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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Soja fechou em alta com sinais trocados no relatório WASDE – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 12/09/2025
FECHAMENTOS DO DIA 12/09

O contrato de soja para novembro fechou em alta de 1,26% ou $ 12,75 cents/bushel, a $1.046,50. A cotação de janeiro encerrou em alta de 1,24% ou $ 12,75 cents/bushel, a $1.065,50. O contrato de farelo de soja para outubro fechou em alta de 0,52% ou $ 1,50/ton curta, a $ 287,60. O contrato de óleo de soja para outubro fechou em alta de 1,16% ou $ 0,59/libra-peso, a $ 51,67.

ANÁLISE DA ALTA

A soja negociada em Chicago fechou o dia e a semana em alta. As cotações da oleaginosa ganharam tração, apesar da sessão de sexta-feira ser bastante instável devido ao relatório de oferta e demanda do USDA. Diversos sinais trocados foram apresentados no relatório de setembro. Apesar da queda na produtividade, foi aumentado o volume final, a menor demanda externa foi parcialmente compensada por um esmagamento recorde. Entre estas e outras idas e vindas, os operadores de mercado aproveitaram para cobrir as posições sobrevendidas da soja.

A soja em Chicago fechou o acumulado da semana em alta de 1,90%, com um ganho de $ 19,50 cents/bushel. O farelo de soja subiu 2,5%, ou $ 7,1 por tonelada curta, e o óleo de soja avançou 1,69%, equivalente a $ 0,86 por libra-peso.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-SITUAÇÃO DE RACIONAMENTO DE SOJA (altista)

Como observamos após a divulgação do relatório do USDA, em condições normais de negociação, os estoques finais dos EUA podem levar o mercado a uma situação de racionamento. E os traders podem estar apostando nisso. No entanto, com a colheita já em andamento, a China ainda não comprou – em termos nominais – um único quilo de soja nova dos Estados Unidos. Portanto, além dessa reação otimista de Chicago, o mercado necessariamente terá que continuar monitorando o resultado da guerra comercial ou a busca por compradores alternativos.

REUNIÃO EUA-CHINA NA ESPANHA (altista)

Sobre a relação entre os Estados Unidos e a China, em meio à segunda trégua tarifária de 90 dias, a Reuters informou hoje que o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, visitará a
Espanha entre os dias 14 e 17 deste mês e se reunirá em Madri com uma delegação de negociadores americanos liderada pelo secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent. “Os dois lados discutirão questões econômicas e comerciais, como tarifas americanas, controles de exportação e o TikTok. A China, maior compradora mundial de soja, rejeitou o fornecimento de soja americana em meio a tensões comerciais com Washington”, observou a agência de notícias.

A agência alertou, no entanto, que não está claro se a reunião poderá gerar progresso no comércio agrícola ou reduções tarifárias.

EUA-NOVA VENDA DE ÓLEO DE SOJA (altista)

Em seus relatórios diários, o USDA confirmou hoje uma nova venda de 22.000 toneladas de óleo de soja dos EUA para a Coreia do Sul para 2025/2026.

BRASIL-PRODUÇÃO E ESTOQUES FINAIS MAIORES (baixista)

Reproduzimos novamente, porque mostra nova tendência, o relatório mensal de quinta-feira, 11, a Conab surpreendeu ao revisar para cima a produção brasileira de soja para a safra 2023/2024, de 147,74 para 151,53 milhões de toneladas e a safra 2024/2025, de 169,66 para 171,47 milhões de toneladas. Com essas mudanças, o estoque final da atual temporada passou de 3,94 milhões de toneladas estimados em agosto para 10,29 milhões de toneladas, um aumento de 161,17%. Além disso, a agência elevou sua estimativa para as exportações brasileiras de soja para o ciclo atual de 106,25 para 106,66 milhões de toneladas e manteve as vendas de farelo e óleo de soja em 23,60 e 1,40 milhão de toneladas, respectivamente. Em agosto, o USDA estimou os volumes para as safras brasileiras de soja 2023/2024 e 2024/2025 em 154,50 e 169 milhões de toneladas, respectivamente. As exportações de soja, farelo e óleo foram projetadas em 102,1 milhões de toneladas, 23,5 milhões de toneladas e 1,43 milhão de toneladas, respectivamente.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Oferta restrita eleva média ao maior patamar em 11 meses – MAIS SOJA

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Em julho, a média mensal do arroz em casca no Rio Grande do Sul atingiu o maior patamar dos últimos 11 meses, refletindo a combinação entre oferta restrita e demanda aquecida.

Segundo o Cepea, a necessidade de aquisição de matéria-prima levou parte das indústrias a reajustar sucessivamente as ofertas de compra, mas a comercialização permaneceu limitada pela baixa disponibilidade do cereal.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores permaneceram retraídos, avaliando que os preços ainda não remuneram adequadamente os custos de produção e apostando em novas valorizações durante a entressafra. A procura de indústrias de outros estados também intensificou a concorrência pela matéria-prima e favoreceu a recuperação dos preços.

O Centro de Pesquisas ressalta que o anúncio de futuras aquisições públicas de arroz e milho reforçou a expectativa de valorização entre os produtores, que passaram a postergar ainda mais as vendas. Até o fim de julho, contudo, o edital e as regras para operacionalização das compras ainda não haviam sido divulgados, mantendo o mercado na expectativa.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Baixa oferta e vendedor retraído sustentam recuperação de preço – MAIS SOJA

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Após a queda observada em junho, a cotação do algodão em pluma no mercado doméstico voltou a subir em julho, sobretudo na segunda quinzena do mês.

Segundo o Cepea, a recuperação dos preços esteve atrelada principalmente à postura firme dos vendedores, sustentada pelos valores mais altos no mercado internacional, pela oferta restrita de lotes de qualidade superior e pela necessidade imediata de parte dos compradores. Esse cenário ocorre em um momento em que a colheita e o beneficiamento estão em ritmo lento no Brasil e o saldo remanescente da safra 2024/25 de melhor qualidade permanece limitado.

De acordo com pesquisadores do Cepea, do lado da demanda, a indústria mantém postura cautelosa diante do desempenho ainda lento das vendas de manufaturados. Além disso, vendedores passam a priorizar o embarque dos contratos a termo à medida que a disponibilidade da safra nova aumenta gradualmente.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Colheita do milho ganha ritmo e entra na fase mais intensa em Mato Grosso do Sul – MAIS SOJA

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A colheita da segunda safra de milho segue avançando em Mato Grosso do Sul e entrou na fase mais intensa da temporada. De acordo com o Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS com recursos do Fundems/Semadesc, 37,3% da área cultivada já foi colhida, o equivalente a aproximadamente 823,5 mil hectares.

A região Sul está mais adiantada nas operações no campo, com média de 38,6% da área colhida. Em seguida, aparece a região Norte, com média de 37,5%, enquanto a região Centro registra 33,1%.

O avanço dos trabalhos acompanha o período de maior concentração da colheita no Estado e deve ganhar ainda mais ritmo nas próximas semanas.

As condições climáticas passam a ter influência direta sobre o ritmo das operações. A previsão meteorológica aponta possibilidade de chuvas, tempestades isoladas e rajadas de vento em regiões do sudoeste, sul, sudeste e leste do Estado, fatores que podem reduzir a janela para a entrada das máquinas nas lavouras.

Segundo o coordenador técnico da Aprosoja/MS, Gabriel Balta, o momento exige planejamento para que os produtores aproveitem os períodos de tempo firme. “Entramos na fase em que a colheita ganha intensidade em praticamente todas as regiões do Estado. Sempre que houver condições favoráveis, é importante manter o avanço das operações para reduzir a exposição das lavouras às instabilidades previstas para os próximos dias.”

Com relação aos dados econômicos, até 3 de agosto, 40,5% da produção da segunda safra havia sido negociada pelos produtores sul-mato-grossenses, percentual dois pontos percentuais abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.

No mercado interno, o preço médio da saca do milho permaneceu praticamente estável na última semana, sendo cotado a R$ 49,00 no Estado.

O boletim completo pode ser acessado clicando aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



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