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5 de outubro de 2026

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Prêmio de Jornalismo de MT entra no último mês de inscrições com prêmio de até R$ 50 mil

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Concurso do Governo do Estado pagará R$ 420 mil em prêmios líquidos via Pix; repórteres e fotógrafos podem se inscrever gratuitamente

O período de inscrições para a 2ª edição do Prêmio de Jornalismo do Governo de Mato Grosso entrou no último mês. Jornalistas e fotógrafos têm até o dia 5 de novembro para inscrever, gratuitamente, seus trabalhos no concurso. As inscrições voltaram a ser feitas no site oficial do concurso.

Para fazer a inscrição é só acessar o endereço eletrônico https://premiodejornalismogovmt.com.br/#inicio, onde também é possível baixar o regulamento do Prêmio. Podem concorrer reportagens e fotos publicadas entre 1º de abril de 2026 e 5 de novembro de 2026.

Promovido pelo Governo de Mato Grosso, o concurso tem o maior prêmio financeiro do país e reconhece produções jornalísticas que valorizem ações e políticas públicas desenvolvidas no Estado.

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Criado para reconhecer e valorizar profissionais da imprensa que produzem conteúdos jornalísticos sobre iniciativas que contribuem para o desenvolvimento de Mato Grosso, o prêmio será de R$ 50 mil para o primeiro colocado em cada categoria. O segundo lugar receberá R$ 35 mil, enquanto o terceiro será premiado com R$ 20 mil. Os valores são líquidos, ou seja, os vencedores recebem as quantias integralmente.

O tema desta edição é “Ações do Estado de Mato Grosso que o tornam um exemplo de Brasil que dá certo”. Os conteúdos devem se enquadrar em um dos eixos temáticos preestabelecidos: infraestrutura, social, meio ambiente, educação, empreendedorismo, agricultura familiar, saúde, cultura, esporte, segurança, ciência e tecnologia, turismo e desenvolvimento econômico.

A premiação conta com as categorias Impresso, para reportagens em texto publicadas em jornais e revistas; Internet, para reportagens em texto publicadas em sites jornalísticos; Vídeo, para reportagens veiculadas em televisão ou plataformas digitais de vídeo; Áudio, para reportagens veiculadas em rádio ou plataformas de streaming; e Fotografia, para fotos publicadas em veículos impressos ou digitais, em matérias jornalísticas. Nesta edição, fotografias que façam parte de reportagens inscritas no prêmio também poderão concorrer.

Os valores da premiação são líquidos, e o pagamento será realizado via Pix, assim como na primeira edição. A cerimônia de entrega dos prêmios está prevista para o dia 10 de dezembro.

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PL elege mais 19 senadores e impeachment de ministros do STF ganha força em 2027

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Partido chegará a 28 cadeiras, enquanto grupo favorável à medida alcança dois terços da Casa

O PL elegeu 19 senadores nas eleições deste domingo (4) e terá a maior bancada do Senado Federal a partir de 2027. Somados aos parlamentares que ainda possuem quatro anos de mandato, o partido chegará a 28 das 81 cadeiras da Casa.

O resultado também muda a correlação de forças em uma das pautas que mais provocaram embates entre o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) nos últimos anos: os pedidos de impeachment contra ministros da Corte.

Levantamento do Ranking dos Políticos aponta que 54 dos 81 senadores que estarão na Casa em 2027 já se manifestaram favoravelmente à possibilidade de impeachment de ministros do STF. Entre os 54 parlamentares eleitos ou reeleitos neste domingo, 37 já haviam adotado publicamente essa posição.

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O número de 54 corresponde exatamente a dois terços do Senado. Uma decisão do ministro Gilmar Mendes, tomada em dezembro de 2025 e posteriormente revista parcialmente, manteve a exigência de dois terços para deliberações relacionadas ao avanço de processos contra ministros do Supremo.

Isso, contudo, não significa que o afastamento de algum ministro esteja garantido. O levantamento considera manifestações favoráveis ao uso do instrumento do impeachment, e não votos comprometidos com a condenação de um integrante específico do STF.

Além disso, o PL, mesmo com 28 senadores, não terá sozinho os 54 votos. Qualquer tentativa de avançar com um processo dependerá do apoio de parlamentares de outras legendas e também da tramitação do pedido dentro do Senado.

A Constituição atribui ao Senado a competência para processar e julgar ministros do STF por crimes de responsabilidade. Segundo o próprio Senado, nunca houve no Brasil um pedido de impeachment contra ministro do Supremo que tenha sido aprovado.

A nova composição toma posse em fevereiro de 2027. Dos 81 integrantes do Senado, 54 cadeiras foram renovadas nas eleições de 2026, enquanto os outros 27 parlamentares seguem no meio de seus mandatos.

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Hospital em Sinop passa a ofertar radioterapia pelo SUS para 90 municípios de MT

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Habilitação do Hospital Santo Antônio descentraliza tratamento oncológico e atende 1,7 milhão de moradores das regiões Norte, Leste e Centro-Noroeste

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) habilitou o Hospital Santo Antônio, em Sinop, para a oferta de serviços de alta complexidade em radioterapia e braquiterapia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A implantação foi firmada entre a SES-MT e a Fundação de Saúde Comunitária de Sinop, responsável pela unidade.

A habilitação amplia e descentraliza a assistência oncológica no Estado, que historicamente esteve concentrada nos polos das regiões de saúde Baixada Cuiabana e Sul, nos municípios de Cuiabá e Rondonópolis. Com o novo serviço, o Hospital Santo Antônio passa a atuar como referência para as Macrorregiões Norte, Leste e Centro-Noroeste, abrangendo 90 municípios e uma população estimada em 1.723.927 habitantes, conforme o Censo 2022 do IBGE.

Com a mudança, a unidade avança do perfil de Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON) simples para UNACON com Serviço de Radioterapia e Braquiterapia. A estrutura permitirá ampliar a continuidade do cuidado, reunindo, no mesmo ponto de atenção regional, etapas como diagnóstico, estadiamento, cirurgia, quimioterapia, radioterapia, braquiterapia e acompanhamento dos pacientes.

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A medida também contribui para reduzir os deslocamentos de pacientes que precisam realizar sessões de radioterapia fora da região de residência. A referência regional reduz o deslocamento de centenas de quilômetros até a Capital para a realização do tratamento.

Acesso ao tratamento

O novo contrato estabelece uma meta relacionada ao início oportuno do tratamento oncológico. O Plano de Metas prevê que o hospital deve comprovar que pelo menos 80% dos pacientes do SUS iniciaram a radioterapia ou tratamento específico em até 60 dias após a emissão do laudo anatomopatológico, em cumprimento à Lei Federal nº 12.732/2012.

A capacidade assistencial foi planejada a partir do histórico de atendimentos regulados de 2025. Considerando uma margem de 30% para absorção da demanda reprimida e a expansão do serviço após a regionalização, a meta estabelecida para a operação plena é de 624 atendimentos por ano.

A implantação ocorrerá de forma gradual. Nos três primeiros meses, a meta será de 16 atendimentos mensais; do quarto ao sexto mês, de 31 atendimentos; e, a partir do sétimo mês, será alcançada a capacidade plena de 52 atendimentos por mês.

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No momento, o Estado já trabalha nos trâmites para início da operação.

Qualidade e segurança

O serviço também contará com retaguarda de urgência e emergência 24 horas por dia, sete dias por semana, para oferecer suporte aos pacientes em casos de intercorrências, reações ou complicações relacionadas às terapias radioterápicas e braquiterápicas.

A implantação do serviço fortalece a política de regionalização da assistência do SUS em Mato Grosso e amplia o acesso da população a tratamentos oncológicos de alta complexidade.

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Gisela será a primeira vice-governadora de MT em duas décadas

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A vitória da chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos) neste domingo (4) também marcou o retorno de uma mulher à Vice-Governadoria de Mato Grosso. Gisela Simona (União Brasil) assumirá o cargo em janeiro de 2027, duas décadas depois do fim do mandato de Iraci França, última mulher a ocupar o posto.

Após o resultado, Gisela afirmou que sua eleição traz uma responsabilidade de representação das mulheres, da população negra e dos mato-grossenses em situação de vulnerabilidade. Segundo ela, essa preocupação deverá orientar sua atuação ao lado de Pivetta.

“Eu quero muito, ao lado de Pivetta, como mulher, usando essa minha sensibilidade, poder cuidar das pessoas”, declarou a vice-governadora eleita.

Gisela também avaliou que a organização da administração estadual permite ampliar o atendimento à população. Na entrevista, defendeu que essa estrutura seja usada para melhorar as condições de vida, principalmente de quem mais precisa do poder público.

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A última passagem de uma mulher pela Vice-Governadoria ocorreu entre 2003 e 2006, quando Iraci França integrou a gestão de Blairo Maggi. Depois dela, o cargo foi ocupado por Silval Barbosa, Chico Daltro, Carlos Fávaro e Otaviano Pivetta.

Pivetta chegou ao comando do Executivo em março deste ano, após Mauro Mendes deixar o governo para disputar o Senado. Com o resultado de domingo, permanecerá à frente do estado e terá Gisela como vice no próximo mandato.

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