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Orçamento do Estado deve chegar a R$ 46 bilhões no próximo ano, diz governo

Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa e Ministério Público vão receber juntos mais R$ 5 bilhões para bancar as contas próprias
O orçamento de Mato Grosso chegará a R$ 46 bilhões no ano que vem. O projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) enviada pelo governo para votação na Assembleia Legislativa prevê crescimento de 13% da receita na comparação a este ano.
A estimativa é que orçamento encerre 2027 em R$ 46,1 bilhões, valor próximo do que o Estado atingirá até dezembro de 2026, com margem a mais do que está previsto na lei. A LOA de 2026, aprovada no fim do ano passado, prevê R$ 40,7 bilhões.
A folha de pagamento dos servidores estaduais consumirá mais da metade do orçamento, serão R$ 25,3 bilhões para cobrir salários em 2027. Os Poderes vão receber R$ 7,1 bilhões para as despesas próprias.
O Tribunal de Justiça (TJMT) receberá a maior fatia, cerca de R$ 3,7 bilhões; a Assembleia Legislativa e o Ministério Público receberão R$ 1,1 bilhão cada um; o Tribunal de Contas (TCE) terá R$ 840,6 milhões, e a Defensoria Pública, R$ 422 milhões.
Do total, o Executivo deve permanecer com R$ 38,7 bilhões. A quantia será distribuída entre despesas, investimentos, salários e programas governamentais.
Agro Mato Grosso
Estudante de odontologia é encontrado morto após se afogar durante passeio em MT

Gabriel Renan da Silva Pontes, de 24 anos, passava o fim de semana com a família, que acampava na região do atrativo turístico Salto Magessi.
O corpo do estudante de odontologia Gabriel Renan da Silva Pontes, de 24 anos, foi encontrado nesta terça-feira (13), durante as buscas no atrativo turístico Salto Magessi, localizado entre os municípios de Santa Rita do Trivelato (MT) e Boa Esperança do Norte (MT).
Gabriel se afogou no domingo (11), enquanto nadava no local. Ele passava o fim de semana com a família, que acampava na região. Em determinado momento, os familiares perceberam que ele estava se afogando.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o corpo foi localizado a cerca de 1,5 km rio abaixo do ponto onde ocorreu o afogamento.
Durante as buscas, a profundidade chegou a 15 metros. Além disso, a água estava turva, com visibilidade de apenas 15% nos trechos mais rasos e nenhuma visibilidade nas áreas mais profundas.
Ainda de acordo com os militares, a presença de pedras e cavernas também dificultou o trabalho dos mergulhadores.
A Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas para dar andamento à ocorrência.
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Mergulhadores procuram por homem que desapareceu na região de Salto Magessi — Foto: Reprodução
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Unemat fecha inscrições hoje; saiba como disputar vagas em Medicina e Direito

Seleção oferece ingresso por prova e histórico escolar em 11 municípios; provas ocorrem em novembro e taxas partem de R$ 30
As inscrições para o vestibular da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), para ingresso no primeiro semestre de 2027, terminam nesta terça-feira (13.10). Nesta edição, são ofertadas 2.350 vagas em 59 cursos de graduação, distribuídos em 11 municípios de Mato Grosso – clique aqui para acessar a página de inscrições.
Provas e inscrições
O vestibular 2027/1 contará com dois processos seletivos, conforme o curso escolhido pelo candidato: um por prova e outro por análise do histórico escolar do ensino médio.
A taxa de inscrição é de R$ 180,00 para o processo seletivo por prova, e de R$ 30,00 para o ingresso por histórico escolar.
Os candidatos que ainda estiverem cursando o 3º ano do ensino médio também poderão participar. Nesse caso, deverão apresentar o histórico escolar provisório referente ao 1º e ao 2º ano, emitido pela secretaria da escola.
As provas serão aplicadas nas cidades de Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Bugres, Cáceres, Cuiabá, Diamantino, Juara, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra.
O vestibular 2027/1 será composto por duas fases. A primeira consiste em quatro provas objetivas, com questões de Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, e Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. A segunda fase será a prova de redação. As duas etapas serão realizadas no mesmo dia, 22 de novembro, das 13 às 18 horas (horário de Cuiabá).
Resultado
O resultado final será divulgado a partir de 25 de janeiro. O início do período letivo está previsto para 22 de fevereiro.
As informações sobre as etapas do vestibular, sistema de cotas, políticas de inclusão e demais editais podem ser consultadas em vestibular.unemat.br.
Em caso de dúvidas, os candidatos podem entrar em contato com a Assessoria de Gestão de Concurso e Vestibulares (Covest) pelo e-mail vestibular@unemat.br ou pelo telefone (65) 98120-0095.
Confira os cursos disponíveis
Cursos com ingresso por histórico escolar
Administração (Noturno): Diamantino, Juara, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra
Arquitetura e Urbanismo (Integral): Barra do Bugres
Ciência da Computação: Alto Araguaia (Noturno), Barra do Bugres (Noturno) e Cáceres (Matutino)
Ciências Biológicas (Noturno): Alta Floresta, Cáceres, Nova Xavantina e Tangará da Serra
Ciências Contábeis (Noturno): Cáceres, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra
Ciências Econômicas (Noturno): Sinop
Educação Física: Cáceres (Matutino) e Diamantino (Noturno)
Engenharia Civil (Integral): Nova Xavantina, Sinop e Tangará da Serra
Engenharia de Produção Agroindustrial (Noturno): Barra do Bugres
Engenharia Elétrica (Integral): Sinop
Engenharia Florestal (Noturno): Alta Floresta
Geografia (Noturno): Cáceres e Sinop
Gestão de Turismo (Noturno): Nova Xavantina
História (Noturno): Cáceres
Jornalismo (Noturno): Tangará da Serra
Letras (Noturno): Alto Araguaia, Cáceres, Sinop e Tangará da Serra
Matemática (Noturno): Barra do Bugres, Cáceres e Sinop
Pedagogia (Noturno): Cáceres, Juara e Sinop
Processos Gerenciais (Noturno): Tangará da Serra
Sistemas de Informação (Noturno): Sinop
Tecnologia em Alimentos (Noturno): Barra do Bugres
Zootecnia (Matutino): Pontes e Lacerda
Cursos com ingresso por prova
Agronomia (Integral): Alta Floresta, Cáceres, Nova Mutum, Nova Xavantina e Tangará da Serra
Direito: Alta Floresta (Noturno), Barra do Bugres (Noturno), Cáceres (Matutino), Diamantino (Noturno) e Pontes e Lacerda (Noturno)
Enfermagem (Integral): Cáceres, Diamantino e Tangará da Serra
Medicina (Integral): Cáceres
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Ciclone e frente fria devem provocar chuva de até 150 mm nos próximos dias

A formação de um novo ciclone extratropical deve intensificar as chuvas no Centro-Sul do Brasil nos próximos dias. Segundo Arthur Müller, meteorologista do Canal Rural, São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul estão entre os estados que exigem maior atenção, devido ao risco de temporais, rajadas de vento intensas e queda de granizo.
De acordo com o especialista, um sistema de baixa pressão sobre o Paraguai já favorece a formação de instabilidades, enquanto a atuação de um cavado atmosférico contribui para a ocorrência de chuvas fortes no sul de Mato Grosso do Sul, em São Paulo e no norte do Paraná.
A previsão indica a formação de um ciclone extratropical a partir de sexta-feira (16), associado ao desenvolvimento de uma frente fria. O sistema deve canalizar umidade e reforçar as precipitações, principalmente na semana de 19 a 23 de outubro.
Nesse período, os acumulados podem variar entre 100 e 150 milímetros em áreas de São Paulo, sul de Mato Grosso do Sul e Paraná, o que pode prejudicar o andamento das atividades agrícolas.
Para esta terça-feira (13), o meteorologista também alerta para a possibilidade de rajadas de vento intensas e queda de granizo, principalmente no Paraná e em Mato Grosso do Sul.
Chuvas avançam pelo Brasil Central e favorecem plantio da soja
A chegada gradual das chuvas ao Brasil Central tem contribuído para o avanço do plantio da safra de soja 2026/27.
Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), citados pelo meteorologista, a semeadura da oleaginosa está 4,5 pontos percentuais à frente do ritmo registrado no mesmo período do ano passado.
Em Mato Grosso, mais de 25% da área prevista já foi semeada, enquanto o Paraná lidera o avanço dos trabalhos, com 36% da área cultivada.
Mato Grosso do Sul também apresenta evolução significativa em relação ao ano passado, favorecida pela redução temporária das chuvas e pela boa umidade do solo.
Arthur Müller explica que as precipitações recentes ajudaram a recuperar as condições de umidade no centro-sul de Mato Grosso e de Goiás. Entretanto, áreas do centro-norte do país ainda precisam de volumes mais expressivos para garantir condições adequadas ao plantio.
Em São Paulo, o excesso de chuva tem dificultado o início dos trabalhos em algumas áreas. Já no Tocantins, o problema é a falta de umidade no solo.
O meteorologista recomenda cautela aos produtores que dependem exclusivamente das chuvas para o desenvolvimento das lavouras.
Segundo ele, o ideal é aguardar a recuperação da umidade do solo antes de iniciar a semeadura em áreas de sequeiro, reduzindo os riscos para o estabelecimento inicial da cultura.
Matopiba deve receber chuva, mas volumes ainda serão baixos
O avanço das instabilidades também deve beneficiar áreas do Matopiba, região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.
A previsão indica acumulados iniciais entre 10 e 15 milímetros em áreas do centro-norte do Brasil, sinalizando uma retomada gradual das precipitações.
De acordo com Arthur Müller, a tendência é de que a chuva avance nas próximas semanas, especialmente após a metade de outubro.
Por volta da semana do dia 25, algumas precipitações também poderão alcançar o Agreste nordestino.
Apesar da perspectiva de melhora, o meteorologista ressalta que os volumes previstos ainda não serão suficientes para reverter o déficit hídrico acumulado em diversas localidades.
Enquanto a chuva avança gradualmente, o calor continua intenso em parte do Centro-Norte, com temperaturas máximas que podem chegar a 40°C em Mato Grosso e no Tocantins.
Veja a previsão de chuva para importantes regiões produtoras de soja:
O meteorologista também apresentou projeções de precipitação para municípios estratégicos da produção agrícola, considerando os próximos 30 dias e a tendência para novembro e dezembro.
Sorriso (MT): chuva deve aumentar em novembro
Em Sorriso, importante polo produtor de soja de Mato Grosso, a previsão indica chuvas irregulares, mas com acumulados próximos de 100 milímetros nos próximos 30 dias.
Segundo Arthur Müller, esses volumes devem contribuir para o desenvolvimento inicial das lavouras recém-semeadas.
A expectativa é de intensificação das precipitações a partir de novembro, com acumulados que podem alcançar 200 milímetros em períodos de 30 dias durante novembro e dezembro.
Toledo (PR): produtores devem aproveitar janelas de tempo firme
No oeste do Paraná, a região de Toledo deve apresentar períodos mais favoráveis às atividades agrícolas entre 16 de outubro e o fim do mês.
O meteorologista destaca, entretanto, que os produtores precisam aproveitar as janelas de tempo firme, já que a tendência é de aumento significativo das precipitações em novembro e dezembro.
Para esse período, a previsão aponta acumulados superiores a 300 milímetros, o que pode limitar os dias disponíveis para operações no campo.
Uberaba (MG): acumulados podem chegar a 200 mm em 30 dias
Em Uberaba, no Triângulo Mineiro, a previsão indica aproximadamente 200 milímetros de chuva nos próximos 30 dias.
O meteorologista também aponta períodos de tempo mais firme a partir do dia 19 e entre os dias 25 e 28 de outubro, que poderão favorecer o avanço do plantio.
Para novembro e dezembro, a tendência é de continuidade das precipitações, com acumulados que podem alcançar 300 milímetros.
Temporais exigem atenção dos produtores rurais
Com a atuação de sistemas de baixa pressão, cavados atmosféricos e a previsão de formação de um ciclone extratropical, o Centro-Sul do Brasil deve enfrentar períodos de instabilidade nos próximos dias.
O maior risco imediato de temporais está concentrado no sul de Mato Grosso do Sul, em São Paulo e no norte do Paraná, onde podem ocorrer chuva intensa, rajadas de vento e granizo.
Na semana seguinte, entre 19 e 23 de outubro, a previsão de acumulados entre 100 e 150 milímetros nessas áreas aumenta a preocupação com possíveis interrupções das atividades agrícolas.
Enquanto isso, no Brasil Central, a chegada gradual das chuvas tende a melhorar as condições para o plantio da soja, embora algumas áreas ainda dependam de maior recuperação da umidade do solo.
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