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25 de outubro de 2026

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Com palmito pupunha, São Paulo chega a 12 Indicações Geográficas no estado

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Foto: divulgação/Secretaria de Agricultura e Abastecimento

São Paulo soma 12 Indicações Geográficas (IGs), sendo nove ligadas ao agro, e se destaca nacionalmente com o reconhecimento da IG do palmito pupunha do Vale do Ribeira, que valoriza a identidade territorial de 22 municípios e o trabalho de cerca de 1.800 famílias produtoras e 70 agroindústrias.

O registro posiciona São Paulo entre os principais polos do país, reconhecendo o trabalho da Associação dos Produtores de Pupunha do Vale do Ribeira (Apuvale).

Para o ex-presidente e atual diretor de marketing da Apuvale, Claudio de Andrade e Silva, a certificação representa um marco para o desenvolvimento regional.

“É a única indicação de procedência para palmito no mundo e a ratificação de um trabalho de longo prazo para uma cultura que transformou a produção local. Antes, predominava o extrativismo predatório da palmeira juçara; hoje, há manejo agrícola de uma espécie promissora, a pupunheira”, afirmou.

A certificação contempla o palmito in natura e processado. Com o registro, o produto poderá ser comercializado em diferentes formatos, como: tolete, rodelas, estirpe, picado, bandas, espaguete, entre outros, desde que atendam aos critérios estabelecidos em legislação específica.

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“A IG trará mais credibilidade e confiança ao produtor, expandindo nossas possibilidades comerciais. É um avanço para toda a cadeia produtiva”, destacou o produtor, Jefferson Souza.

Cenário estadual

Extraído do interior da haste de palmeiras como pupunha, juçara e palmeira-real, o palmito é o miolo macio e comestível que tornou São Paulo referência nacional na cadeia produtiva. O Vale do Ribeira concentra cerca de 80% do cultivo estadual, o que representa aproximadamente 7 mil hectares.

O engenheiro agrônomo, da Diretoria de Assistência Técnica Integral (Cati), Rogério Sakai, destaca as condições ideais que fizeram da região um polo produtivo.

“O cultivo do palmito pupunha é feito em sua maioria por pequenos e médios produtores. Os plantios são em sua maioria em terras altas, com terreno levemente ondulado e sem a necessidade de irrigação, devido as chuvas bem distribuídas durante o ano, favorecendo o desenvolvimento da planta”, esclareceu o engenheiro agrônomo, Rogério Sakai.

Exploração e ameaça

A exploração ilegal da juçara palmeira nativa da Mata Atlântica ainda representa uma ameaça ambiental e econômica, especialmente em unidades de conservação.

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“No passado, a região explorava o palmito juçara. Com a proibição, as fábricas migraram para a pupunha, porque já tinham expertise no processamento. Como a pupunheira perfilha, os produtores aderiram ao cultivo”, acrescentou Sakai.

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o que muda para o agro e quem paga a conta?

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O fim da escala 6×1 levanta dúvidas sobre os impactos da mudança no mercado de trabalho e na economia brasileira. No agronegócio, a preocupação envolve a disponibilidade de mão de obra, os custos de produção e a capacidade de manter atividades que não podem parar, como a ordenha de vacas e o manejo dos animais.

O tema é o destaque do novo episódio do Radar Rural, com participação de Miguel Daoud, comentarista do Canal Rural.

Durante o programa, apresentado por Beatriz Gunther e Victor Faverin, Daoud defende a melhoria das condições de trabalho, mas questiona a falta de medidas para preparar a economia para a mudança. Para ele, a redução da jornada precisa ser acompanhada de ações que aumentem a produtividade e reduzam os custos de contratação.

“Essa mudança, ela deveria vir acompanhada por medidas que corrigissem as falhas estruturais do Brasil”, afirma o comentarista.

Falta de mão de obra preocupa o campo

Um dos pontos discutidos no episódio é a dificuldade de contratação enfrentada por diferentes segmentos do agronegócio. Segundo Daoud, a queixa recorrente de produtores não é apenas o custo dos funcionários, mas a falta de trabalhadores disponíveis.

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Com a redução das horas trabalhadas, empresas e propriedades rurais poderão precisar reorganizar as escalas, contratar mais funcionários ou rever o volume produzido. A escolha, avalia o comentarista, pode pressionar a rentabilidade dos negócios.

O impacto tende a variar conforme a atividade. No campo, a produção de leite é um exemplo de operação que exige trabalho contínuo, independentemente de fins de semana e feriados. Daoud também destaca que setores que não investiram em tecnologia e ganhos de produtividade enfrentam dificuldades para permanecer na atividade.

A discussão inclui ainda os possíveis efeitos sobre a oferta de alimentos. Estimativa da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), aponta que o setor poderia ter redução de 5% na disponibilidade de produtos nas gôndolas em razão da menor oferta de mão de obra.

Produtividade e renda entram na discussão

Daoud também questiona se a redução da jornada, isoladamente, será suficiente para melhorar a situação dos trabalhadores. Na avaliação dele, a informalidade e a baixa renda são problemas que precisam ser enfrentados junto com a mudança na escala.

O comentarista defende investimentos em tecnologia, qualificação profissional e educação, além de reformas que reduzam os custos de contratação. Para ele, sem medidas estruturais, empresas podem perder rentabilidade e trabalhadores ficar sujeitos ao desemprego ou à informalidade.

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Assista ao programa completo no canal do Canal Rural no YouTube:

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Show Rural 2027 selecionará 120 expositores para a Feira Sabores; inscreva-se

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Encerra no dia 30 de outubro o período de inscrições para a Feira Sabores da edição 2027 do Show Rural Coopavel, que disponibilizará apenas 120 vagas para expositores. Podem participar produtores de alimentos ou artesanato rural de todo o estado.

As inscrições devem ser feitas por meio deste formulário. Todos os participantes devem apresentar o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF).

A Feira Sabores é resultado da parceria entre o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), Itaipu Binacional e Coopavel. O evento se destaca por integrar comércio, identidade cultural e agricultura familiar em um mesmo espaço dentro do Show Rural.

“A feira funciona como vitrine para os produtos paranaenses, permitindo que o público conheça o trabalho feito pelas mãos da agricultura familiar, que é tão importante para o nosso estado”, comenta a assessora estadual de Agroindústria do IDR-Paraná, Karolline da Silva.

Os interessados em participar devem estar atentos aos critérios de participação definidos no Regulamento. A divulgação dos produtores classificados será no dia 06 de novembro e o resultado final no dia 13 de novembro de 2026

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Agroindústrias

Apenas na região Oeste, com destaque para Cascavel e Toledo, são mais de 170 agroindústrias assistidas pelo IDR-Paraná. Entre os principais insumos produzidos na região estão biscoitos, geleias, conservas, melado, vinho, cachaça, salame, queijo, mel, frutas desidratadas, chips, polpa de fruta, antepastos, temperos e chás, que poderão ser encontrados na feira.

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Domingo de eleição terá tempestades no Sul e Sudeste; veja a previsão para o Brasil

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O domingo de eleições será marcado por chuva e instabilidade em boa parte do Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as precipitações devem se concentrar principalmente nas regiões Sul e Sudeste, além de atingir áreas do Centro-Oeste. No Norte e Nordeste, o predomínio será de tempo seco e temperaturas elevadas, embora haja possibilidade de pancadas isoladas.

O Inmet alerta para o risco de tempestades em diferentes estados. No Sul, as instabilidades devem se concentrar no oeste e norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. Há aviso vermelho de grande perigo para tempestades em áreas da região.

A previsão também indica chuva em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, além do sul de Mato Grosso e do Distrito Federal. Em parte dessas localidades, as precipitações podem vir acompanhadas de trovoadas.

De acordo com o instituto, o cenário é provocado por áreas de baixa pressão entre o norte da Argentina, o Paraguai e o sul da Bolívia, além da formação de um novo ciclone extratropical na costa da Região Sul. O sistema deve organizar uma frente fria ao longo do fim de semana, ampliando as condições para chuva no centro-sul do país.

Sudeste tem previsão de chuva e temperaturas mais baixas

Em São Paulo, a previsão é de tempo fechado, com temperatura mínima de 16°C e máxima de 21°C. O Inmet emitiu aviso de perigo potencial para tempestades para todo o estado, além do Rio de Janeiro e do Espírito Santo e grande parte de Minas Gerais.

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No Rio de Janeiro, são esperadas chuvas com trovoadas ao longo do dia. Também há previsão de pancadas isoladas no Triângulo Mineiro, na região central de Minas Gerais e em áreas do oeste e sul do Espírito Santo.

Nas capitais, as máximas devem chegar a 30°C em Belo Horizonte (MG) e Vitória (ES).

Sul concentra áreas de maior risco

A Região Sul deve registrar chuva, com destaque para o Paraná, onde são esperadas trovoadas ao longo do dia. Também há previsão de pancadas isoladas na Serra de Santa Catarina e no norte e nordeste do Rio Grande do Sul.

O Inmet emitiu aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no norte e leste do Paraná, no leste de Santa Catarina e no nordeste do Rio Grande do Sul. Para algumas áreas da região, há também alerta vermelho de grande perigo.

Em Curitiba (PR), a temperatura varia entre 11°C e 20°C. Em Florianópolis (SC), os termômetros devem marcar entre 15°C e 19°C. Já em Porto Alegre (RS), a máxima não deve passar de 18°C.

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Centro-Oeste terá instabilidade e calor

No Centro-Oeste, a previsão é de tempo instável e aumento da nebulosidade. Há aviso amarelo de perigo potencial para tempestades no sul de Mato Grosso, no centro-sul de Goiás e em Mato Grosso do Sul, abrangendo as capitais Cuiabá, Goiânia e Campo Grande.

Nas demais áreas da região, incluindo o Distrito Federal, também podem ocorrer chuvas isoladas.

Apesar da instabilidade, o calor permanece em parte do Centro-Oeste. A máxima prevista é de 39°C em Cuiabá (MT), 35°C em Goiânia (GO) e 33°C em Brasília (DF). Em Campo Grande (MS), os termômetros não devem passar de 27°C.

Norte e Nordeste terão calor de até 40°C

No Norte, a previsão indica chuva com trovoadas no oeste e noroeste do Amazonas. Também podem ocorrer precipitações isoladas no Acre, em Rondônia, em outras áreas do Amazonas, no centro-sul do Pará e no Tocantins. Em Roraima, há possibilidade de chuva isolada.

As temperaturas seguem elevadas, com máximas de 36°C em Belém (PA) e Porto Velho (RO), e de 37°C em Boa Vista (RR) e Palmas (TO).

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No Nordeste, o tempo seco e o calor predominam. Há previsão de chuva no sudoeste do Maranhão, no oeste do Piauí e no oeste e sul da Bahia. Em Teixeira de Freitas (BA), o Inmet emitiu aviso amarelo de perigo potencial para tempestades.

Teresina (PI) deve registrar a maior temperatura entre as capitais brasileiras no domingo, com máxima de 40°C. Em Salvador (BA) e João Pessoa (PB), a mínima prevista é de 23°C.

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