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Sustentabilidade

Entrevista exclusiva com o grande campeão nacional do Prêmio Getap – agricultor de MT alcança 268,4 sc/ha de milho – MAIS SOJA

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Na manhã desta quarta-feira (26), durante o Fórum Getap, em Indaiatuba (SP), foi anunciado que o produtor Mateus Passinatto, de Campos de Júlio (MT), conquistou o título máximo da competição, atingindo 268,4 sacas por hectare no cultivo em sequeiro — o maior resultado do Brasil nesta edição. A marca foi obtida com o uso de híbridos da Corteva, consolidando Mato Grosso como referência nacional em produtividade e manejo eficiente no milho.

Segundo o coordenador técnico do GETAP, Gustavo Resende Capanema, Passinatto é um exemplo de evolução técnica e dedicação: “Este produtor participou de outras edições, inclusive esteve no nosso evento no ano passado, e acabou se inspirando a almejar vencer o concurso.”

Além de campeão nacional, o produtor também conquistou o título de 1º lugar sequeiro na região Oeste, reafirmando a competitividade agrícola do estado.

A edição deste ano teve recorde de inscrições (618 participantes) e contou com agricultores de 12 estados, com auditorias independentes garantindo a validação técnica dos resultados. Mesmo diante de desafios climáticos — como janela curta de plantio e chuvas intensas no início do ciclo —, os produtores de Mato Grosso se destacaram pela eficiência e pela alta performance.

Diante da relevância regional e do interesse crescente do público por resultados expressivos no campo, gostaríamos de disponibilizar o produtor Mateus Passinatto para entrevistas individuais com veículos de MT. Ele está acessível para falar sobre:

Fonte: Assessoria de Imprensa Getap



 

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Sustentabilidade

Insumos biológicos: a arma silenciosa para controlar doenças foliares em soja – MAIS SOJA

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O avanço das doenças foliares tem se tornado um dos principais desafios do sojicultor brasileiro nas últimas safras. O clima tropical, associado ao aumento da intensidade dos sistemas produtivos e à evolução dos patógenos, tem ampliado a ocorrência de manchas, lesões e perda de área fotossintética em praticamente todas as regiões agrícolas do país. Nesse cenário, os insumos biológicos surgem como uma tecnologia estratégica e extremamente eficaz para proteger a lavoura, preservar a produtividade e tornar o manejo mais sustentável.

Segundo Renan Quisini, Desenvolvimento Técnico de Mercado da Nitro, doenças como Mancha-Alvo, Septoriose, Cercosporiose, Antracnose e Ferrugem Asiática compõem hoje um complexo patogênico de alto impacto agronômico. Somadas, elas podem provocar perdas superiores a 90% quando não controladas adequadamente. “Essa maior agressividade é resultado direto das condições climáticas brasileiras, caracterizadas por temperaturas elevadas, alta umidade relativa do ar e disponibilidade contínua de hospedeiros. Além disso, a intensificação dos sistemas soja–milho, soja–algodão e soja–feijão, bem como a presença de plantas voluntárias durante a entressafra, aumenta o volume de inóculo e acelera o processo de contaminação das lavouras. O adensamento das plantações, muito comum em regiões como o Cerrado e o Sul, também favorece a formação de microclimas propícios ao desenvolvimento de fungos como Cercospora, Corynespora e Phakopsora, reforçando a necessidade de estratégias de manejo cada vez mais sofisticadas”, explica o especialista.

Nesse contexto, os insumos biológicos têm ganhado protagonismo por sua capacidade de proteger a área foliar e garantir a fotossíntese, mesmo sob alta pressão de doenças. Esses produtos atuam por meio de mecanismos complementares que, somados, oferecem uma proteção mais robusta à cultura. A colonização da superfície foliar impede a germinação e penetração de esporos, enquanto a produção de metabólitos antimicrobianos, como lipopeptídeos e antibióticos naturais, atua de forma direta contra os patógenos, inibindo seu crescimento ainda na fase inicial. De forma simultânea, a planta passa a ativar suas próprias rotas internas de defesa, produzindo compostos naturais que fortalecem suas estruturas e reduzem a severidade das infecções.

Embora possam auxiliar a frear o avanço de doenças já instaladas, os biológicos demonstram desempenho muito superior quando utilizados de maneira preventiva, pois precisam de tempo para colonizar o filoplano e desencadear a resposta de defesa da planta. Aplicados antes da chegada do patógeno, criam um ambiente hostil ao fungo e conferem proteção duradoura, o que se torna ainda mais valioso em cenários de instabilidade climática.

Outro ponto fundamental destacado por Quisini é o papel dos biológicos na longevidade dos fungicidas químicos. “Patógenos foliares evoluem rapidamente e o uso contínuo de moléculas sítio-específicas aumenta o risco de seleção de resistência. Como os biofungicidas atuam por múltiplos mecanismos simultâneos, torna-se extremamente difícil para o fungo desenvolver resistência a todos eles. Quando utilizados em conjunto com os químicos, o produtor consegue reduzir a pressão seletiva e manter a eficácia das moléculas por mais tempo. Enquanto o fungicida químico garante ação de choque e efeito curativo, o biológico impede o novo estabelecimento do patógeno e fortalece a resposta interna da planta. Esse equilíbrio amplia o controle e torna o manejo mais eficiente e sustentável”, destaca Renan.

A escolha de um biofungicida eficaz, porém, exige atenção. O registro no MAPA é o primeiro critério a ser observado, pois garante que o produto passou por todas as etapas regulatórias. Também é essencial verificar a comprovação de eficiência para os principais alvos foliares, as características da formulação e a compatibilidade com fungicidas, inseticidas e nutrientes aplicados à mistura. Nos últimos anos, os avanços em pesquisa permitiram selecionar microrganismos mais resilientes às variações ambientais, o que assegura desempenho consistente em regiões tão distintas quanto Mato Grosso, Paraná e Goiás.

Com a crescente pressão de doenças e a demanda por práticas mais sustentáveis, os insumos biológicos deixaram de ser apenas uma tendência e se consolidam como uma ferramenta indispensável no manejo da soja moderna. Silenciosos na ação, mas extremamente eficientes nos resultados, eles preservam a área foliar, reduzem perdas, prolongam a vida útil dos fungicidas e contribuem para a produtividade em diferentes cenários climáticos. Para Quisini, essa é uma das decisões estratégicas mais importantes para o produtor que busca manter competitividade e estabilidade produtiva. “Os biológicos elevam o patamar de controle, reforçam a saúde da planta e ajudam o agricultor brasileiro a seguir avançando com responsabilidade e eficiência”, conclui.

Sobre a Nitro

A Nitro é uma multinacional brasileira com quase 90 anos de história, com atuação nos segmentos de insumos para o agronegócio, especialidades químicas e químicos industriais. A Nitro ingressou no agro em 2019 e, em cinco anos no segmento, se consolidou como uma das três maiores empresas de nutrição e biológicos do setor. A Nitro conta com 6 unidades de produção no Brasil e 4 centros de Pesquisa e Desenvolvimento, além dos centros de distribuição, unidades internacionais e escritório administrativo em São Paulo (SP).

Fonte: Assessoria de Imprensa Nitro



 

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Business

Syngenta e Provivi anunciam parceria para comercializar solução biológica para o controle da lagarta-do-cartucho

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A Syngenta e a Provivi, empresas líderes em tecnologias e inovações agrícolas, anunciam um acordo de distribuição exclusiva para introduzir uma nova geração de formulação de feromônios para o controle da Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) em diferentes culturas no Brasil. Essa parceria estratégica visa fornecer aos agricultores brasileiros uma ferramenta inovadora e sustentável para combater uma das pragas agrícolas mais destrutivas do mundo.

 

A Lagarta-do-cartucho representa uma ameaça grave e crescente à segurança alimentar global, particularmente no Brasil, onde causa perdas significativas de produtividade em culturas-chave como algodão, milho e soja. Com rápida reprodução, ampla capacidade migratória e forte adaptabilidade que leva ao rápido desenvolvimento de resistência a pesticidas convencionais, o inseto exige estratégias de manejo diversificadas. Permitir que os produtores manejem esta praga através de novos modos de ação é fundamental para uma agricultura sustentável.

 

A nova solução pulverizável de última geração que combina três feromônios distintos para interrupção do acasalamento da lagarta-do-cartucho. Esta formulação encapsulada de alta qualidade garante uma liberação lenta e sustentada dos defensivos, proporcionando residualidade prolongada e oferecendo uma abordagem de Manejo Integrado de Pragas (MIP) econômica para o controle da praga durante toda a safra. Ao interromper o ciclo de acasalamento da praga, o produto oferece um método direcionado e ambientalmente amigável para reduzir as populações de lagartas e proteger as culturas.

 

“Nossa parceria com a Provivi ressalta o compromisso da Syngenta em fornecer soluções inovadoras e sustentáveis que abordam os desafios mais prementes enfrentados pelos agricultores”, afirma Emilhano Lima, Diretor Global de Seedcare e Biológicos da Syngenta. “A Lagarta-do-cartucho é um adversário formidável, e esta nova tecnologia de feromônios será uma adição vital às estratégias de manejo integrado de pragas para os produtores brasileiros, ajudando-os a proteger sua produtividade de forma duradoura, enquanto preservam o meio ambiente”.

 

“A lagarta-do-cartucho segue como uma grande ameaça no Brasil, por isso os produtores precisam de ferramentas capazes de quebrar esse ciclo de resistência. Ao combinar a tecnologia avançada da Provivi com o alcance da Syngenta, conseguimos chegar a uma solução efetiva e sustentável em larga escala”, diz Corey Huck, CEO da Provivi. “Este acordo de distribuição exclusiva com a companhia no Brasil se baseia em quatro anos de introdução no mercado do nosso feromônio pulverizável, oferecendo um recurso poderosa e ecológico contra essa praga devastadora”.

 

O acordo de distribuição exclusiva aproveita o extenso alcance de mercado e expertise da Syngenta no Brasil com a capacidade da Provivi de produzir feromônios em larga escala e de maneira muito eficaz, garantindo que esta tecnologia inovadora possa ser efetivamente implantada para agricultores em toda a região. O registro do produto foi submetido às autoridades locais no início deste ano.

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Sustentabilidade

Agro ajuda indicadores econômicos em 2025, mas cenários de incertezas desafiam produtores em 2026 – MAIS SOJA

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O agro foi fundamental para a melhora de alguns indicadores econômicos no Brasil em 2025, como o PIB e a redução da inflação, mas fatores internos e externos representam riscos e vão desafiar os produtores rurais em 2026, de acordo com dados divulgados e projeções feitas, na terça (9), pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

O balanço do setor agropecuário em 2025 e as perspectivas para 2026 foram apresentados em uma coletiva de imprensa, com a presença do presidente da CNA, João Martins, da diretora de Relações Internacionais, Sueme Mori, e do diretor técnico, Bruno Lucchi.

Assista na íntegra a coletiva: https://www.youtube.com/watch?v=oxn_ac1BgNE

Veja abaixo alguns pontos abordados na coletiva.

Inflação e PIB – A CNA avaliou que o agro foi responsável pelos resultados positivos dos índices macroeconômicos, como a redução da inflação, que deve fechar o ano em 4,4%, e o crescimento de 1% do PIB do Agronegócio em 2026, após expansão estimada de 9,6% (R$ 3,13 trilhões) para 2025.

A entidade explica que, sem a contribuição do agro, haveria risco de novo descumprimento da meta, o que exigiria manutenção de uma política monetária mais restritiva, visto que a taxa Selic está em 15% ao ano.

Situação Fiscal – A CNA aponta que 2026 será um ano desafiador para a economia brasileira, com destaque para a necessidade de ajuste fiscal. O governo provavelmente deverá buscar equilíbrio das contas públicas por meio de medidas para ampliar a arrecadação e garantir o cumprimento das metas, o que mantem o crescimento econômico em fragilidade.

Para atingir as metas fiscais, o governo dependerá de elevação de receitas, com aumento da arrecadação (maior fiscalização da Receita Federal) e criação de novas bases arrecadatórias para tentar cumprir a meta fiscal.

Endividamento – Em outubro deste ano, o crédito rural com taxas de mercado registrou a sua maior inadimplência desde o início da série histórica, em 2011, alcançando 11,4%. No mesmo período do ano anterior, o valor era de 3,54% e em janeiro de 2023 era de 0,59%.

As principais causas para esse cenário são os recorrentes problemas climáticos nos últimos anos; a queda nos preços das commodities e alta nos custos de produção; a falta de seguro rural; bancos mais restritivos e juros maiores.

A CNA explica que a recuperação econômica do produtor rural dependerá da capacidade de articular soluções estruturais que reduzam a vulnerabilidade financeira e climática, promovendo previsibilidade, confiança e resiliência para um crescimento sustentável do agro brasileiro.

Seguro – A falta de apoio para o seguro rural em 2025 deve refletir nos resultados do próximo ciclo. O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) registrou o seu pior desempenho desde 2007, cobrindo apenas 2,2 milhões de hectares, o que representa menos de 5% da área agricultável do país.

A CNA reforça que a falta de instrumentos de gestão de risco, como o seguro rural, contribui para a exposição do produtor às perdas climáticas e, consequentemente, para o aumento do endividamento no campo.

VBP – Segundo estimativas, o Valor Bruto da Produção (VBP) deve alcançar R$ 1,57 trilhão em 2026, crescimento de 5,1% em relação à 2025. O segmento agrícola deve totalizar R$ 1,04 trilhão (+6,6%), impulsionado pelo aumento da produção de grãos. Já o VBP da pecuária deve atingir 2,2%, chegando a R$ 528,09 bilhões, com a bovinocultura de corte apresentando expansão de 4,7%. 

Para 2025, o VBP está estimado em R$ 1,49 trilhão, representando expansão de 11,9% em comparação a 2024. O segmento pecuário deve ter papel de destaque, com alta projetada de 14,2% (R$ 516,52 bilhões), puxada pela recuperação dos preços da bovinocultura de corte. Já o agrícola deve registrar alta de 10,8%, alcançando R$ 981,30 bilhões, sustentado pelo bom desempenho das safras de soja e milho.

Agricultura – De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as projeções para a safra 2025/2026 indicam que a produção total deve superar o volume colhido na safra anterior, podendo alcançar 354,8 milhões de toneladas, alta de 0,8%.

A área plantada com soja está projetada em cerca de 49,1 milhões de hectares e a produção em 177,6 milhões de toneladas, aumento de 3,6%. Já a previsão para o milho é de queda de 2,5% na produção de segunda safra, totalizando 110,5 milhões de toneladas. Considerando as três safras, a produção total será de 138,8 mi/ton (-1,6%).

No arroz, é esperada uma redução de área, que deve impactar no resultado da produção de 11,3 milhões de toneladas (-11,5%), reflexo do consumo estagnado que causaram quedas nos preços em 2025.

Pecuária – Os abates de bovinos no Brasil cresceram 5,6% em 2025, até o terceiro trimestre, enquanto a produção de carne bovina aumentou 3,8% no período. O destaque do abate de fêmeas no abate total (49,9%) deve reduzir a oferta de bovinos e animais para reposição de forma mais acentuada em 2026, com expectativa de alta nos preços no mercado do boi.

Diante desse cenário, a projeção é de queda de 4,5% na produção brasileira de carne bovina em 2026, na comparação anual. Com redução nos abates, menor oferta de carne e demanda firme, as expectativas são de aumento nos preços da arroba do boi gordo e animais de reposição em 2026. Por outro lado, uma possível alta no preço da carne bovina pode ampliar a competitividade das demais carnes.

Comércio exterior – Já no cenário internacional, a Confederação avalia que 2026 deve ser marcado por intensas movimentações, com os Estados Unidos mantendo uma política comercial agressiva, alinhada à estratégia de estímulo à industrialização e atração de investimentos estrangeiros.

Os acordos comerciais e as negociações conduzidas pelo governo Trump podem reconfigurar o fluxo global de produtos agropecuários. Para a CNA, se confirmados, os rearranjos geopolíticos e tarifários devem comprometer as exportações brasileiras e a competitividade do país nos principais destinos compradores.

Caso as tarifas adicionais de 40% sobre os produtos não incluídos nas listas de exceção se mantenham, o impacto para o setor pode alcançar até US$ 2,7 bilhões em termos anualizados em 2026, cerca de 22% das exportações agropecuárias brasileiras ao país. Neste ano, entre agosto e novembro, as exportações do agro para o mercado americano registraram queda de 37,85%, em relação ao mesmo período do ano passado.

Mercosul-UE – No próximo ano, o processo de ratificação do acordo Mercosul-União Europeia deve avançar após a Comissão Europeia apresentar proposta para aprovar o capítulo comercial, separadamente das partes política e de cooperação.

A CNA alerta para riscos severos na implementação do acordo com possível aplicação de salvaguardas para produtos agrícolas do Mercosul importados na UE, potencialmente minando os ganhos esperados com o acordo.

Lei Antidesmatamento – O Parlamento Europeu aprovou novo adiamento da Lei do Desmatamento Europeu (EUDR) e a legislação passará a valer apenas em 30 de dezembro de 2026 para grandes operadores e em 30 de junho de 2027 para micro e pequenas empresas.

China – As investigações chinesas sobre as importações de carne bovina no país podem resultar na aplicação de salvaguardas no país, afetando as compras do produto de todos os fornecedores. O Brasil responde por cerca de 50% das importações chinesas do produto.

A incerteza do acordo com os Estados Unidos também é preocupante. Um acordo que envolva compromisso de compras de soja americana pode reduzir a participação da soja brasileira no mercado chinês.

A CNA alerta, ainda, para as diretrizes que devem orientar o 15º Plano Quinquenal do país asiático, que visafortalecer a agricultura e reduzir a dependência de produtos importados, especialmente de grãos. Nesse planejamento, o governo pretende controlar melhor seus estoques de alimentos, estabelecer regras mais rígidas para produtos considerados estratégicos e estimular alternativas ao uso do farelo de soja na produção.

Fonte: CNA



 

FONTE

Autor:Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil

Site: CNA

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