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8 de outubro de 2026

Business

Preço da manga tommy cai 37,9% no mês e chega a R$ 3,31/kg

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Cotada a R$ 3,31/kg na última segunda-feira (5), a manga (Mangifera indica L.) da variedade Tommy Atkins é o produto destaque desta semana no atacado da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), registrando a tendência mais favorável para compra neste período.

Na comparação mensal, a fruta registrou uma queda de 37,9%. Em comparação ao mesmo período do ano passado, apresentou uma queda de 9,1%, tendo sido cotada a R$ 3,64/kg, enquanto a comparação semanal apontou redução de 12,4%.

Pertencente à família Anacardiaceae, originou-se na cidade de Fort Lauderdale, no estado americano da Flórida, em 1920, derivando da variedade Haden. Sua casca espessa tem coloração laranja-amarelada combinada com vermelho-púrpura intenso e protege uma polpa firme, suculenta e de coloração laranja-amarelada. O teor de fibra é médio e sabor e aroma são bem característicos.

Você sabia?

Exportada para países como Holanda, Espanha, Portugal e Reino Unido, a variedade é uma das mais cultivadas no território brasileiro, sendo o Vale do São Francisco seu líder de produção, especialmente as cidades de Petrolina (PE) e Juazeiro (BA). De outubro a dezembro, a manga Tommy tem seu período de maior volume de oferta.

O cultivo da mangueira irrigada no semiárido nordestino apresenta como principais características a utilização de espaçamentos menores e práticas de poda de condução, o que permite plantas mais compactas. Dessa forma, a primeira produção é antecipada e o rendimento de frutas estabiliza mais cedo.

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As plantas têm o crescimento vegetativo e a floração manejados por meio da irrigação, utilizando-se reguladores de crescimento e podas, o que resulta na possibilidade de haver produção de frutos em qualquer época do ano, de forma a atender diferentes mercados. Com alta produtividade e boa conservação pós-colheita, essa manga resiste bem a danos mecânicos e ao transporte de longa distância.

Benéfica à saúde

Com alto valor nutricional, a Tommy é rica em vitaminas A, do complexo B e C. Estes, se juntam a compostos bioativos, como polifenóis e carotenoides, assim como fibras e sais minerais, principalmente magnésio e potássio.

É alimento recomendado para a saúde dos olhos e favorece tanto renovação celular quanto imunidade fortalecida, tendo por destaque a ação antioxidante. Seu consumo auxilia também na saúde intestinal e no controle da pressão arterial.

Na culinária, a forma tradicional para consumo da variedade é in natura, mas também pode ser utilizada como componente de sucos integrais, polpa congelada, sorvete, doces, produtos, lácteos e outras inúmeras opções.

Comercialização

Em 2025, o Entreposto Terminal São Paulo (ETSP) comercializou 25.881,62 toneladas de manga Tommy Atkins, tendo como principais originários dessa produção, os estados da Bahia (52,1%), Pernambuco (29,9%) e São Paulo (13,5%).

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Mercado de bioinsumos deve fechar 2026 com alta de até 7% em valor e 10% em volume

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O mercado brasileiro de bioinsumos deve encerrar 2026 com crescimento de 5% a 7% em valor de vendas e de cerca de 10% em volume, na comparação com 2025, conforme projeção da Associação Nacional de Promoção e Inovação da Indústria de Biológicos (ANPII Bio).

No primeiro semestre de 2026, o mercado cresceu 7% em volume em relação ao mesmo período do ano passado. Em valor de vendas, porém, não houve incremento, principalmente em razão do atraso nas compras e maior pressão de preços nos insumos agrícolas.

De acordo com a entidade, a desaceleração foi mais evidente no segundo trimestre, quando se intensificaram os problemas relacionados a preços e suprimento de fertilizantes e aumentaram as incertezas sobre os preços futuros das principais commodities agrícolas. Com isso, produtores retardaram decisões de compra e passaram a concentrá-las mais próximas do início do plantio da safra de verão.

“O crescimento em volume mostra que a adoção dos bioinsumos continua avançando, mesmo em um ambiente mais desafiador. Por outro lado, a diferença entre volume e valor evidencia a pressão sobre os preços médios, uma dinâmica que a indústria já vem acompanhando nos últimos anos. A expectativa é de recuperação do ritmo de compras no segundo semestre, sustentando um fechamento positivo para 2026”, afirma a diretora de operações da ANPII Bio, Larissa Bonotto.

Perfil das tecnologias oferecidas

Além do avanço da adoção, os dados mostram uma transformação no perfil das tecnologias oferecidas ao mercado. Entre os biodefensivos, cresce a participação de produtos com mais de uma classe de uso, como nematicidas-fungicidas e acaricidas-inseticidas biológicos.

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Nos inoculantes, também avançam formulações que combinam mais de uma espécie de microrganismo.

Essas categorias representaram 22% do valor das vendas no primeiro trimestre de 2026, ante 16% em 2025, indicando uma oferta mais diversificada e de maior valor agregado, em contraste com um mercado anteriormente mais concentrado nos produtos tradicionais, contendo apenas Bradyrhizobium e Azospirillum.

“Essa mudança no mix é um dos sinais de amadurecimento do mercado. As empresas estão ampliando seus portfólios e incorporando tecnologias com diferentes funcionalidades e combinações de microrganismos”, ressalta Anderson Nora Ribeiro, sócio-fundador da 5P2R Marketing de Precisão, consultoria responsável pela Plataforma de Inteligência de Mercado da ANPII Bio.

Segundo ele, também é observada uma diversificação na atuação das indústrias, que passaram a estar presentes em mais de um segmento, acompanhando a demanda por soluções cada vez mais integradas ao manejo agrícola.

A diversificação aparece na própria composição da indústria acompanhada pela plataforma: das 30 empresas analisadas em 2026, metade já atuam tanto com inoculantes quanto com defensivos biológicos, enquanto as demais mantêm atuação exclusiva em um dos dois segmentos.

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Como referência, no ano de 2022, esse percentual de empresas atuando com as duas categorias de produtos era de apenas 26%.

Regulamentação da Lei dos Bioinsumos

O desempenho do mercado ocorre paralelamente a uma mudança importante no ambiente regulatório, com a Lei dos Bioinsumos (Lei nº 15.070/2024) avançando para a etapa final de regulamentação.

Para a ANPII Bio, a conclusão dessa etapa é importante para dar maior previsibilidade ao ambiente regulatório e acompanhar a evolução de uma indústria que vem ampliando escala, portfólio e investimentos em novas tecnologias.

“A indústria chega a essa nova etapa regulatória com um mercado que já avançou em adoção, escala e diversidade tecnológica. A regulamentação poderá contribuir para dar mais segurança e previsibilidade aos investimentos e ao desenvolvimento de novas soluções. O próximo desafio será transformar esse marco em regras aplicáveis, equilibradas e compatíveis com as características dos produtos biológicos”, pontua a diretora de operações da ANPII Bio.

A expectativa da entidade é que a regulamentação preserve os avanços construídos ao longo do processo de elaboração da Lei e do decreto, conciliando segurança, inovação, proporcionalidade e viabilidade operacional para a indústria, sem perder de vista as necessidades do produtor e as particularidades das diferentes tecnologias biológicas.

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Política brasileira entra em fase de adaptação ao novo eleitor

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As eleições de 4 de outubro expuseram uma mudança na forma como o eleitor brasileiro se relaciona com a política. A escolha nas urnas passa a refletir uma sociedade mais atenta à atuação das instituições, à entrega de resultados e à relação direta entre representantes e suas bases.

Essa transformação também aparece dentro do próprio sistema político. A redução do número de partidos, a formação de federações e blocos e a renovação dos quadros do Congresso indicam uma reorganização que ainda está em andamento.

Ao mesmo tempo, a tecnologia mudou a forma como candidatos chegam ao eleitor. A comunicação deixou de depender apenas dos meios tradicionais e passou a ser filtrada por algoritmos que selecionam conteúdos de acordo com os interesses e comportamentos de cada pessoa.

Para o analista político João Henrique Hummel, esse conjunto de mudanças aponta para uma alteração mais profunda na relação entre sociedade e política. “A gente está aprendendo a conviver com isso”, resume em entrevista ao programa Direto ao Ponto, ao avaliar a nova configuração de poder entre Congresso, Executivo e sociedade.

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A percepção sobre as instituições é um dos elementos desse processo. Na avaliação do especialista, existe uma diferença cada vez mais evidente entre a confiança na estrutura institucional e a avaliação de quem ocupa esses espaços.

O analista considera que essa distância ajuda a explicar parte do comportamento observado nas eleições. “Vemos que as pessoas acreditam nas instituições, mas não acredita nas pessoas que estão nas instituições”, afirma.

Essa mudança também aumenta a cobrança sobre os representantes eleitos. O debate deixa de estar concentrado apenas na escolha de nomes e passa a envolver a capacidade de produzir resultados e responder às demandas da sociedade.

Nesse ambiente, o Congresso ganha peso. Hummel avalia que a estrutura constitucional brasileira criou uma relação de poder que exige adaptação tanto dos parlamentares quanto dos eleitores. A sociedade, segundo ele, ainda está entendendo como funciona esse novo equilíbrio.

Foto: Canal Rural Mato Grosso

Partidos passam por reorganização

A transformação não se limita ao comportamento do eleitor. O próprio sistema partidário está passando por uma reestruturação, com redução no número de legendas e formação de federações e blocos.

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Hummel vê nesse movimento uma tendência de maior organização da atividade política. As emendas parlamentares também entram nesse processo porque aproximam a atuação dos congressistas das regiões onde concentram votos.

Na prática, o parlamentar passa a precisar acompanhar onde os recursos são aplicados e quais resultados produzem. A cobrança do eleitor, portanto, não termina na urna.

“Os partidos estão diminuindo, está tendo uma profissionalização e se está criando blocos, estrutura, formação de times”, pontua. Para ele, esse processo tende a fortalecer organizações partidárias mais estruturadas e reduzir o espaço para candidaturas sem uma base política definida.

A mudança também alcança a relação entre candidatos e seus territórios eleitorais. A destinação de recursos para determinadas regiões cria uma espécie de vínculo permanente com o eleitorado, em um modelo que, na avaliação do analista, se aproxima de algumas características do voto distrital.

Algoritmos tornam eleitor mais individualizado

A tecnologia acrescenta outra camada a essa transformação. Hummel observa que os algoritmos se tornaram mais eficientes nos últimos anos e passaram a interferir diretamente na maneira como as pessoas recebem informações políticas.

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O eleitor pode bloquear determinados conteúdos, por exemplo, deixar de acompanhar pessoas e selecionar aquilo que deseja consumir. Com isso, a comunicação política se torna cada vez mais individualizada.

“Você só vai receber a informação que você quer e que você está preparado para receber”, afirma Hummel ao programa do Canal Rural Mato Grosso. Ainda na avaliação dele, essa mudança faz com que políticos tenham de identificar demandas cada vez mais específicas para estabelecer uma relação com seus eleitores.

O cenário ainda está em construção. A sociedade, os partidos e os próprios candidatos precisam aprender a lidar com uma dinâmica em que a informação circula de forma segmentada e as escolhas são influenciadas por ambientes digitais personalizados.

Para Hummel, esse aprendizado será gradual. “Nós estamos no processo de adaptação”, resume. Nesse contexto, participação, debate e acompanhamento da atuação política passam a ter peso maior na construção da relação entre eleitor e representantes, frisa.

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Chuva irregular escalona início do plantio da soja em Gaúcha do Norte

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O plantio da soja começou de forma lenta e escalonada em Gaúcha do Norte, em Mato Grosso, diante da distribuição irregular das chuvas. Enquanto algumas propriedades já colocaram as máquinas em campo, outras ainda aguardam umidade suficiente para iniciar a semeadura.

A expectativa do Sindicato Rural é que a oleaginosa ocupe aproximadamente 230 mil hectares no município na safra 2026/27. Até agora, porém, a estimativa é de que apenas 5% dessa área tenha sido plantada.

O atraso ocorre em um cenário de solo seco e temperaturas elevadas. Em uma das propriedades, foram registrados até 65°C na superfície do solo, enquanto o acumulado desde o início de setembro chegou a cerca de 80 milímetros.

Na fazenda do produtor rural Adalberto Grando, o plantio começou pelas áreas irrigadas. Dos 2,1 mil hectares que serão cultivados com soja nesta safra, 600 hectares contam com irrigação e já foram semeados. “A chuva está muito escalonada ainda”, resume.

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Janelas de umidade definem avanço

Nas áreas de sequeiro, a decisão de semear depende da ocorrência de chuvas capazes de garantir umidade suficiente para a emergência das plantas. Parte desses talhões chegou a receber sementes na tentativa de aproveitar os primeiros volumes registrados, mas o estabelecimento das plantas ainda é acompanhado.

“A gente tinha plantado até algumas alcinhas fora da área irrigada para aproveitar, não estava nascendo, vamos ver como vai ficar o estande, como vai ficar a qualidade do plantio”, relata Grando ao Patrulheiro Agro.

A propriedade tem 25% da área destinada à soja sob irrigação. Mesmo com a tecnologia disponível e a proteção da palhada, o produtor afirma que a condição climática interfere no início da lavoura.

“Falar que não tem impacto isso é não entender a sistemática, porque por mais que a gente tenha uma proteção de palhada, por mais que a gente tenha uma estrutura melhor, o impacto ainda existe”, pontua.

Em outras propriedades do município, a semeadura ainda não começou. O avanço, portanto, ocorre conforme as oportunidades de umidade, enquanto os produtores avaliam o risco de comprometer a formação inicial da lavoura.

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Custo elevado aumenta cautela

Além da condição climática, o custo da safra pesa na decisão. Grando calcula que a implantação da soja ultrapasse R$ 5 mil por hectare, reduzindo a margem para erros em uma temporada de despesas elevadas.

“É um dilema em alguns momentos. Simplesmente a gente olha e pede a Deus, porque é risco de plantar e plantar mal a soja. Nós estamos falando de um custo de mais de R$ 5 mil por hectare”, afirma.

O produtor também chama atenção para o impacto que um atraso na soja pode provocar sobre o milho segunda safra. “Não plantar o milho na janela certa, nós estamos falando em ter uma produtividade que não paga nem a conta”, acrescenta.

A combinação de despesas elevadas e risco climático aumenta a preocupação com a tomada de decisão. “As margens na agricultura estão tão apertadas. Qualquer erro, qualquer problema que der a gente não consegue mais recuperar”, frisa Grando ao Canal Rural Mato Grosso.

Apesar da apreensão, ele considera que o cenário atual não deve necessariamente repetir o observado em 2015/16. Naquele período, segundo o produtor, a propriedade teve produtividade de 37 sacas de soja por hectare e perdeu a safrinha de milho.

“Todo mundo está jogando para cima dessa questão do super El Niño, comparando com 2015/16. Nós aqui em 2015/16 nós produzimos 37 sacas de soja de produtividade por hectare e perdemos 100% da safrinha de milho”, relembra.

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Município aguarda regularização

Em outra propriedade em Gaúcha do Norte, o agricultor Josenei Zemolin ainda não iniciou a semeadura dos 1.080 hectares previstos com soja. A falta de umidade e as temperaturas elevadas mantêm as máquinas paradas.

“Nada, e as chuvas estão bem escassas, o solo está seco, o clima, temperatura muito quente e não tem condição de dar andamento no plantio”, relata à reportagem.

Para ele, a decisão também precisa considerar o custo da temporada. “Esse ano para nós é um custo bastante puxado, praticamente é uma das safras mais caras que Mato Grosso já plantou”, afirma.

A estratégia, neste momento, é aproveitar rapidamente os períodos de chuva para colocar as máquinas em operação. “Na hora que aparecer a chuva você vai aproveitar essa umidade que tem, talvez vai ter que tocar 24 horas para aproveitar a umidade”, explica Zemolin.

O presidente do Sindicato Rural de Gaúcha do Norte, Valdomiro Schulz, estima que apenas cerca de 5% da área do município tenha sido plantada até agora.

“Gaúcha do Norte o que tem plantado é muito pouco. Poucas fazendas plantaram. Eu mesmo não plantei nada porque na nossa área não teve umidade suficiente ainda”, comenta.

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A expectativa entre os produtores é que a chuva se regularize e permita acelerar os trabalhos. Schulz salienta que a retomada depende diretamente de uma melhora nas condições climáticas.

“Acredito que Deus vai mandar chuva o suficiente para que possamos fazer o plantio e acreditamos que daqui para frente a chuva normaliza e os plantios vão se normalizar e logo logo nós vamos estar com uma área plantada dentro do nosso município”, conclui.

+Confira todos os episódios da série Patrulheiro Agro


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