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Vem temporal! Domingo será de chuva forte e risco de ventania em Mato Grosso

Instabilidade provocada por frente fria também deve derrubar as temperaturas na capital
A passagem de uma frente fria pode provocar chuva forte, raios e rajadas de vento de até 90 km/h em Mato Grosso neste domingo (6). Segundo o NetClima, o estado enfrenta um período de instabilidade que deve se estender até segunda-feira (7).
A previsão indica que a chuva começará durante a madrugada na região sul e avançará para as áreas central e norte ao longo do domingo. Na região metropolitana de Cuiabá, há possibilidade de precipitações intensas já nas primeiras horas da manhã.
As rajadas de vento devem variar entre 50 e 90 km/h. As temperaturas, que permanecem elevadas até este sábado (5), começarão a cair com a chegada da massa de ar frio. Na capital, as mínimas podem ficar próximas de 18°C.
O coordenador do Centro de Operação da Energisa Mato Grosso, Murilo Castilho, alerta que os ventos podem derrubar galhos e árvores sobre a rede elétrica, além de danificar cabos e equipamentos. A recomendação é manter distância de fios caídos e de qualquer objeto em contato com a fiação.
Durante as tempestades, aparelhos eletrônicos devem ser desligados e retirados das tomadas, especialmente nos momentos de maior incidência de raios. Reparos em telhados, antenas e estruturas próximas da rede elétrica também precisam ser evitados.
A orientação é permanecer em local coberto e afastado de árvores, postes, cercas metálicas, torres de transmissão e áreas abertas. Motoristas devem diminuir a velocidade, evitar pontos alagados e não estacionar perto de árvores, placas de publicidade ou torres.
Diante da previsão, a Energisa informou que ampliará o número de equipes em campo, posicionará estruturas pesadas em locais estratégicos e manterá o sistema elétrico sob monitoramento durante 24 horas.
A concessionária afirma que utiliza dados meteorológicos, mapas de áreas vulneráveis e históricos de danos para direcionar equipes, antecipar o envio de materiais e definir os locais prioritários para manutenção. Problemas relacionados à rede elétrica devem ser comunicados pelos canais oficiais de atendimento.
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PM prende casal com pistola roubada e mais de R$ 283 mil em dinheiro vivo na MT-322

Suspeitos estavam em uma caminhonete Hilux e tentaram enganar os policiais sobre o valor transportado; arma e envelopes bancários foram achados na bolsa da passageira
A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu um homem, de 33 anos, e uma mulher, de 30 anos, por porte ilegal de arma de fogo, no fim da tarde desta terça-feira (20.10), em Bom Jesus do Araguaia. Com o casal, a PM apreendeu uma pistola com registro de roubo e mais de R$ 283,7 mil em dinheiro não declarado.
Conforme o boletim de ocorrência, a equipe policial estava em patrulhamento pela rodovia MT-322 e fez abordagem a uma caminhonete Hilux preta, que demorou alguns metros para obedecer às ordens. Os militares se aproximaram do veículo e encontraram o motorista e a passageira demonstrando muito nervosismo.
O homem foi questionado se transportava algum material ilícito e negou, afirmando que estava apenas com a quantia de R$ 60 mil em dinheiro, que seria proveniente da compra e venda de gado de sua propriedade rural.
Os militares solicitaram para iniciar buscas e vistorias no carro. Na bolsa da mulher, encontraram uma pistola de calibre .9mm carregada de 18 munições, além de diversos envelopes bancários com dinheiro, que totalizaram a quantia de R$ 283.757,00.
Os suspeitos foram perguntados novamente sobre a origem da arma e o homem revelou que a pistola seria sua. Na verificação da numeração do objeto, foi identificada que a arma possuía queixa de roubo, registrada em fevereiro de 2025.
Diante da situação, o casal foi conduzido para a delegacia da cidade de Ribeirão Cascalheira e entregue à Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais providências.
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Detran-MT consolida sistema de agendamento e extingue filas para serviços presenciais no Estado

Modelo adotado desde 2020 permite que usuário escolha dia e horário de atendimento; órgão também mantém lista de serviços rápidos que não exigem marcação prévia
Desde que foi implantado o sistema de atendimento presencial por agendamento, em 2020, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) conseguiu reduzir a fila de espera para a realização de serviços presenciais nas unidades da Autarquia em todo o Estado.
Com o atendimento por agendamento, o cidadão pode escolher o dia, o horário, o serviço e a unidade do Detran a qual deseja realizar algum serviço. O agendamento pode ser feito através do site do Detran (www.detran.mt.gov.br) em qualquer local que o cidadão tenha acesso a internet.
O senhor Toshiyuki Ernesto Nagasawa, agendou seu atendimento pelo site do Detran e contou sobre a praticidade do serviço. “Com o sistema de agendamento conseguimos programar a nossa vinda ao Detran e fazer tudo de forma mais cômoda e mais rápida, ficou muito bom. Agendei meu atendimento no site e fui atendido no mesmo dia. Fiz a vistoria do veículo, a transferência de propriedade, e já estou com o documento do veículo em mãos, tudo no mesmo dia e bem rápido”, relatou.
O sistema de agendamento foi adotado pelo Detran-MT na pandemia da Covid-19, como forma de proporcionar mais segurança e comodidade aos cidadãos que buscam pelos serviços da Autarquia no Estado.
Diariamente, o Detran realiza cerca de 16 mil atendimentos, seja por telefone, pelo aplicativo MT Cidadão, pelo site do órgão e presencialmente.
Alguns serviços do Detran podem ser realizados presencialmente, sem o agendamento prévio. São eles: retirada de CNH, agendamento de prova teórica, emissão de taxa para reteste de prova teórica, troca de Placa para Mercosul ou autorização de uma nova placa (se a atual foi extraviada) e finalização de qualquer processo de veículo que esteja aberto no sistema.
Como agendar o atendimento
O agendamento para atendimento presencial pode ser realizado pelo site oficial do Detran-MT (www.detran.mt.gov.br). Na página inicial, o cidadão deve acessar a opção de agendamento, preencher os dados solicitados, escolher a unidade onde deseja ser atendido, selecionar o serviço, a data e o horário disponíveis e confirmar a solicitação.
Após a conclusão do procedimento, basta comparecer até a unidade escolhida, no horário marcado, levando a documentação necessária para a realização do serviço.
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Wilson Santos quer comissão para cobrar melhorias no fornecimento de energia em MT

Medida visa monitorar a concessionária após anúncio de R$ 1,4 bilhão em investimentos; deputado questiona transparência nas metas do novo contrato válido até 2057
O deputado estadual Wilson Santos (PSD) propôs a criação de uma Comissão Especial na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para acompanhar e fiscalizar os serviços de distribuição de energia elétrica prestados pela Energisa, diante das reclamações e dos impasses relatados por consumidores de diferentes regiões do estado. A proposta foi apresentada nesta segunda-feira (19), durante audiência pública sobre o Projeto de Lei nº 692/2026, que trata da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027 (PLDO 2027), após questionamentos sobre os investimentos de R$ 1,4 bilhão na expansão da rede trifásica, sendo R$ 700 milhões do governo estadual e R$ 700 milhões da concessionária.
Com a proposta, o parlamentar informou que a comissão seria formada para o próximo ano e defendeu que tenha caráter suprapartidário e conte com a participação de órgãos de controle e defesa do consumidor para monitorar a qualidade dos serviços e cobrar soluções para os problemas apresentados. “Não vamos mais deixar a população à mercê da sanha lucrativa da Energisa. Não vamos permitir que isso aconteça”, ressaltou.
O debate começou com o presidente da CFAEO, deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), ao mencionar uma emenda ao PLDO para atender à expansão da rede trifásica e questionar como seria a aplicação dos recursos e quais seriam os possíveis reflexos dos investimentos na tarifa de energia paga pela população. Na sequência, Pimenta esclareceu que o programa MT Trifásico foi instituído pela Lei nº 13.488/2026 e pelo Decreto nº 2.155, com previsão de execução entre 2026 e 2030 e a implantação de pelo menos cinco mil quilômetros de redes trifásicas de distribuição de energia elétrica na área rural de Mato Grosso.
Segundo o secretário, a participação do Estado corresponderá a 50% dos investimentos e poderá ocorrer por meio de aporte financeiro ou concessão de crédito presumido de ICMS, conforme a legislação tributária. Ele acrescentou que uma das premissas do programa é impedir que os recursos públicos investidos pelo governo estadual resultem em aumento na tarifa de energia.
“No aporte financeiro, o Estado utiliza recursos do orçamento e deposita em uma conta específica. Já no crédito presumido de ICMS, a empresa faz a escrituração fiscal conforme os investimentos realizados mensalmente. O Estado e a Energisa dividem igualmente os custos, e a parcela correspondente ao governo estadual será descontada da arrecadação do ICMS, em vez de ser depositada diretamente na conta”, explicou Fábio Pimenta.
Após os esclarecimentos, Wilson Santos destacou que a renovação da concessão da Energisa por mais 30 anos exige acompanhamento permanente do Parlamento. Ele lembrou que, neste ano, foram realizadas oito audiências públicas em Mato Grosso para discutir a atuação da concessionária e ouvir consumidores, especialmente moradores e produtores da zona rural, que relataram dificuldades no fornecimento de energia, falta de infraestrutura e limitações na expansão da rede trifásica.
O deputado ressaltou que a precariedade da infraestrutura energética compromete o desenvolvimento econômico, sobretudo no campo, onde a rede trifásica é essencial para atividades produtivas. Outro ponto levantado por ele foi a necessidade de conhecer as metas estabelecidas no novo contrato de concessão, que se estenderá até 2057. “Renovaram, mas nós não tivemos acesso ao que foi renovado aqui”, declarou.
Para Wilson Santos, a comissão especial permitirá que a Assembleia Legislativa acompanhe os investimentos, fiscalize a prestação dos serviços e cobre respostas às reclamações da população. A proposta é estruturar o grupo em 2027, com participação suprapartidária e diálogo com outros órgãos públicos, para ampliar o controle sobre a distribuição de energia elétrica no estado.
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