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Brasil amplia exportações de frutas e movimenta US$ 11,2 milhões em evento internacional

A segunda edição do Exporta Mais Brasil – Frutas Frescas reforçou o avanço do Brasil no mercado internacional ao gerar US$ 11,2 milhões (R$ 60,4 milhões) em negócios durante a Fruit Attraction São Paulo, considerada a maior feira do setor no Hemisfério Sul e que foi realizada entre os dias 24 e 26 de março em São Paulo.
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A iniciativa reuniu 47 empresas brasileiras em uma agenda de promoção comercial com 17 compradores internacionais de 16 países, incluindo China, Estados Unidos, Índia, Itália e Reino Unido. Ao todo, foram realizadas 282 reuniões de negócios com representantes da Europa, Ásia, Américas e África.
O volume negociado representa um crescimento de 81% em relação à primeira edição do evento, realizada em 2025, no Rio Grande do Norte.
Exportações em alta
O desempenho acompanha o avanço das exportações brasileiras de frutas frescas. Em 2025, o país registrou US$ 1,45 bilhão em vendas externas, alta de 12% na comparação anual. O Brasil ocupa atualmente a posição de terceiro maior produtor mundial de frutas.
A expectativa do setor é de continuidade desse crescimento, impulsionado principalmente pelo acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, que deve ampliar o acesso a mercados e elevar a competitividade dos produtos brasileiros.
Entre os destaques, está a uva, que deve ter tarifa de importação zerada com a entrada em vigor do acordo.
Apoio institucional e novos mercados
Promovido pela ApexBrasil, o projeto foi realizado em parceria com a Abrafrutas, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil e o Sebrae.
Segundo a coordenadora de Agronegócios da ApexBrasil, Paula Simões, o momento é estratégico para ampliar a presença internacional das frutas brasileiras.
De acordo com a executiva, o início do acordo entre Mercosul e União Europeia cria uma “janela de oportunidades” ao reduzir tarifas e facilitar o acesso a mercados, permitindo que produtores e exportadores ampliem negócios com mais competitividade.
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Feijão perde força no fim de março, mas fecha mês com alta expressiva

O final do mês de março marcou uma queda nos preços do feijão. As cotações que chegaram a bater recordes no meio do mês, começaram a cair devido a baixa procura dos compradores pelo produto, muito por conta da dificuldade de repassar a mercadoria para o atacado e varejo. Apesar disso, vendedores buscaram se aproveitar da alta mensal e fechar mais negociações.
Pesquisadores do Cepea apontam que, apesar da queda na última semana, o mês de março foi forte para o mercado do grão, visto que o feijão carioca aumentou sua média do período, enquanto o feijão preto ficou estável neste intervalo de tempo.
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Comparação de preços
Em números, o avanço das cotações no terceiro mês do ano ficou registrado da seguinte forma:
Feijão carioca (notas 8 e 8,5): valorização de 6,7% comparada a fevereiro e valorização de 41,6% comparada a março de de 2025.
Feijão carioca (notas 9 ou superior): avanço de 8,1% comparado a fevereiro e de 33,6% comparado ao mesmo período em 2025.
Feijão preto: queda de apenas 0,2% comparado a fevereiro e praticamente estável comparado a 2025.
*Sob supervisão de Hildeberto Jr.
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‘É preciso R$ 50 bilhões para fazer um Plano Safra robusto’, afirma Neri Geller

“Os cinco últimos Planos Safra foram um desastre”, afirma o ex-ministro da Agricultura, Neri Geller. Ele aponta ainda que o setor passa por um momento complexo, marcado por falta de renda, juros altos e dificuldade de acesso ao crédito.
A avaliação ocorre em meio às mudanças no Executivo — mais de uma dezena de ministros deixou os cargos para disputar as eleições de outubro — e quase dois anos após a saída de Geller da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, em junho de 2024.
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Em entrevista ao Canal Rural, o ex-deputado federal por Mato Grosso defende mais recursos alocados para equalização de juros, seguro rural e política de comercialização. “É preciso colocar R$ 50 bilhões para fazer um Plano Safra robusto. Fora disso, não dá para fazer nada”, diz Geller.
Ele também destaca a necessidade de taxas próximas a 7,5% a 8% para viabilizar a produção. “É voltar a ter programa de construção de armazém e de correção de solo com taxa subsidiada e equalizada pelo Tesouro Nacional”, completa.
Crédito rural no limite
Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, em março, a taxa básica de juros caiu 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano. Com a Selic elevada, o custo de equalização atingiu recordes, limitando a oferta de “juros baratos”.
Além disso, o agronegócio registra um aumento considerável dos pedidos de recuperação judicial, seja por causa dos juros altos, quebra de safra ou queda nos preços das commodities. “A questão do crédito no Brasil está completamente bagunçada”, diz Geller.
Agro precisa se organizar
O mês de abril marca o último bimestre do Plano Safra 2025/26, mas também levanta dúvidas sobre a construção do próximo plano agrícola e pecuário. Um componente de atenção extra é a saída dos ministros Carlos Fávaro, da Agricultura, e Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário, para concorrer às eleições.
Sobre o novo titular do Mapa, o ex-deputado André de Paula, que até então estava à frente do Ministério da Pesca e Aquicultura, Neri Geller avalia que ele tem um perfil “muito acessível”, mas aponta que é importante que o setor agrícola se organize para negociar com o governo.
“Ele foi parlamentar, tem leitura da política do Brasil, é jeitoso e comprometido, mas não tem força política”, pondera.
Nesse contexto, Geller ressalta que o agro tem que se fazer presente para fazer as reivindicações necessárias. “Nós, enquanto liderança classista, temos que nos fazer presentes na esfera de governo para reivindicar junto com a bancada federal e a Frente Parlamentar da Agropecuária o que o setor precisa”, reforça.
Conta que não fecha
De um lado, o país vive a expectativa de colher uma safra recorde, com 353,4 milhões de toneladas, conforme levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De outro, o cenário é de crédito restrito e custos de produção elevados.
Na avaliação do ex-ministro, a conta não fecha. O principal risco, segundo ele, é a retração da atividade no campo.
“Hoje o governo tem que dar atenção para o setor. Não é porque é ano eleitoral, é porque o setor realmente está passando dificuldade e a economia do Brasil é que vai sofrer com isso”, finaliza.
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Capim-pé-de-galinha está entre as plantas daninhas mais agressivas da soja e vira tema de curso online

O capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) é uma planta daninha que afeta culturas como soja, milho e algodão. Por apresentar comportamento agressivo, seu manejo tem sido um desafio crescente nas lavouras de soja brasileiras, especialmente na região centro-oeste. A planta daninha também se destaca por sua capacidade de adaptação e resistência a diferentes herbicidas, o que também dificulta seu manejo.
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Com esse intuito, será lançado, nesta terça-feira (7), às 10h30, um curso online voltado ao manejo do capim-pé-de-galinha. A apresentação ocorre durante a vitrine de tecnologias na TecnoShow Comigo, em Rio Verde (GO), e o conteúdo ficará disponível gratuitamente a partir da mesma data na plataforma e-Campo.
A capacitação aborda desde as características da planta daninha até sua relação com os sistemas de produção, além de apresentar estratégias práticas de manejo. Segundo o pesquisador Edison Ulisses Ramos Jr., o objetivo é preparar agrônomos, produtores e estudantes para reconhecer a importância do controle dentro do sistema produtivo.
Mesmo com acesso livre e por tempo indeterminado, a recomendação é que os participantes concluam os módulos em até 30 dias, para melhor aproveitamento do conteúdo. O curso tem duração total de quatro horas e será ministrado pelo pesquisador Fernando Adegas, agrônomo com atuação na área de manejo de plantas daninhas, com foco em ecologia, manejo integrado e resistência a herbicidas.
A proposta é permitir que os participantes identifiquem as características da planta, seu ciclo de vida, forma de crescimento e os fatores que dificultam o controle. Além disso, o curso traz uma análise do comportamento do capim-pé-de-galinha nos cenários brasileiro e internacional, destacando as melhores estratégias para o seu manejo.
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