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Sustentabilidade

EUA, dólar e estoques em alta derrubam preço da soja, aponta Cepea

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Reprodução Aprosoja Brasil

O mercado externo de soja ficou em baixa na última semana. A grande oferta na América do Sul e a expectativa de expansão nos EUA influenciaram a queda dos preços. Somado a desvalorização do dólar em relação ao real, pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), relatam que o recuo também chegou ao Brasil.

O avanço recente das cotações do óleo de soja, devido a alta demanda para a produção de biodiesel, não foram suficientes para manter os valores registrados nas semanas anteriores do cereal, quando as cotações eram sustentadas pelos conflitos no Oriente Médio.

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Segundo o Cepea, compradores de cereal indicam ter estoque suficiente até o final de abril, o que tem abaixado a demanda pelo farelo e influenciado nos preços. A expectativa entre os agentes é que os valores se mantenham em baixa nas próximas semanas, visto que a procura pelo óleo deve aumentar a oferta do farelo. Vale ressaltar que para cada tonelada de soja processada, são gerados cerca de 190 kg de óleo e 780 kg de farelo.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Alta de preço é interrompida no BR – MAIS SOJA

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As cotações externas da soja caíram na semana passada devido à maior oferta na América do Sul e às expectativas de expansão da área nos Estados Unidos. Segundo pesquisadores do Cepea, a baixa no mercado internacional foi repassada ao Brasil e acabou sendo intensificada pela desvalorização do dólar frente ao Real. Vale lembrar que, até então, os valores da soja estavam firmes, sustentados pelo conflito no Oriente Médio e pela valorização significativa do óleo de soja.

No caso do óleo de soja, os valores seguem em alta no Brasil, operando nos patamares de novembro do ano passado. Pesquisadores do Cepea indicam que os preços do derivado são impulsionados pela demanda aquecida para a produção de biodiesel. Já quanto ao farelo, os preços continuam em queda. De acordo com pesquisadores do Cepea, consumidores indicam ter estoques suficientes até meados de abril e não demonstram necessidade de novas aquisições no curto prazo.

A expectativa desses agentes é de preços mais baixos nas próximas semanas, considerando que a maior demanda por óleo pode elevar a disponibilidade de farelo. Vale lembrar que, para cada tonelada de soja processada, são gerados cerca de 190 kg de óleo e 780 kg de farelo.

Fonte: Cepea



 

 

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Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Indicador volta a se sustentar – MAIS SOJA

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O atual ambiente externo incerto, a atual volatilidade do petróleo e o encarecimento dos fretes no Brasil mantiveram vendedores de milho afastados do mercado spot ao longo da semana passada, apontam pesquisadores do Cepea. Diante disso, as negociações envolvendo o cereal foram limitadas, e os preços registraram apenas pequenas variações. Em Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, que havia recuado na semana anterior, voltou a se sustentar na semana passada.

No campo, o clima favoreceu o avanço da colheita do milho primeira safra nas principais regiões e também a semeadura da segunda temporada. Já no mercado externo, os valores do milho caíram na semana passada. Segundo pesquisadores do Cepea, especulações em relação ao possível encerramento do conflito militar no Irã pressionaram os valores do petróleo e, consequentemente, os do milho, especialmente na quarta-feira, 1º.

Fonte: Cepea



 

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Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

Governo federal aumenta impostos para o setor agropecuário – MAIS SOJA

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Os fertilizantes, juntamente com outros insumos agropecuários, como sementes e defensivos, passaram a ser tributados por PIS e Cofins desde o dia 1º de abril deste ano. Essa alteração faz parte de uma mudança na legislação tributária, por meio de lei complementar implementada pelo governo federal. 

Nas novas regras, as alíquotas passam a ser tributadas em 0,925% ou representam aumento de 10% da alíquota cheia, dependendo do regime, encerrando o período de alíquota zero. 

A medida gera impacto na cadeia produtiva, encarece os insumos e afeta diretamente a margem de lucro dos produtores rurais. 

A mudança tem gerado preocupação no agronegócio devido à pressão de custos adicionais, somada a fatores externos, como conflitos geopolíticos, que já impactam o mercado de fertilizantes. 

Da mesma forma, também a partir de 1º de abril, outro tributo federal foi elevado para o setor agro. As alíquotas do Funrural tiveram aumento e impactam a comercialização da produção tanto para produtores rurais pessoa física quanto jurídica. 

Para o produtor rural pessoa física, a alíquota passou de 1,3% para 1,43%. Já para o produtor rural pessoa jurídica, a alíquota total passou de aproximadamente 2,05% para 2,23%. 

O deputado federal catarinense Rafael Pezenti criticou a medida adotada pelo governo federal. 

Fonte: Fecoagro



 

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