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14 de outubro de 2026

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Menor é apreendido com rifle e silenciador por assalto com Pix de R$ 22 mil em Nova Xavantina

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A atuação conjunta da Polícia Militar e da Polícia Civil apreendeu um adolescente de 17 anos, nesta terça-feira (13.10), em Nova Xavantina (a 645 km de Cuiabá). Ele é investigado por envolvimento em um roubo à mão armada. Durante a ocorrência, as equipes apreenderam um rifle, munições e uma motocicleta.

O crime ocorreu no último dia 6, quando dois homens armados e encapuzados invadiram uma residência e renderam um casal. Os suspeitos recolheram joias de aproximadamente R$ 12 mil e realizaram transferências bancárias de R$ 22 mil. A dupla ainda roubou um veículo Onix e deixou as vítimas amarradas.

Desde o roubo, as equipes do Grupo de Apoio (GAP) em conjunto da PJC, reforçaram as ações de policiamento no município. Nesta terça-feira (13), os policiais obtiveram informações sobre o possível paradeiro de um dos envolvidos, em uma casa no bairro Jardim Oliveira.

O adolescente foi abordado e detido no local. Questionado sobre ação criminosa, o menor confessou a participação no crime e passou identificação de outros envolvidos, que não foram localizados até o momento.

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Na casa, as equipes apreenderam a arma de fogo, sendo um rifle calibre .22 com supressor de ruído, 122 munições do mesmo calibre, uma moto utilizada no apoio dos suspeitos, além de dois aparelhos celulares.

Os militares também encontraram peças de roupas utilizadas durante o roubo. O menor e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Exclusivo: “Ele pensou, ele premeditou”: advogado revela detalhes que podem mudar caso de feminicídio de Gleice Kelly

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Em entrevista ao O LIVRE, assistente de acusação contesta tese de incapacidade mental e aponta comportamento registrado por câmeras

As imagens das câmeras de segurança da residência onde Gleice Kelly Oliboni foi assassinada podem se tornar uma das principais peças na disputa judicial sobre a responsabilidade criminal de Daniel Frasson, conhecido como “Alemão”. Em entrevista ao O LIVRE, o advogado Rodrigo Pozo Miranda, que atua como assistente de acusação da família, afirmou que as gravações mostram comportamentos que, em sua avaliação, indicam que o acusado sabia o que estava fazendo.

O advogado contesta a tese de incapacidade mental apresentada pela defesa e sustenta que Daniel teria planejado o ataque. Segundo ele, a análise das gravações também revelou discussões sobre dinheiro nos dias anteriores ao crime, além de um alerta feito por uma familiar para que Gleice escondesse as facas da casa.

“Ele pensou, ele premeditou”, afirmou Rodrigo.

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O caso envolve o assassinato de Gleice e a tentativa de homicídio contra a filha mais nova do casal, que sobreviveu ao ataque. Enquanto a discussão sobre a condição psiquiátrica do acusado avança na Justiça, a família também prepara medidas relacionadas ao patrimônio e à reparação financeira das filhas.

Câmeras mostram acusado escondendo faca, diz advogado

Rodrigo Pozo Miranda afirma que teve acesso à gravação integral das câmeras da residência por meio de Carol, irmã de Gleice. Segundo ele, o material foi analisado durante aproximadamente dois meses, com atenção especial aos cinco dias anteriores ao assassinato.

O advogado relata que, na madrugada do crime, Daniel acordou por volta das 3h e passou a circular pela casa. Em determinado momento, teria ido até a cozinha, separado facas e escondido uma delas junto ao corpo.

O comportamento seguinte, segundo Rodrigo, chamou sua atenção.

“Quando ele vira, o primeiro foco que ele dá, o olho é para a câmera. Ele olha para a câmera e vem tentando esconder a faca da filmagem”, contou.

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Ainda conforme o advogado, Daniel teria permanecido por algum tempo com a arma escondida, inclusive enquanto interagia com o cachorro da família. Em outros momentos, teria entrado e saído do quarto antes do ataque.

Para Rodrigo, a preocupação em ocultar a faca e evitar que ela aparecesse nas gravações indica que o acusado compreendia a gravidade do que pretendia fazer.

“O cara, quando ele está inimputável, que ele não tem a capacidade de entendimento, não se preocupa com a câmera. Ele não se preocupa em esconder a faca”, argumentou.

A interpretação apresentada pelo advogado é contestável no âmbito processual e não substitui a avaliação pericial sobre a condição mental de Daniel no momento do crime.

Dr Rodrigo Pozo Miranda – (Foto: Brian Henrique Dantas/ O Livre)

Discussões sobre dinheiro e um alerta antes do assassinato

Outro ponto levantado por Rodrigo Pozo Miranda envolve a situação financeira do acusado.

Segundo o advogado, as gravações dos dias anteriores mostram Daniel preocupado com perdas financeiras e conversando repetidamente sobre dinheiro. Em uma das situações, Gleice teria mencionado gastos superiores a R$ 1 milhão.

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“Ele só fala de dinheiro. Ele só fala que perdeu o dinheiro”, relatou.

Rodrigo afirma que, apesar das discussões, Gleice tentava tranquilizar o marido e demonstrava disposição para ajudá-lo a enfrentar os problemas.

O advogado também descreveu um episódio ocorrido dois dias antes do crime, quando a irmã de Daniel esteve na residência.

Durante a visita, o acusado teria mencionado pensamentos relacionados à morte e feito referências ao diabo. Após deixar o imóvel, a irmã teria enviado uma mensagem a Gleice.

“Ela manda uma mensagem para a Gleice falando: ‘Ó, Gleice, cunhã, guarda as facas da casa’”, afirmou Rodrigo.

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Na avaliação do assistente de acusação, o episódio merece atenção porque antecedeu o momento em que Daniel teria separado e escondido facas dentro da residência.

(Foto: reprodução/ Redes sociais)

Família acredita que dinheiro motivou o crime

A hipótese de motivação financeira também é defendida por José Martinez França Neto, familiar de Gleice.

Em entrevista ao O LIVRE, ele afirmou acreditar que Daniel tenha cometido o crime por interesse patrimonial, e não em decorrência de um transtorno psiquiátrico.

“Eu acho que ele matou por ganância extremamente financeira”, declarou.

Questionado se acreditava que o acusado tivesse problemas psiquiátricos, José respondeu: “Nenhum problema psiquiátrico”.

As afirmações representam a opinião do familiar. A motivação do crime e a capacidade de entendimento do acusado permanecem questões a serem examinadas pela Justiça.

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Familiar da vítima ouvido pelo Livre (Foto: Brian Henrique Dantas/ O Livre)

Filha sobrevivente ainda enfrenta sequelas

Além da morte de Gleice, o ataque deixou consequências para a filha mais nova do casal, que também foi esfaqueada.

José Martinez França Neto afirmou que a criança continua em acompanhamento médico e psicológico e apresenta dificuldades para caminhar em razão de uma sequela motora.

“Ela manca porque teve um probleminha de nervo, se eu não me engano, mas ela tem essa sequela”, relatou.

Segundo o familiar, a menina frequenta a escola normalmente, realiza sessões de terapia e participa de atividades de reabilitação, incluindo natação.

José também afirmou que ela ainda demonstra medos e traumas relacionados ao episódio. A criança está sob os cuidados da irmã mais velha, Carol, conforme os relatos dos entrevistados.

Daniel Frasson junto da filha que também foi atacada por ele (Foto: reprodução)

Advogado quer impedir acesso à herança e pedir indenização milionária

Rodrigo Pozo Miranda também revelou que a família pretende discutir judicialmente os direitos patrimoniais de Daniel.

Segundo ele, o acusado já se manifestou no inventário, mas a assistência jurídica buscará o reconhecimento da indignidade sucessória, mecanismo previsto na legislação que pode impedir o recebimento de herança em determinadas circunstâncias.

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“Ele matou a esposa. E tentou contra a filha ainda. Então qualquer coisa em relação ao casal ali, ele é indigno”, sustentou o advogado.

Rodrigo também afirmou que pretende buscar indenizações para as duas filhas de Gleice.

Embora ainda não exista valor definido, ele mencionou a possibilidade de pedidos entre R$ 3 milhões e R$ 4 milhões para cada uma.

“Não mensura o valor”, disse, ao comentar os danos causados pela morte da mãe e pela violência sofrida pela criança sobrevivente.

O advogado também informou que pretende discutir o pagamento de pensão às filhas.

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Advogado da família – (Foto: Brian Henrique Dantas/ O Livre)

Defesa apresentou incidente de insanidade mental

A discussão sobre a responsabilidade penal de Daniel está relacionada a um incidente de insanidade mental apresentado pela defesa.

De acordo com Rodrigo, foram juntados documentos médicos relacionados a tratamentos e medicamentos utilizados pelo acusado.

O assistente de acusação, entretanto, sustenta que as gravações são relevantes para avaliar o comportamento de Daniel antes e durante o ataque.

“Todo o tempo ele está lúcido, todo o tempo ele sabe o que está fazendo”, afirmou.

A capacidade de entendimento do acusado no momento do crime deverá ser examinada com base nos elementos médicos, periciais e processuais. A avaliação pessoal do advogado não equivale a uma conclusão judicial.

(Foto: Brian Henrique Dantas/ O Livre)

Expectativa é de julgamento em 2027

Segundo Rodrigo Pozo Miranda, o processo voltou a tramitar e já possui audiência de instrução marcada.

O advogado afirmou que a defesa solicitou que Daniel fosse dispensado de comparecer à audiência, mas pretende se manifestar contrariamente ao pedido.

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Sobre a possibilidade de julgamento pelo Tribunal do Júri, Rodrigo disse acreditar que isso possa ocorrer em 2027, caso o andamento processual permita.

“Ano que vem. Se tudo der certo, vamos acelerar”, declarou.

Ainda não existe data oficial para o julgamento.

Enquanto a Justiça analisa a responsabilidade do acusado, a família de Gleice continua buscando respostas sobre o que aconteceu dentro da residência. Para Rodrigo, as gravações poderão desempenhar papel decisivo nessa discussão. Já para José Martinez França Neto, as consequências do crime permanecem presentes na vida da filha que sobreviveu.

(Foto: Divulgação/TJMT)
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Homem em videochamada é preso a caminho de executar rival a mando de facção em Cáceres

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A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu dois homens faccionados, de 32 e 36 anos, por porte ilegal de arma de fogo, em duas ocorrências registradas na noite desta terça-feira (13.10), em Cáceres. Nas ações, foram apreendidas duas armas de fogo e munições.

O primeiro suspeito foi detido por volta das 18h, após denúncias recebidas pela PM sobre um homem que estava armado, no estacionamento de um mercado, no bairro Cavalhada 3. Os policiais iniciaram diligências e encontraram o suspeito, com as mesmas características informadas, próximo de um bar.

O homem tentou fugir ao ver a viatura policial, mas foi detido rapidamente. Na revista pessoal, foi localizado um revólver de calibre .38 carregado com quatro munições. Questionado pela PM, ele afirmou que estava armado por estar sofrendo ameaças.

Ainda na abordagem, foi identificado que ele era membro de uma facção criminosa com outras passagens criminais. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia.

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Na segunda ocorrência, por volta de 23h, as equipes militares estavam em patrulhamento ostensivo em uma avenida e flagraram um homem conduzindo uma motocicleta Honda Fan, de cor roxa. Ao ver os policiais, o suspeito fugiu em alta velocidade e foi perseguido pelos militares.

Na fuga, o homem jogou uma arma de fogo no chão e alguns metros depois foi detido. O revólver foi recolhido e estava carregado com seis munições. Na abordagem ao homem, foi visto que ele estava em chamada de vídeo com outros homens.

Para os policiais, ele afirmou que estava indo executar um homem a mando de uma facção criminosa. Ele foi conduzido em flagrante para a delegacia de Cáceres para demais providências.

As ações foram realizadas por equipes do 6º Batalhão, Força Tática e Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas do 6º Comando Regional e Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel.

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Empresas têm até quinta-feira para solicitar adesão ao Simples Nacional 2027

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O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) prorrogou até 15 de outubro, próxima quinta-feira, o prazo para as empresas que desejam ingressar no regime tributário simplificado em 2027. A medida é destinada às Microempresas (ME) e às Empresas de Pequeno Porte (EPP).

Inicialmente, o prazo para solicitar a adesão terminaria em 30 de setembro. No entanto, a Resolução CGSN nº 194, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 28 de setembro, estendeu a data-limite até 15 de outubro.

A Receita Federal orienta que, caso a solicitação seja inicialmente indeferida por causa de débitos ou outras pendências impeditivas, a empresa poderá regularizar a situação até 30 de outubro. O prazo é o mesmo para todos, independentemente da data em que o contribuinte tomar ciência do indeferimento. Por isso, quanto mais a regularização for adiada, menor será o tempo disponível para resolver as pendências.

A prorrogação também ampliou o prazo para que as empresas optantes pelo Simples Nacional escolham apurar e recolher o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) pelo regime regular, em vez de recolher esses tributos por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). Nesse caso, a opção poderá ser feita até 30 de outubro de 2026, com efeitos a partir de janeiro de 2027.

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Quem solicitar a adesão ao Simples Nacional também poderá cancelar a opção entre 3 de novembro e 20 de dezembro de 2026, caso mude de decisão.

Entenda os prazos

Adesão ao Simples Nacional 2027: de 1º de setembro a 15 de outubro de 2026.

Regularização de pendências para ingresso no Simples Nacional: até 30 de outubro de 2026.

Opção pelo regime regular do IBS e da CBS: de 1º de setembro a 30 de outubro de 2026.

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Cancelamento da opção pelo Simples Nacional: de 3 de novembro a 20 de dezembro de 2026.

O Sistema Comércio de Mato Grosso é integrado pela Fecomércio-MT, Sesc-MT e Senac-MT e é filiado à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), presidida por José Roberto Tadros.

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