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10 de outubro de 2026

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Gargaglione Costa inaugura nova sede e consolida expansão a partir de Cuiabá

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À frente do escritório, Lorena Gargaglione e Yendis Costa completam cinco anos de sociedade com atuação nacional e carteira de clientes concentrada no interior de Mato Grosso

Cinco anos depois de constituírem a sociedade, os advogados Lorena Gargaglione e Yendis Rodrigues Costa inauguraram, na quinta-feira (8), a nova sede do Gargaglione Costa Advogados, em Cuiabá. A mudança acompanha a expansão do escritório, que tem atuação nacional, presença no agronegócio e foco no Direito Tributário.

A nova matriz reúne uma equipe especializada no atendimento a demandas municipais, estaduais e federais. O trabalho inclui consultoria, planejamento tributário e defesa em processos administrativos e judiciais, áreas que aproximam os sócios das decisões que afetam o funcionamento das empresas e a atividade dos produtores rurais.

“O crescimento do escritório vem de uma relação construída ao longo dos anos com os nossos clientes. Conhecer a realidade de cada empresa e de cada produtor faz diferença na orientação jurídica. A nova sede nos dá estrutura para ampliar esse trabalho e acompanhar de perto as mudanças que afetam seus negócios”, afirma Yendis Costa.

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Essa relação aparece no perfil da carteira: cerca de 80% dos clientes são pessoas e empresas do interior de Mato Grosso. Para muitos deles, uma reunião presencial exige horas de viagem até a capital. Receber esse público com privacidade e espaço para discutir suas demandas foi uma das prioridades do projeto.

“Muitos clientes percorrem longas distâncias para estar conosco. Esse deslocamento representa tempo, esforço e, sobretudo, confiança no nosso trabalho”, afirma Lorena.

Com ambientes amplos, divisórias de vidro e áreas de convivência, a sede também foi planejada para facilitar a integração dos profissionais. A estrutura acompanha o trabalho de preparação dos clientes para as mudanças da reforma tributária, uma das frentes de atuação do escritório.

Yendis e Lorena compartilham a condução dessa nova etapa. A especialização no Direito Tributário e o atendimento a clientes ligados ao agronegócio fazem parte da trajetória da sociedade, que chega ao quinto ano com uma nova matriz na capital.

A inauguração coincide ainda com os 15 anos de advocacia de Lorena. Mestre em Direito, com ênfase em Direito Tributário e Finanças Públicas, ela integrou a Comissão da Reforma Tributária no Senado Federal e exerceu funções institucionais na Ordem dos Advogados do Brasil.

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“Este espaço reflete os cinco anos de Gargaglione Costa e os 15 anos da minha trajetória na advocacia. Cada detalhe traduz nossa história, nossos valores e a forma como trabalhamos”, diz a advogada.

Filha do ex-procurador-geral do Estado José Vitor da Cunha Gargaglione, já falecido, Lorena encontrou no pai o incentivo para seguir a profissão. Ao recordar as dúvidas que teve na juventude, conta que ouviu dele uma frase que ainda orienta sua maneira de exercer a advocacia: “Filha, talvez o Direito precise justamente de mais pessoas como você, com mais emoção do que razão”.

Essa atenção ao relacionamento com os clientes acompanha o trabalho desenvolvido pelos sócios e pela equipe. Para Lorena, a nova sede representa também o resultado dessas relações.

“É muito gratificante olhar para tudo o que construímos e perceber o quanto evoluímos. Esse espaço representa nossa história, o trabalho da equipe e a confiança dos clientes que caminham conosco”, afirma.

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Cavalaria da PM apreende menor com 46 porções de maconha e histórico por latrocínio em VG

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Suspeito de 17 anos tentou fugir de moto no bairro Hélio Ponce de Arruda e jogou sacola com entorpecentes durante perseguição

Policiais militares da Cavalaria apreenderam, nesta sexta-feira (9.10), um adolescente, de 17 anos, suspeito por tráfico ilícito de drogas em Várzea Grande. Com o menor foram encontrados 46 porções de substância análogas à maconha. O envolvido possui passagens criminais por roubo seguido de morte e tráfico.

Durante patrulhamento tático na região do bairro Hélio Ponce de Arruda, os militares flagraram o adolescente conduzindo uma motocicleta em alta velocidade. Ao perceber a presença dos policiais, ele realizou uma manobra brusca e seguiu, dando início a uma perseguição policial.

No trajeto, o suspeito dispensou uma sacola ao chão. Em seguida, os policiais realizaram abordagem do motociclista, que foi detido com seis porções de maconha e um celular.

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Os militares localizaram a sacola contendo outras 30 porções da mesma substância. O menor confessou que mantinha em sua residência materiais utilizados para o preparo e comercialização de drogas, além de outras 10 porções prontas para venda.

Após abordagem, as equipes identificaram que o homem já possui diversas passagens criminais. O suspeito foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Alerta aos empresários de Mato Grosso: novas exigências da NR-1 podem resultar em multas e autuações

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Empresas precisam se adequar às novas regras de segurança e saúde no trabalho para evitar penalidades e garantir o cumprimento da legislação trabalhista.

Comércio, indústria, agronegócio e empresas prestadoras de serviços precisam ficar atentos às regras de saúde mental no trabalho. Descumprimento pode gerar penalidades e aumentar os riscos de ações trabalhistas.

 

Empresários de Mato Grosso precisam ficar atentos! As novas exigências da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) ampliaram as responsabilidades das empresas na prevenção de problemas relacionados à saúde mental dos trabalhadores.

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A medida atinge diversos setores da economia mato-grossense, incluindo o comércio, a indústria, a construção civil, o transporte e o agronegócio.

 

O alerta é sério: empresas que deixarem de cumprir as obrigações aplicáveis poderão enfrentar fiscalizações, autuações e multas.

 

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Saúde mental passa a exigir atenção das empresas

 

Com a atualização da NR-1, fatores como assédio moral, excesso de pressão, jornadas exaustivas e sobrecarga de trabalho devem ser considerados na avaliação dos riscos psicossociais relacionados às atividades profissionais.

 

Na prática, não basta afirmar que a empresa oferece um ambiente saudável. É necessário identificar os riscos existentes, avaliar as condições de trabalho, adotar medidas preventivas e manter os registros exigidos pela legislação.

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Empresários podem ser surpreendidos pela fiscalização

 

Um dos principais pontos de atenção é a falta de preparação, especialmente entre pequenos e médios empresários que desconhecem as mudanças.

 

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Embora dezembro de 2026 seja apontado em algumas discussões como referência para penalidades, não há confirmação de que seja o início geral das multas. A aplicação de sanções relacionadas às novas exigências também foi objeto de decisões judiciais.

 

O empresário que deixar para se informar somente quando receber a visita de um auditor fiscal poderá descobrir tarde demais que sua empresa possui pendências.

 

Agronegócio e pequenas empresas também devem se preparar

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Em Mato Grosso, onde milhares de empresas movimentam a economia e geram empregos, a adequação merece atenção de produtores rurais empregadores, transportadoras, agroindústrias, estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços.

 

As obrigações variam conforme o enquadramento de cada empresa, mas a necessidade de prevenir riscos à saúde dos trabalhadores deve fazer parte da gestão empresarial.

 

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Prevenir agora pode evitar prejuízos depois

 

Além das penalidades administrativas previstas na legislação, falhas na prevenção de riscos ocupacionais podem contribuir para conflitos trabalhistas, afastamentos e custos adicionais.

 

A recomendação é que os empresários busquem orientação técnica, revisem seus procedimentos e verifiquem se a documentação de segurança e saúde ocupacional está adequada.

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A NR-1 deixou um recado importante ao setor produtivo: a saúde mental no trabalho também faz parte da responsabilidade das empresas. E desconhecer as regras não impede a fiscalização.

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Agro Mato Grosso

Ministério Público dá 7 dias para prefeitura reforçar segurança em cachoeira de MT

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O Ministério Público Federal (MPF) publicou, nesta sexta-feira (9), uma recomendação para que a Prefeitura de Juscimeira adote, em até sete dias, medidas emergenciais para reforçar a segurança e conter danos ambientais na Cachoeira do Prata, a 157 km de Cuiabá. Entre as medidas previstas estão organizar a visitação turística ou suspender temporariamente o acesso ao local.

Entre as medidas recomendadas estão organizar a visitação ou suspender temporariamente o acesso de turistas. Se o acesso continuar liberado, a prefeitura deverá retomar a coleta regular de lixo, instalar placas de alerta e educativas e disponibilizar estrutura mínima de apoio.

Dados do Corpo de Bombeiros citados no documento registram quatro mortes por afogamento entre 2021 e 2025. Também houve um resgate aquático em 2026 e dois grandes incêndios florestais em 2025.

O MPF também aponta falta de placas de alerta sobre áreas de risco e profundidade, além da ausência de estrutura de apoio à segurança dos visitantes. O documento cita riscos relacionados a saltos de pedras e à presença de cacos de vidro submersos.

A Prefeitura de Juscimeira, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) estão entre os órgãos que devem adotar medidas emergenciais. A recomendação prevê ainda a divulgação das restrições à visitação nos canais oficiais e nas redes sociais.

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O documento também recomenda impedir a circulação e o estacionamento de veículos no leito rochoso do rio e em áreas de preservação permanente.

O Incra deverá coordenar, em até 15 dias contados do recebimento da recomendação, um grupo de trabalho com órgãos públicos e representantes da comunidade local para discutir a organização do uso da área e do turismo.

Pichações e danos em área arqueológica

A Cachoeira do Prata e um trecho de 63 km do Rio do Prata são protegidos por tombamento estadual como patrimônio histórico, natural e paisagístico.

O documento também aponta danos em uma área arqueológica a cerca de três quilômetros da cachoeira, onde há pinturas e gravuras rupestres. Segundo o MPF, foram identificadas pichações e danos físicos às rochas.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) foi solicitado a realizar uma avaliação técnica dos danos e indicar medidas para preservar e recuperar o patrimônio arqueológico.

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Agro MT