Sustentabilidade
Tem episódio novo do Soja Brasil no ar; safra 25/26 e agricultura regenerativa estão entre os destaques

O episódio 38 do programa Soja Brasil já está no ar e traz assuntos relevantes para os produtores e para toda a cadeia do agronegócio. Entre os destaques estão as expectativas para a safra 2025/26 em Mato Grosso, debates sobre sustentabilidade, avanços em agricultura regenerativa e os preparativos para a COP 30, evento que será realizado no Pará.
Soja em MT
Em Mato Grosso, maior estado produtor de soja do país, agricultores projetam uma temporada marcada pela cautela. Embora a área cultivada deva crescer 1,67% em relação ao ciclo anterior, o cenário de juros elevados, custos de produção pressionados e preços menos atrativos mantém os produtores apreensivos. A estratégia, segundo eles, é priorizar eficiência: investir em tecnologia e manejo qualificado para extrair o máximo da mesma área, sem ampliar o plantio.
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Agricultura regenerativa ganha espaço
Na área de inovação e sustentabilidade, a agricultura regenerativa ganhou espaço. A prática, que promove a recuperação do solo e pode aumentar a produtividade em até 5% já nos primeiros anos, foi exemplificada pela experiência da Fazenda Lagoa Bonita, em Itaberá (SP). O modelo combina rotação de culturas, adubação verde e iniciativas sociais voltadas à comunidade, reforçando o papel do agro como vetor de desenvolvimento econômico e social.
Você é o nosso convidado!
E se você ainda não se inscreveu para a Abertura Nacional do Plantio da Soja: corre que você é nosso convidado! O encontro será realizada em 3 de outubro, na Fazenda Recanto, em Sidrolândia (MS). O evento marca o início da 14ª temporada do Projeto Soja Brasil e reunirá especialistas para discutir geopolítica, mercado e clima.
Sustentabilidade
Empresa de adjuvantes projeta crescimento de 15% e faturamento de R$ 90 milhões – MAIS SOJA

A Sell Agro, fabricante brasileira de adjuvantes agrícolas voltados à melhoria da eficiência na aplicação de defensivos, projeta faturamento de R$ 90 milhões em 2026, o que representa um crescimento de 15% em relação aos R$ 78 milhões registrados em 2025. Fundada em 2007, em Rondonópolis (MT), a empresa vem consolidando sua atuação no agronegócio com foco em soluções que contribuem para reduzir desperdícios no campo e elevar a performance das operações. “Projetar um faturamento desse é resultado de uma trajetória construída com foco em eficiência, proximidade com o produtor e investimento consistente em soluções que respondem às demandas reais do campo”, afirma, Leandro Viegas, sócio-diretor e CEO da Sell Agro.
Ao longo do tempo, a companhia consolidou sua presença no mercado nacional com um portfólio de 16 produtos, além de uma estrutura composta por duas fábricas e 15 centros de distribuição espalhados pelo País. Outro destaque do modelo de negócios da empresa é a proximidade com o campo: cerca de 90% das vendas são realizadas diretamente ao produtor rural, o que reforça a conexão da marca com as necessidades práticas da operação agrícola. “Em momentos de maior pressão sobre os custos da produção, ele busca ainda mais precisão e segurança nas operações. É nesse contexto que os adjuvantes ganham relevância, por contribuírem para reduzir desperdícios e melhorar o aproveitamento dos insumos”, diz o executivo.
Além do avanço no Brasil, a Sell Agro também prepara seu primeiro passo fora do mercado nacional. A empresa deve iniciar ainda neste ano sua operação no Paraguai, com foco na região de Santa Rita, marcando sua primeira expansão internacional. O movimento será realizado com recursos próprios, mantendo a estratégia que tem acompanhado a trajetória da companhia desde sua fundação.
Nos últimos cinco anos, a empresa foi procurada por dois fundos de investimento, mas optou por não seguir com as conversas. A decisão reforça o posicionamento da Sell Agro de preservar seu ritmo de crescimento com independência financeira e gestão própria.
“A entrada no Paraguai representa um passo importante para a Sell Agro. É nossa primeira expansão internacional, feita com recursos próprios, o que reforça a solidez do negócio e a confiança na capacidade de crescimento sustentável da empresa”, completa Viegas.
Fonte: Assessoria de imprensa
Sustentabilidade
Milho/BR: Colheita da 1ª Safra Avança enquanto Chuvas Ditam o Ritmo da 2ª Safra – MAIS SOJA

Milho: Em MG, a redução da umidade dos grãos permitiu um grande avanço da área colhida. No RS, a colheita se aproxima da finalização e as produtividades variam em função da época do plantio.
Na BA, a colheita avança. No PI, a colheita avança no Sudoeste e as produtividades superam as estimadas inicialmente. No PR, as chuvas ocorridas interromperam a colheita das últimas áreas em campo. Em SC e SP, a colheita foi finalizada. No MA, a colheita avança na região dos Gerais de Balsas. Em GO, a colheita foi finalizada no Sudoeste e avança nas demais regiões. No PA, a colheita foi finalizada.
Milho 2ª Safra
100,0% semeado. Em MT, apesar da redução das precipitações, as lavouras apresentam bom desenvolvimento. No PR, as chuvas ocorridas favoreceram as lavouras em todo o estado. Em MS, as chuvas ocorridas melhoraram as condições das lavouras, entretanto, em parte da região Nordeste algumas áreas ainda apresentam deficit hídrico.
Em GO, as primeiras lavouras semeadas já estão na fase final de enchimento de grãos. Porém, as lavouras semeadas tardiamente perderam o potencial produtivo devido ao fim das precipitações. Em SP, o retorno das chuvas melhorou a condição das lavouras.
Em MG, devido ao atraso no plantio, muitas áreas ainda se encontram em desenvolvimento vegetativo e já tem o seu potencial produtivo afetado pela falta de chuvas. No TO, apesar da redução das precipitações, a maioria das áreas apresenta boas condições. No MA, as chuvas frequentes têm favorecido o desenvolvimento do cereal em todas as regiões produtoras.
No PI, as primeiras áreas semeadas já entraram no estádio de enchimento de grãos e a maioria das lavouras apresenta boas condições. No PA, as lavouras se encontram desde o estádio de desenvolvimento vegetativo até o de maturação, na região da BR-163. As chuvas frequentes favorecem o desenvolvimento do cereal em todo o estado.
Fonte: Conab
Autor:Conab
Site: Conab
Sustentabilidade
MERCADO DE TRABALHO/CEPEA: Em 2025, agronegócio emprega mais de 26% da população ocupada no País – MAIS SOJA

O agronegócio brasileiro somou 28,4 milhões de trabalhadores em 2025, se configurando como um novo recorde, conforme indicam pesquisas realizadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Esse contingente representa 26,3% do mercado de trabalho nacional, participação superior à observada em 2024 (26,1%). Entre 2024 e 2025, o número de pessoas atuando no agronegócio avançou 2,2% (equivalente a pouco mais de 600 mil pessoas). Na mesma comparação, o mercado de trabalho brasileiro cresceu 1,7% (equivalente a 1,8 milhão de pessoas).
Segundo pesquisadores do Cepea/CNA, o resultado do agronegócio foi impulsionado sobretudo pelo segmento de agrosserviços, que registrou aumento de 6,1% no número de trabalhadores. De modo geral, a expansão das ocupações nesse segmento está fortemente associada à retomada das atividades agroindustriais, que abrangem desde o processamento de produtos agropecuários até a produção de insumos, refletindo, em última instância, as transformações estruturais em curso no setor. Adicionalmente, o bom desempenho da agropecuária – impulsionado pela renovação de recordes de safras e de abates de animais – tem ampliado a demanda por serviços de apoio e logística, intensificando a absorção de mão de obra nos agrosserviços e contribuindo para o aquecimento do mercado de trabalho no agronegócio.
O segmento de insumos avançou 3,4% em 2025 frente ao ano anterior. Pesquisadores do Cepea/CNA indicam que esse resultado foi impulsionado pelo desempenho positivo das indústrias de fertilizantes, defensivos, medicamentos veterinários e máquinas agrícolas. Para a agroindústria, o crescimento anual foi de 1,4%.
Já o segmento primário registrou queda nas ocupações, de 1,1%, resultado reflete, sobretudo, a queda do contingente na agricultura, em contraste com a relativa estabilidade observada na pecuária.
PERFIL – De 2024 para 2025, houve crescimento no número de empregados com carteira assinada (4,6%, ou 440.337 pessoas) e sem carteira assinada (0,2%, ou 9.942 pessoas) – ambas as categorias atingindo os maiores níveis da série histórica –, além da expansão dos trabalhadores por conta própria (3,2%, ou 213.981 pessoas). No que se refere ao grau de escolaridade da população ocupada, em 2025, houve elevação do nível de instrução no agronegócio: reduziram-se os trabalhadores sem instrução (-7,6% ou 121.998 pessoas) e com ensino fundamental (-0,9% ou 101.876 pessoas), enquanto aumentaram os com ensino médio (4,2% ou 459.556 pessoas) e superior (8,3% ou 336.124 pessoas). A análise por gênero indica expansão da ocupação para ambos os grupos, com aumento de 1,9% no número de trabalhadores homens (ou 323.761 pessoas) e de 2,6% no contingente de trabalhadoras mulheres (ou 278.046 pessoas), sugerindo avanço, ainda que gradual, da participação feminina no mercado de trabalho do agronegócio.
Autor:CEPEA
Site: CEPEA
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