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13 de outubro de 2026

Business

Rio Grande do Norte se destaca como segundo maior produtor de camarão do país

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Foi apresentado na última quinta-feira (8) o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf Azul), no auditório do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Natal (RN).

“Quando falamos de pujança do segmento de Pesca e Aquicultura aqui no Rio Grande do Norte, falamos de 103 mil de pescados gerados por esses trabalhadores, que colocam alimento de qualidade na nossa mesa. Falar de alimento de qualidade é dizer que nós estamos trabalhando com a proteína animal que causa menos impacto ao meio ambiente, quando se fala em emissão de gases de efeito estufa”, destacou o ministro Edipo Araujo.

A explanação integrou a agenda do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) no estado, que também incluiu reunião com a governadora Fátima Bezerra e com as mulheres da Articulação Nacional das Pescadoras (ANP). O MPA também participou do lançamento da 22ª edição da Feira Nacional do Camarão.

No auditório do Incra, os representantes da Pesca e Aquicultura puderam conhecer a linha de crédito específica para o setor, que está inserida no Plano Safra. A política contempla três modalidades: Pronaf B, Pronaf Mais Alimentos e Pronaf Custeio. Também foram apresentados os Projetos de Assentamento Agroextrativista Pesqueiro (PAEs Pesqueiros).

A iniciativa integra o Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) e é desenvolvida em parceria entre o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e outros órgãos públicos.

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A reunião com a governadora Fátima Bezerra contemplou as pautas da produção do estado e as políticas públicas do governo federal. Em seguida, foi realizada reunião com as representantes da Articulação Nacional das Pescadoras (ANP).

“Nós temos uma agenda bem sólida aqui no Rio Grande do Norte, falando das políticas da pesca e da aquicultura. Estamos falando da transversalidade das políticas públicas, como no caso dos PAEs Pesqueiros. Queremos alinhar e cada vez mais fortalecer as políticas em conjunto. É importante ressaltar que o Rio Grande do Norte é o segundo maior produtor de camarão. A carcinicultura aqui é forte”, afirmou o ministro.

Ao final do dia, o MPA também participou do lançamento da 22ª edição da Feira Nacional do Camarão (Fenacam) com representantes do setor da carcinicultura. Foram discutidos os desafios e as oportunidades do setor. O evento será realizado de 17 a 20 de novembro, em Natal.

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Unipar conclui segunda fase de ampliação de fábrica na Bahia

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A Unipar anunciou nesta terça-feira (13) a conclusão da segunda fase de ampliação da fábrica de Camaçari, na Bahia. A etapa é destinada ao processo de liquefação e purificação de cloro para até 15 mil toneladas por ano. Segundo a companhia, a produção será direcionada ao fornecimento de matéria-prima para a indústria de defensivos agrícolas no Brasil.

De acordo com a Unipar, o projeto de especialização permite tratar até 15 mil das 20 mil toneladas de cloro produzidas anualmente na unidade de Camaçari.

A companhia informou que a estrutura fabril mantém capacidade total de 20 mil toneladas de cloro por ano. A unidade também segue com capacidade de 22 mil toneladas de soda cáustica, 23 mil toneladas de ácido clorídrico e 160 mil toneladas de hipoclorito de sódio.

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Com a conclusão da segunda fase, a empresa direciona parte da operação para atender a demanda da cadeia de defensivos agrícolas, por meio do fornecimento de cloro liquefeito e purificado. O movimento insere a planta baiana no atendimento a um segmento industrial ligado aos insumos usados na produção agropecuária.

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A ampliação concluída em Camaçari mantém a capacidade total da unidade e especializa o tratamento de até 15 mil toneladas anuais de cloro para abastecimento da indústria de defensivos agrícolas no País.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Agro Mato Grosso

Produtor rural pode solicitar câmeras de segurança pelo Vigia Agro em MT; veja como

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Programa da Sesp-MT oferece equipamentos de videomonitoramento e armazenamento de imagens em nuvem; adesão exige cadastro, documentos e envio de formulários

Produtores rurais de Mato Grosso podem solicitar a adesão ao programa Vigia Mais MT/Vigia Agro, iniciativa da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) que busca ampliar o monitoramento de áreas rurais e reforçar o combate à criminalidade no campo. A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) orienta os interessados sobre os procedimentos necessários para participar.

O programa prevê a disponibilização de câmeras de videomonitoramento, sistema de gerenciamento e armazenamento de imagens em nuvem por até 10 dias. A estrutura pode contribuir para monitorar estradas vicinais, rodovias e pontos de acesso às propriedades rurais, auxiliando o trabalho das forças de segurança pública.

Para solicitar a adesão, é necessário realizar o cadastro, reunir a documentação exigida e encaminhar os formulários previstos no Edital nº 001/2023, conforme as orientações da Sesp-MT.

Como solicitar a adesão ao Vigia Agro

O primeiro passo é acessar o portal oficial do programa e localizar o formulário de habilitação.

Acesse o portal: Vigia Mais MT — Sesp-MT

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O representante legal do interessado deve preencher as informações solicitadas e organizar os documentos necessários para dar continuidade ao processo.

1. Reúna os documentos exigidos

A documentação indicada para a habilitação inclui:

  • Documento de identidade com foto ou equivalente do representante legal;
  • Cadastro de Pessoa Física (CPF) do representante legal;
  • Certidão negativa da Justiça Criminal Federal, em primeiro e segundo graus;
  • Certidão negativa da Justiça Criminal Estadual, em primeiro e segundo graus;
  • Comprovante de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ);
  • Ato constitutivo que comprove a representação legal;
  • Comprovante de endereço da matriz do proponente;
  • Documento de propriedade do imóvel correspondente ao endereço informado.

No caso de imóvel alugado, o procedimento prevê a apresentação de comprovante do período de locação. Conforme o material de orientação, pode ser utilizada uma conta de água ou energia elétrica do estabelecimento cadastrado, de acordo com as exigências do edital.

2. Preencha os formulários obrigatórios

Além dos documentos pessoais e cadastrais, o pedido deve incluir os anexos previstos no edital:

  • Anexo 1 — Pedido de Habilitação: formaliza a solicitação de adesão;
  • Anexo 3 — Projeto Executivo: apresenta o projeto de implantação do sistema de videomonitoramento;
  • Anexo 4 — Quadro de Distribuição de Dispositivos de Captação de Imagens: identifica a distribuição dos equipamentos previstos;
  • Anexo 5 — Demonstração de Interesse de Segurança Pública: apresenta a justificativa de interesse público para a implantação do monitoramento no local indicado.

Os documentos devem seguir os modelos estabelecidos no edital e ser preenchidos e assinados, quando necessário.

3. Organize os arquivos e envie a solicitação

Depois de reunir os documentos e preencher os anexos, a orientação é organizar todo o material em um único arquivo compactado no formato ZIP.

Antes do envio, confira se os arquivos estão completos, legíveis e de acordo com as exigências para a habilitação.

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A documentação deve ser encaminhada ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), pelo e-mail:

videomonitoramentociosp@sesp.mt.gov.br

4. Como tirar dúvidas sobre o programa

Os interessados podem buscar orientações junto à Gerência de Videomonitoramento da Sesp-MT pelos seguintes canais:

Telefone: (65) 98145-0303
E-mail: videomonitoramentociosp@sesp.mt.gov.br

Quem instala e mantém as câmeras?

A participação no programa envolve responsabilidades tanto do poder público quanto do participante habilitado.

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De acordo com as informações divulgadas pela Famato, a Sesp-MT disponibiliza as câmeras de videomonitoramento, o sistema de gerenciamento e o armazenamento das imagens em nuvem por até 10 dias.

Já o participante fica responsável pela instalação, configuração e manutenção dos equipamentos, além do fornecimento de internet e dos demais recursos necessários para o funcionamento do sistema.

A iniciativa busca fortalecer a integração entre o setor produtivo rural e as forças de segurança pública, ampliando o monitoramento de áreas estratégicas e contribuindo para a prevenção e o combate à criminalidade no campo.

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Business

tecnologia brasileira ganha espaço no campo

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O Dia Mundial dos Fertilizantes é celebrado nesta terça-feira (13). Por mais que a data remeta a um insumo fundamental para a produção de alimentos, ela também lembra o Brasil de um número incômodo: cerca de 85% dos adubos utilizados no país são importados.

No entanto, existe uma parte da nutrição de plantas que é pesquisada, formulada e fabricada no país, e que ganha ainda mais relevância quando o produto que vem de fora fica mais caro e mais escasso.

É o caso dos fertilizantes líquidos e, entre os bioinsumos, dos inoculantes, produtos à base de bactérias que fixam o nitrogênio do ar e o disponibilizam para a planta. De acordo com a CropLife Brasil, no primeiro semestre de 2026, a área tratada com bioinsumos somou 46,2 milhões de hectares.

Desse total, os inoculantes responderam por 9,4 milhões de hectares, alta de 38,6% sobre o mesmo período de 2025, embora o faturamento do segmento tenha recuado 21,5%, para R$ 107 milhões.

“O Brasil tem uma indústria de nutrição de plantas que nunca parou de produzir e de inovar. São empresas que desenvolvem tecnologia para o solo tropical, com quem trabalha nele todos os dias”, afirma o CEO do Grupo GIROAgro, Leonardo Sodré.

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O tema ganha peso em um ano de adubo mais curto. As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro caíram 8,8% entre janeiro e julho, de acordo com a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), enquanto a Conab projeta 181,64 milhões de toneladas de soja na safra 2026/27.

Nesse cenário, a recomendação da empresa é extrair mais de cada quilo de nutriente. Análise de solo, parcelamento das doses, tecnologia de aplicação e formulações líquidas que reduzem perdas permitem ajustar a nutrição ao longo do ciclo, de forma complementar à adubação de base.

Os inoculantes entram na mesma lógica: reduzem a necessidade de nitrogênio mineral em culturas como a soja, mas não substituem a adubação com fósforo, potássio e micronutrientes.

“Produzir mais fertilizante no Brasil é metade da resposta. A outra metade é usar melhor o que se tem. Fazer cada quilo de nutriente chegar à planta também é reduzir a dependência”, conclui Sodré.

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Agro MT