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8 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Houve aumento das chuvas sobre o RS, mesmo com o Pacífico Equatorial Neutro – MAIS SOJA

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Condições meteorológicas ocorridas em maio de 2025 no estado do Rio Grande do Sul (RS)

O mês de maio teve altos acumulados de chuva, em boa parte do RS. Acumulados acima dos 160 mm, nas áreas em verde, sendo que chegou a valores entre 240 e 360 mm, na Região Central, e a 475 mm, no município de Alegrete, na Fronteira Oeste (Figura 1A). As anomalias de precipitação foram negativas apenas na Zona Sul e no extremo Norte e Nordeste. As demais regiões registraram anomalias positivas de precipitação (Figura 1B).

Figura 1. Mapa da precipitação pluvial acumulada (A) e da anomalia da precipitação (B), em mm, no estado do Rio Grande do Sul, durante o mês de maio de 2025, em relação aos valores da Normal Climatológica,relativa ao período 1991-2020. Fonte de dados: INMET.

Em maio, as chuvas foram mais regulares entre as regiões da Metade Sul. Destaca-se o alto acumulado, em um dia, em Santa Maria, de 168 mm, no dia 09 de maio. Já as temperaturas tiveram oscilações e tendência de queda ao longo do mês. No entanto, durante a maior parte do mês, tanto as máximas quanto as mínimas ficaram acima dos valores da Normal Climatológica (NC) (Figura 2). Sendo assim, a anomalia mensal da temperatura média do ar ficou positiva na maior parte do Estado.

Figura 2. Temperaturas do ar máxima e mínima diária (°C) e suas respectivas Normais Climatológicas (°C) relativas ao período 1991-2020 (nas linhas pontilhadas em vermelho e azul) e precipitação pluvial diária (mm) referentes ao mês de maio de 2025, em seis municípios da Metade Sul do RS, representativos das seis regiões arrozeiras. Fonte de dados: INMET.

Situação atual do fenômeno ENOS (El Niño – Oscilação Sul) e perspectivas

Na atualização de 12 de junho de 2025, a NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration) manteve as condições Neutras do ENOS (El Niño-Oscilação Sul), para o sistema acoplado oceano-atmosfera. A anomalia mensal da temperatura da superfície do mar, na região Niño3.4, foi exatamente de -0,0°C em maio, dentro da faixa da Neutralidade. Na região do Niño1+2, a anomalia da temperatura reduziu para +0,2°C (Figura 3). A anomalia trimestral, referente a Mar-Abr-Mai/2025, foi de -0,1°C, também dentro da faixa de Neutralidade.

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Figura 3. Anomalia da temperatura (°C) da água da Superfície do Mar no mês de maio de 2025. O retângulo central na imagem mostra a região do Niño3.4, a qual os centros internacionais utilizam para calcular o Índice Niño (que define a ocorrência de eventos de El Niño e La Niña). Já o retângulo menor mostra a região Niño 1+2, que modula a qualidade de distribuição das chuvas, ou seja, sua regularidade de ocorrência no estado do RS. Fonte: Adaptado de CPTEC.

Segue chamando a atenção, a grande extensão de áreas com anomalias positivas da temperatura da superfície do mar na maioria dos oceanos globais. Este padrão vem se mantendo desde 2023, influenciando o clima global e, inclusive, dificultando os prognósticos de El Niño e La Niña, pois mascara os dados.

Segundo a previsão da NOAA, a Neutralidade seguirá atuando no trimestre Jul-Ago-Set/2025, com 69% de probabilidade. Pelo atual prognóstico, o El Niño está descartado. A probabilidade de La Niña cresce no trimestre Out-Nov-Dez, chegando a 41%, no entanto, a probabilidade de Naturalidade é mais alta para esse mesmo trimestre, com 50%. Ou seja, comparando com a previsão do ano passado, nesse mesmo período, havia uma previsão de La Niña, que poderia ser moderada, mas que acabou não se confirmando. Logo, espera-se que a safra 2025/26 ocorra sob Neutralidade, podendo oscilar com uma Neutralidade fria, que é quando o Pacífico fica mais frio que a média, mas não a ponto de configurar uma La Niña.

O bolsão de águas subsuperficiais com anomalias negativas de temperatura se desfizeram de abril em diante, seguindo agora um padrão de Neutralidade (Figura 4), que se estende também pelo Oceano Pacífico Equatorial. Assim, o padrão Neutro do ENOS manter-se-á por mais alguns meses. Já o bolsão de águas mais quentes que a média, se estendeu mais em direção ao Oceano Pacífico Central, ao mesmo tempo que perdeu força, não devendo causar impactos em superfície, no momento.

Figura 4. Anomalia da temperatura (°C) subsuperficial das águas na região Equatorial do Oceano Pacífico em relação à profundidade (de 0 a 300 m), entre os meses de março a junho de 2025. Pêntadas significam média de cinco dias consecutivos. Fonte: Adaptado de CPC/NCEP/NOAA.

Previsão de precipitação no trimestre junho, julho e agosto de 2025 no RS

Para esse trimestre, a previsão de consenso do IRI (International Research Institute for Climate Society) prevê chuvas dentro do padrão normal no RS, com probabilidade de ficar acima da média na Fronteira Oeste. Já o modelo CFSv2 (Climate Forecast System), da NOAA, prevê precipitações abaixo da NC em julho e, dentro da NC, em agosto e setembro, na Metade Sul. Por sua vez, a previsão do modelo do INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) é de que as precipitações fiquem acima da NC na Fronteira Oeste, na Campanha e na Zona Sul. Em agosto, a previsão é de que as chuvas fiquem acima da NC em boa parte do Estado, com exceção apenas de parte da Zona Sul e da região Nordeste. Já para setembro, mês que inicia a semeadura do arroz no RS, o prognóstico aponta para chuva acima da média em todo o RS (Figura 5).

Figura 5. Precipitação pluvial total (mm) e anomalia de precipitação (mm) previstas para julho, agosto e setembro de 2025 no estado do RS. Fonte: adaptado de INMET.

A verdade é que, diante do padrão climático Neutro, fica mais difícil dos modelos serem assertivos quanto à precipitação, e é comum haver diferenças nos prognósticos, como descrito acima. Mas, preocupa um pouco o prognóstico do INMET, com a tendência de chuvas acima da média, visto que muitas áreas para a próxima safra de arroz ainda não estão prontas. Então, produtor, a recomendação é que, assim que houver piso, se faça o preparo do solo, visando a semeadura do arroz na época recomendada. Regiões que tradicionalmente iniciam a semeadura no mês de setembro, talvez vão ter problemas na implantação das lavouras.

Para melhores tomadas de decisão de manejo de suas lavouras, é importante que se faça o acompanhamento da previsão do tempo de sete a 15 dias, visando maior eficiência na execução das atividades programadas.

Fonte: IRGA

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Sustentabilidade

Queda em Chicago pressiona preços da soja; Brasil afoga e perde ritmo

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O mercado brasileiro de soja enfrentou uma semana de pressão, influenciado pela desvalorização dos contratos futuros na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Mesmo com o câmbio favorável, a queda das cotações internacionais prejudicou os referenciais domésticos e reduziu o ritmo de comercialização. Com isso, os produtores se afastaram dos negócios e concentraram as atenções no avanço do plantio da safra 2026/27.

Na CBOT, os contratos com vencimento em janeiro, os mais negociados, acumularam queda de 3,8% ao longo da semana. Na manhã de sexta-feira (6), os papéis eram cotados a US$ 11,87 por bushel, atingindo o menor patamar em mais de dois meses. O avanço da colheita nos Estados Unidos e a expectativa de uma safra maior superaram os sinais de demanda chinesa, mantendo as cotações pressionadas.

A expectativa de aumento na estimativa da produção americana pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em relatório previsto para 10 de novembro, também pesou sobre o mercado. Analistas projetam uma safra de 4,601 bilhões de bushels em 2026/27, acima dos 4,562 bilhões estimados em outubro. Para os estoques de passagem dos Estados Unidos, a expectativa é de 336 milhões de bushels, contra 315 milhões na projeção anterior.

No cenário mundial, o mercado também trabalha com aumento dos estoques finais de soja. Para a temporada 2026/27, a expectativa é de 125,3 milhões de toneladas, ante 124,3 milhões atualmente. Já para 2025/26, a projeção do USDA deverá passar de 124,9 milhões para 125 milhões de toneladas.

No mercado físico brasileiro, os preços apresentaram variações distintas entre as principais praças acompanhadas. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 152,00 para R$ 152,50. Em Cascavel (PR), permaneceu em R$ 148,00, enquanto em Rondonópolis (MT) recuou de R$ 141,00 para R$ 140,00. No Porto de Paranaguá (PR), a cotação ficou estável em R$ 159,00.

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Sustentabilidade

Qualidade sustenta preços do trigo no RS, e chuvas intensas paralisam colheita no Sul – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de trigo teve a qualidade como principal fator de formação de preços na primeira semana de novembro. As chuvas persistentes interromperam a colheita no Sul e ampliaram a preocupação com as lavouras ainda no campo. De acordo com o analista de Safras & Mercado, Thiago Oleto, a indicação em Porto Alegre subiu R$ 30,00 por tonelada, com os moinhos dispostos a pagar mais por lotes de melhor padrão. No Paraná, os preços do trigo panificável ficaram estáveis, e o trigo para ração perdeu valor.

Os preços do trigo panificável permaneceram estáveis ao longo da semana, com os moinhos disputando os lotes de melhor qualidade. Segundo Oleto, o trigo Tipo 1 está “cada vez mais difícil de colher”.

Nos Campos Gerais, o Tipo 1 seguiu indicado em R$ 1.600,00 por tonelada CIF moinho. A referência geral permaneceu em R$ 1.550,00 por tonelada FOB e R$ 1.680,00 por tonelada CIF Curitiba. Para o cereal destinado à ração, a indicação recuou R$ 50,00, para R$ 1.150,00 por tonelada CIF Paranaguá, ante R$ 1.200,00 na semana anterior.

Temporais com granizo e ventos fortes causaram estragos no estado desde o domingo (1º). Em Maringá, houve registro de tornado de intensidade F2, com ventos entre 180 e 253 quilômetros por hora. O Paraná está sob alerta vermelho para tempestades.

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Conforme Oleto, a principal dificuldade continua sendo encontrar trigo com qualidade adequada à moagem. A colheita atingiu cerca de 60% da área prevista, com aproximadamente 1,07 milhão de toneladas colhidas, das quais apenas 16% correspondem a trigo Tipo 1, com peso hectolítrico (PH) de 78.

Somente 120 mil toneladas atendem aos padrões de moagem, com número de queda (FN) acima de 250 e deoxinivalenol (DON) de até 2.000 partes por bilhão (ppb). Outras 220 mil toneladas têm qualidade intermediária. As cerca de 730 mil toneladas restantes, ou 68% do volume colhido, apresentam FN abaixo de 220 e DON acima de 3.500 ppb, e ficam fora das exigências da indústria.

“Os moinhos seguem buscando trigo com FN a partir de 230 e DON de até 2.500 ppb”, disse Oleto. Para esses lotes, as indicações estão em R$ 1.400,00 por tonelada no interior gaúcho. Segundo ele, há discussões sobre ampliar as tolerâncias para FN entre 220 e 230 e DON entre 2.500 e 3.000 ppb, mas ainda não há definição de preços para essas condições.

As indicações dos moinhos para trigo de qualidade ficaram entre R$ 1.550,00 e R$ 1.555,00 por tonelada CIF. Na região das Missões, houve negócios pontuais a R$ 1.400,00 por tonelada no interior.

Na safra nova, as referências passaram para R$ 1.400,00 por tonelada FOB em Santa Rosa e R$ 1.430,00 em Carazinho. Em Porto Alegre, a indicação chegou a R$ 1.510,00 por tonelada CIF, alta de R$ 30,00 em relação à semana anterior. O trigo de qualidade inferior busca outros destinos, como a alimentação animal, com indicação de R$ 1.210,00 por tonelada CIF porto.

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A queda dos preços do trigo argentino para embarques em novembro e dezembro restringe o espaço para valorizações mais expressivas no mercado interno.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)

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Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Crédito para financiar a produção rural cai 71,3% em duas safras em MS – MAIS SOJA

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Você já parou para pensar de onde vem o dinheiro que ajuda o produtor rural a comprar sementes, fertilizantes, defensivos e custear uma safra?

Além dos recursos próprios e dos financiamentos oferecidos pelos bancos, parte desse dinheiro vem de investimentos feitos por pessoas e empresas no mercado financeiro. Esses recursos passam por diferentes instituições e podem chegar ao campo por meio de operações de crédito, compra antecipada de grãos e fornecimento de insumos.

Uma das principais modalidades é a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA). Funciona assim: uma pessoa investe dinheiro em um banco ou cooperativa, que utiliza parte dos recursos captados para financiar atividades do agronegócio. Esse dinheiro pode chegar ao produtor na forma de crédito rural.

Em Mato Grosso do Sul,o volume de crédito rural contratado com recursos de investimentos  da LCA caiu 71,3% em duas safras, passando de R$ 11,99 bilhões em 2023/2024 para R$ 3,45 bilhões em 2025/2026.

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A queda registrada em Mato Grosso do Sul foi a maior entre os nove estados que mais utilizam essa fonte de recursos. No Brasil, a redução foi de 37,5%.

Para o analista de Economia da Aprosoja/MS, Raphael Flôres Gimenes, compreender de onde vêm os recursos é importante porque o produtor depende de diferentes alternativas para financiar a atividade.

“O produtor precisa entender que o financiamento da safra não depende apenas do dinheiro disponibilizado pelos bancos. Existem outras fontes que ajudam a movimentar o crédito no agronegócio. Quando uma dessas fontes diminui, isso pode afetar as condições de financiamento e exigir que o produtor avalie outras alternativas”, explica.

O levantamento mostra ainda que a diminuição do crédito atingiu principalmente os médios produtores. Nessa categoria, o volume contratado caiu 90,2% em duas safras, passando de R$ 5,35 bilhões para R$ 530 milhões.

O número de contratos também diminuiu: eram 7.585 em 2023/2024 e passaram para 979 em 2025/2026.

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Outro dado importante envolve as culturas de soja e milho. O crédito destinado ao financiamento dessas atividades com recursos da LCA caiu de R$ 7 bilhões para aproximadamente R$ 1,5 bilhão no período analisado.

De onde mais vem o dinheiro que financia o agro?

Outra possibilidade é a Cédula de Produto Rural (CPR). Nesse caso, o próprio produtor assume um compromisso de entregar determinada quantidade de produto, como soja ou milho, ou pagar um valor em dinheiro no futuro. Esse documento pode ser negociado com bancos, tradings e revendas e também utilizado para conseguir recursos ou insumos para a lavoura.

Já o Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) funciona como uma forma de transformar valores que empresas e cooperativas têm a receber em investimentos. Assim, essas organizações conseguem captar dinheiro para financiar suas atividades e operações com produtores.

O Fiagro, por sua vez, reúne dinheiro de vários investidores em um fundo que pode aplicar recursos em propriedades rurais, empresas do agronegócio e títulos ligados ao setor.

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“Isso significa que o dinheiro investido por uma pessoa pode ajudar a financiar uma cooperativa, uma empresa ou uma operação que, em algum momento, beneficia o produtor rural”.

Poupança rural ganha espaço

Enquanto os recursos provenientes das Letras de Crédito do Agronegócio diminuíram, a poupança rural passou a ser a principal fonte do crédito rural contratado em Mato Grosso do Sul.

O volume avançou de R$ 3,09 bilhões em 2023/2024 para R$ 4,94 bilhões em 2025/2026.

Mas existe um detalhe importante: a maior parte desse dinheiro foi contratada com juros livres, ou seja, taxas negociadas entre a instituição financeira e o produtor, sem a equalização de juros oferecida pelo Plano Safra.

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Dos R$ 4,94 bilhões registrados, R$ 4,60 bilhões foram contratados com taxas livres e apenas R$ 340 milhões com juros equalizados.

O que o produtor precisa observar?

Com diferentes alternativas de financiamento, comparar as condições antes de fechar um contrato pode fazer diferença no resultado da safra.

“A orientação da Aprosoja/MS é que o produtor avalie o custo total da operação, considerando juros, seguros, taxas e até a diferença entre o preço dos insumos à vista e a prazo”.

Uma forma de facilitar essa comparação é transformar o custo do financiamento em sacas de soja. Assim, o produtor consegue visualizar quanto precisará entregar da produção para pagar por determinada operação.

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Também é importante conhecer as garantias exigidas, ler todas as cláusulas e avaliar se o compromisso assumido cabe na capacidade de pagamento da propriedade.

“Não basta olhar apenas para o valor liberado ou para a facilidade de conseguir o recurso. O produtor precisa saber quanto vai pagar por esse financiamento e quanto isso representa em sacas da sua produção. Essa comparação ajuda a identificar qual alternativa oferece melhores condições para a realidade de cada propriedade”, orienta Raphael.

O informativo da Aprosoja/MS também aponta a necessidade de ampliar os mecanismos de garantia e preservar a segurança jurídica das operações de financiamento, medidas que podem contribuir para melhorar o acesso dos produtores aos recursos.

Para acessar o conteúdo completo, clique aqui.

Fonte: Aprosoja/MS

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FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja/MS

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