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6 de outubro de 2026

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Preço do trigo segue em alta, mas qualidade do cereal preocupa, aponta Cepea

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A colheita de trigo avança no Brasil, mas a qualidade do cereal colhido tem ficado abaixo das expectativas, cenário que tem dado sustentação aos preços do produto dentro dos padrões superiores, conforme levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

O excesso de umidade registrado ao longo do ciclo de cultivo prejudicou a classificação do grão: cresceu a disponibilidade de trigos classificados como tipos 2 e 3, com peso hectolítrico (PH) reduzido, enquanto caiu a oferta de trigo tipo 1.

Com menos produto dentro dos padrões de qualidade mais procurados pelo mercado, os vendedores que ainda detêm lotes classificados como superior têm conseguido elevar os valores praticados nas negociações.

A colheita nacional segue em desenvolvimento e já se aproxima de um terço da área cultivada. Dados da Conab referentes até 25 de setembro indicam que 28,9% da área destinada ao trigo no país já havia sido colhida até aquele momento.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Colheita do milho de segunda safra chega a 99,8% no Brasil, diz Conab

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A colheita do milho de segunda safra 2025/26 no Brasil alcançou 99,8% da área até a última sexta-feira (2), informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira (6). O avanço foi de 0,3 ponto porcentual sobre a semana anterior. Na comparação com o mesmo período da safra 2024/25, o ritmo está 0,2 ponto porcentual abaixo. Em relação à média dos últimos cinco anos, de 99,9%, o atraso é de 0,1 ponto porcentual.

Segundo a Conab, apenas São Paulo e Paraná ainda não concluíram totalmente a colheita do milho de inverno no país. Ambos registravam 99% da área colhida até a sexta-feira (2). Nos demais Estados produtores, os trabalhos já atingiram 100%.

No caso da soja 2026/27, a semeadura chegou a 9,4% da área, com avanço semanal de 5,5 pontos porcentuais. Em relação ao mesmo momento da safra passada, o plantio está 1,2 ponto porcentual abaixo. Já na comparação com a média dos últimos cinco anos, de 8,8%, os trabalhos estão em ritmo mais avançado.

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O Paraná lidera o plantio da oleaginosa, com 28% da área semeada. Na sequência aparecem Mato Grosso do Sul, com 15%, e Mato Grosso, com 14,4%.

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Para o milho de primeira safra 2026/27, a semeadura atingiu 30,8% da área, alta de 3,3 pontos porcentuais frente à semana passada. O índice supera em 1,7 ponto porcentual o registrado no mesmo período do ciclo 2025/26 e também fica acima da média de cinco anos, de 27,9%.

Entre os Estados, o Paraná aparece com 72% da área semeada, seguido por Santa Catarina, com 65%, e Rio Grande do Sul, com 30,8%.

A colheita de trigo 2026 também avançou e alcançou 36,4% da área até a última sexta-feira (2), com ganho semanal de 7,5 pontos porcentuais. No mesmo período da safra passada, o porcentual era de 31%. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 34,7%.

No trigo, o Paraná, maior produtor ao lado do Rio Grande do Sul, já colheu 62% da área. No Estado gaúcho, a retirada das lavouras do campo ainda não havia começado até a sexta-feira (2).

Fonte: Estadão Conteúdo

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Imea estima área maior e produção de 6,65 milhões de toneladas de algodão em MT na safra 2026/27

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Mato Grosso deve ampliar a área destinada ao algodão na safra 2026/27, mas a produtividade projetada abaixo do recorde alcançado no ciclo anterior deve limitar o crescimento da produção. A primeira estimativa do Imea aponta 1,427 milhão de hectares a serem cultivados e 6,645 milhões de toneladas de algodão em caroço na próxima temporada. Já a safra 2025/26 foi encerrada com 1,37 milhão de hectares, produtividade histórica de 330,25 arrobas por hectare e produção de 6,81 milhões de toneladas.

A área estimada para o próximo ciclo representa aumento de 3,84% em relação à temporada 2025/26. Conforme o Instituto, a intenção de ampliar o cultivo está relacionada ao cenário atual de preços da pluma, considerado mais atrativo pelos cotonicultores.

Apesar da expansão da área, o rendimento médio esperado é de 310,39 arrobas por hectare, queda de 6,01% frente ao recorde registrado em 2025/26. A projeção considera condições climáticas menos favoráveis para o desenvolvimento das lavouras, visto possíveis impactos do El Niño.

A estimativa ainda é inicial, reforça o Imea, e pode mudar conforme o andamento da soja, às condições climáticas durante a semeadura e o comportamento dos preços.

“O andamento da safra de soja, em conjunto com o clima no período da semeadura do algodão, bem como os patamares de preços nesse período, será fundamental para a decisão final do produtor”, ressalta a analista de algodão do Imea, Cíntia Teixeira.

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Safra 2025/26 teve rendimento histórico

Na temporada 2025/26, a área de algodão em Mato Grosso foi consolidada em 1,37 milhão de hectares, recuo de 11,18% em relação ao ciclo 2024/25. Mesmo com a redução, as lavouras encerraram a colheita com o maior rendimento já registrado na série histórica do Imea.

A produtividade de 330,25 arrobas por hectare ficou 2,13% acima da estimativa divulgada no mês anterior e 4,80% superior à da safra 2024/25. O resultado foi favorecido pelas chuvas ao longo do desenvolvimento da cultura, que contribuíram para a formação e o enchimento das maçãs.

“Com a finalização da colheita aqui em Mato Grosso e o avanço do beneficiamento, foi possível mensurar com maior precisão a real produtividade do ciclo 2025/26. Diante disso, agora em outubro de 2026, o Imea consolidou a produtividade do algodão em caroço em 330,25 arrobas por hectare, um aumento de cerca de 4,80% em relação ao último recorde, registrado na safra passada 24/25”, explica Cíntia.

O ganho de produtividade, porém, não foi suficiente para compensar a retração da área. Com isso, a produção de algodão em caroço foi consolidada em 6,81 milhões de toneladas, 6,92% abaixo do volume registrado na safra 2024/25.


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Embrapa aponta riscos do El Niño em cada região; veja recomendações aos produtores

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O El Niño 2026/2027 deve impor desafios distintos ao agronegócio brasileiro, com risco de excesso de chuva na Região Sul e possibilidade de seca, irregularidade das precipitações e temperaturas elevadas em grande parte do Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Sudeste.

Diante desse cenário, equipes da Embrapa nas cinco regiões do país elaboraram recomendações para reduzir os impactos do fenômeno sobre lavouras, pastagens e criações. Entre as principais orientações estão o uso do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), escolha de cultivares adaptadas, escalonamento da semeadura e adoção de medidas para conservação da água e do solo.

Os riscos, no entanto, não são uniformes nem mesmo dentro de uma mesma região. No Centro-Oeste, por exemplo, Mato Grosso e Goiás apresentam maior possibilidade de seca, enquanto o sul de Mato Grosso do Sul tende a receber mais chuva.

No Norte, a redução dos níveis dos rios pode afetar, além da agropecuária, a navegação, o transporte e o abastecimento. Já o Sudeste pode registrar áreas mais secas e outras mais chuvosas até dentro de um mesmo estado.

No Sul, o principal problema deve ser o excesso de precipitação, aumentando o risco de encharcamento, erosão, perda de nutrientes e doenças nas lavouras.

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As recomendações aprofundam 163 medidas elaboradas no âmbito do Grupo de Trabalho sobre o El Niño, estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com participação de cerca de 50 profissionais da Embrapa e especialistas do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Centro-Oeste: seca ameaça soja, milho e algodão

No Centro-Oeste, o El Niño deve provocar condições diferentes entre os estados. Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal apresentam maior risco de seca, enquanto Mato Grosso do Sul, especialmente o sul do estado, tende a registrar maior disponibilidade de chuva.

Na maior parte da região, a perspectiva é de atraso e irregularidade das precipitações durante a primavera, seguidos por chuva abaixo da média, veranicos e ondas de calor no verão. O período mais crítico para a seca está projetado entre novembro de 2026 e janeiro de 2027.

O atraso das primeiras chuvas pode prejudicar a semeadura da safra de verão. Já os veranicos representam ameaça principalmente quando coincidem com fases de maior necessidade de água pelas plantas.

Em Mato Grosso e Goiás, a Embrapa chama a atenção ainda para possíveis impactos sobre as culturas implantadas depois da soja, como milho e algodão segunda safra.

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Para soja e milho, a recomendação é respeitar as janelas indicadas pelo Zarc, utilizar cultivares com melhor desempenho diante da seca e do calor, escalonar a semeadura e manter o solo coberto.

Caso haja atraso significativo no plantio da soja, a orientação é avaliar a substituição do milho segunda safra por culturas de menor custo e risco, como sorgo ou milheto.

No algodão, a recomendação é evitar semeadura tardia e priorizar cultivares mais precoces conforme a janela de plantio avança.

Para a pecuária, a orientação é ajustar a lotação dos animais à capacidade das pastagens, manter reservas de forragem e garantir disponibilidade de água e sombra.

Segundo o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste Rodrigo Garcia, os investimentos em tecnologia e práticas conservacionistas podem ajudar o setor a enfrentar as adversidades.

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“Esse investimento, somado à adoção de práticas agrícolas mais conservacionistas, aumenta a resiliência do sistema de produção, superando possíveis desafios climáticos que são cada vez mais recorrentes”, afirma.

No Semiárido, o El Niño pode elevar as temperaturas e modificar a distribuição das chuvas, aumentando a demanda por água e reduzindo a umidade disponível no solo.

As culturas de sequeiro e as pastagens estão entre as atividades mais expostas. Os efeitos, entretanto, não devem ocorrer de maneira homogênea, uma vez que as condições do Oceano Atlântico Tropical também influenciam o regime de chuvas da região.

No último quadrimestre de 2026, as projeções apontam maior probabilidade de chuvas abaixo da média e temperaturas elevadas, aumentando os riscos de déficit hídrico, ondas de calor e queimadas.

Como boa parte do ano agrícola do Semiárido ocorre no primeiro semestre, os impactos mais importantes sobre a produção são esperados no início de 2027, durante um período decisivo da estação chuvosa.

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A situação dos reservatórios, porém, é melhor do que a registrada no forte El Niño de 2015/2016. Em agosto daquele ano, os reservatórios nordestinos armazenavam aproximadamente 23% da capacidade. Em 2026, o volume está próximo de 51%.

Mesmo assim, chuvas irregulares ou insuficientes podem comprometer a recarga, principalmente dos reservatórios menores.

Entre as recomendações estão antecipar a formação de reservas, ampliar a captação e o armazenamento de água, respeitar as janelas do Zarc e escolher espécies e cultivares adaptadas às condições locais.

Em áreas de maior risco para o milho, o sorgo pode ser uma alternativa. Para a pecuária, a Embrapa recomenda planejar antecipadamente a alimentação, conservar reservas de forragem, manter bancos de palma-forrageira e adequar a quantidade de animais à capacidade da propriedade.

Norte: rios podem baixar e afetar produção e transporte

Na Região Norte, a perspectiva é de redução e maior irregularidade das chuvas, atraso na regularização da estação chuvosa, períodos mais prolongados de déficit hídrico e temperaturas elevadas.

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Também existe preocupação com a redução dos níveis dos rios. Os efeitos podem se intensificar entre o fim de 2026 e o início de 2027 e atingir a agropecuária, navegação, transporte e abastecimento.

Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima tendem a concentrar os déficits hídricos mais severos e os principais impactos sobre os rios.

Em Roraima, os efeitos já aparecem. Segundo a Embrapa, o déficit de chuva coincidiu com o período de enchimento dos grãos e há estimativa de perdas entre 30% e 50% na safra de 2026.

No Pará, Amapá e áreas de transição do Maranhão e Mato Grosso, a preocupação está principalmente no atraso das chuvas, prolongamento da estação seca, implantação das lavouras e aumento do risco de incêndios.

No Amazonas, a vazante dos rios pode afetar o transporte de insumos e alimentos, o abastecimento de água, a agricultura de várzea, a pesca e a aquicultura.

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Para culturas como mandioca, milho e feijão-caupi, a orientação é respeitar o Zarc, utilizar cultivares adaptadas e tolerantes ao déficit hídrico e manter o solo protegido.

Na pecuária, os produtores devem formar reservas de forragem, reforçar a suplementação e garantir água e sombra aos animais.

No Sudeste, os efeitos do El Niño também devem variar significativamente conforme a localização.

Entre outubro e dezembro de 2026, a previsão apresentada pela Embrapa indica chuvas acima da média em São Paulo, no Rio de Janeiro, especialmente no centro-sul, e no centro-sul de Minas Gerais.

Em sentido oposto, o norte de Minas Gerais, norte do Espírito Santo e norte fluminense apresentam tendência de condições mais secas.

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As temperaturas devem permanecer acima da média em toda a região, aumentando a evaporação e a perda de umidade do solo.

A Embrapa aponta déficit hídrico, ondas de calor e estresse térmico entre os principais riscos para a agropecuária. Onde a chuva ficar acima da média, por outro lado, as condições podem favorecer a implantação da soja e do milho primeira safra, a formação dos frutos do café e a brotação da cana-de-açúcar.

Na cafeicultura, a atenção aumenta no fim de 2026 e início de 2027, período em que as lavouras passam por fases importantes, como floração e enchimento dos grãos.

No Espírito Santo, o maior risco está relacionado ao café conilon produzido nas regiões Noroeste e Litoral Norte, onde pode haver intensificação do déficit hídrico.

Na pecuária leiteira de Minas Gerais e São Paulo, temperaturas elevadas também podem aumentar o estresse térmico dos animais.

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Para o pesquisador da Embrapa Agrobiologia Ederson Jesus, a diversidade de cenários exige medidas que aumentem a capacidade dos sistemas produtivos de enfrentar extremos climáticos.

“Diante da heterogeneidade climática da região no próximo El Niño, a recomendação central é reforçar a base biológica dos sistemas produtivos: solo coberto, áreas degradadas recuperadas e bioinsumos que ajudam a planta a enfrentar déficit hídrico e calor”, afirma.

Sul deve enfrentar excesso de chuva

Na Região Sul, o cenário se inverte. O El Niño 2026/2027 deve favorecer chuvas mais intensas e concentradas, principalmente entre setembro e dezembro.

O excesso de precipitação aumenta a possibilidade de encharcamento dos solos, erosão e perda de nutrientes, além de dificultar operações de semeadura, aplicação de insumos e colheita.

A maior quantidade de nuvens também pode reduzir a radiação solar e prejudicar o desenvolvimento e o enchimento dos grãos.

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Outro ponto de atenção são as doenças. A combinação entre umidade elevada e períodos prolongados de molhamento das plantas cria condições mais favoráveis para problemas fitossanitários.

Tempestades e ventos fortes também podem provocar danos às lavouras, pomares, florestas e estruturas das propriedades.

Entre as culturas mais expostas estão trigo e outros cereais de inverno, arroz irrigado, soja, milho, frutas de clima temperado e hortaliças.

Para soja e milho, a recomendação é manter o solo protegido, adequar a densidade de semeadura, intensificar o monitoramento de doenças e garantir drenagem superficial eficiente.

No caso do trigo e outros cereais de inverno, a Embrapa orienta utilizar cultivares mais resistentes a doenças e ao acamamento, escalonar a semeadura e planejar antecipadamente colheita, secagem e armazenamento.

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O pesquisador da Embrapa Clima Temperado Ernestino Guarino destaca a importância de manter o solo coberto. Práticas que favorecem a infiltração de água, como terraços e curvas de nível, também são recomendadas tanto diante do excesso quanto da falta de chuva.

“Pragas e doenças também são favorecidas pelo aumento da umidade e exigem maior atenção no manejo das lavouras nesse período”, afirma.

Embrapa apresenta orientações sobre El Niño

A Embrapa realiza na sexta-feira (9), das 10h às 11h30, um evento on-line sobre o El Niño 2026/2027, com transmissão pelo canal da instituição no YouTube.

A programação contará com representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária e terá apresentação do panorama do fenômeno e lançamento de notas técnicas com orientações para as cinco regiões brasileiras e para a gestão dos riscos climáticos.

A Embrapa também reuniu em uma página especial informações sobre períodos críticos, medidas de mitigação, calendário de semeadura, Zarc, manejo e cobertura do solo, alimentação dos rebanhos e sanidade vegetal e animal.

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