jazidas abundantes de calcário na maioria dos estados. Cantarella lembrou ainda que o calcário não tem cotação em dólar e nem passa pelo Estreito de Ormuz, via marítima estratégica para o comércio global e que foi afetada pela guerra.

O diretor do IAC destaca ainda a análise de solo como ferramenta fundamental nesse período.

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Confira a apresentação de Heitor Cantarella.

Fonte: Abracal

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