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5 de maio de 2026

Sustentabilidade

Mercado brasileiro de soja deve ter mais um dia de poucos negócios – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de soja deve ter mais um dia de poucos negócios, com os dois principais formadores de preços sem tendência definida e oscilando dentro de pequenas margens. A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem leve alta, buscando uma recuperação bastante limitada pelo quadro fundamental baixista. Já o dólar abriu praticamente estável frente ao real.

Na quarta-feira, o mercado brasileiro de soja registrou poucos negócios. Segundo Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado, a movimentação foi mais fraca, especialmente nos portos, em meio à nova queda dos contratos futuros na Bolsa de Chicago (CBOT) e à forte desvalorização do dólar. Os prêmios seguem firmes, mas não reagiram com força. No mercado spot, as cotações recuaram levemente, com pouca oferta disponível.

No interior, os preços seguem descolados da lógica de paridade de exportação. As referências locais é que têm determinado os valores, com spreads elevados entre vendedores e compradores (em alguns casos, de R$ 5 a R$ 6 por saca), mesmo com prazos de pagamento mais estendidos. Esse cenário tem limitado o fechamento de negócios, mesmo com um basis ainda bastante favorável ao produtor. A oferta segue contida, com o produtor segurando soja e pressionando a indústria, enquanto os compradores, enfrentando margens apertadas, mantêm ofertas cadenciadas. O resultado é um mercado com poucos lotes e volumes pequenos sendo negociados.

No mercado físico, os preços regionais oscilaram pouco. A saca de 60 quilos seguiu cotada em R$ 132,00 em Passo Fundo (RS) e em R$ 133,00 em Santa Rosa (RS). No porto de Rio Grande (RS), o valor recuou de R$ 141,00 para R$ 139,00.

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Em Cascavel (PR), a cotação subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00, enquanto no porto de Paranaguá (PR) caiu de R$ 140,00 para R$ 139,00.

Em Rondonópolis (MT), o preço avançou de R$ 122,00 para R$ 123,00. Em Dourados (MS), recuou de R$ 123,00 para R$ 121,50. Já em Rio Verde (GO), a saca subiu de R$ 123,00 para R$ 125,00.

CHICAGO

* A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem alta de 0,27% na posição novembro/25, cotado a 9,87 1/4 centavos de dólar por bushel.

* Sem direção definida, o mercado ensaia um movimento de correção técnica após recuar aos menores níveis desde abril. No entanto, as cotações seguem pressionadas pela expectativa de colheitas volumosas nos Estados Unidos.

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CÂMBIO

* O dólar comercial registra alta de 0,06%, a R$ 5,4664. O Dollar Index registra ganho de 0,10%, a 98.278 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

* As principais bolsas da Ásia encerram com ganhos. Xangai, +0,16%. Tóquio, +0,66%.

* A maioria das bolsas da Europa opera com ganhos. Paris, +1,13%. Frankfurt, +1,59%. Londres, -0,71%.

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* O petróleo tem preços mais altos. Setembro do WTI em NY: US$ 64,85 o barril (+0,77%).

AGENDA

—–Quinta-feira (7/08)

– Exportações semanais de grãos dos EUA – USDA, 9h30.

– A Anfavea divulga, às 10h, os dados de exportação, importação e produção de veículos referentes julho.

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– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Resultado financeiro da Petrobras e da Rumo, após às 17h.

—–Sexta-feira (8/08)

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– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

– China: O índice de preços ao consumidor de julho será publicado às 22h30 pelo departamento de estatísticas.

– China: O índice de preços ao produtor de julho será publicado às 22h30 pelo departamento de estatísticas.

Fonte: Safras News



 

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Sustentabilidade

Inspeções de soja para exportação nos EUA caem quase 30%, aponta USDA

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O volume de soja inspecionado para exportação nos Estados Unidos caiu 29,5% na semana encerrada em quarta-feira (30), totalizando 450.145 toneladas.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (5) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em relatório semanal de inspeção de embarques. No mesmo período, milho e trigo registraram aumento nas inspeções.

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Segundo o USDA, o milho somou 2,03 milhões de toneladas inspecionadas para exportação, alta de 22,4% frente à semana anterior. Já o trigo alcançou 434.204 toneladas, avanço de 17,4% na mesma comparação.

O relatório indica, portanto, comportamento distinto entre os principais grãos embarcados pelos Estados Unidos no fechamento de abril. Enquanto milho e trigo ganharam ritmo semanal nos portos, a soja apresentou desaceleração nas inspeções, dado que serve como referência para o fluxo efetivo de exportações.

No acumulado do ano comercial, o milho mantém desempenho acima do registrado no ciclo anterior. As inspeções do cereal estão 30,5% superiores às observadas no mesmo período do ano passado. No caso do trigo, o avanço acumulado é de 12%.

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A soja segue em direção oposta. De acordo com o USDA, o volume inspecionado no ano comercial está 23,5% abaixo do verificado em igual intervalo da temporada passada. Esse resultado mostra perda de ritmo nos embarques do grão norte-americano ao longo do ciclo atual.

O ano-safra considerado pelo USDA começa em 1º de junho de 2025 para o trigo e em 1º de setembro de 2025 para milho e soja. O relatório não detalha, neste recorte, os destinos das cargas nem os fatores específicos para a variação semanal por produto.

Os dados reforçam que o monitoramento semanal das inspeções segue relevante para medir a competitividade dos grãos dos Estados Unidos no mercado externo. Nas próximas divulgações, a atenção deve permanecer sobre a soja, diante do recuo semanal e da defasagem acumulada no ano comercial.

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Sustentabilidade

Chicago fecha com bons ganhos para soja, seguindo disparada do petróleo

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Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado atingiu o maior patamar em sete meses, acompanhando os fortes ganhos do petróleo, em meio ao aumento das tensões no Estreito de Ormuz.

O mercado foi impulsionado ainda por sinais de aquecimento da demanda pelo produto americano. A quantidade de soja esmagada/processada para obtenção de óleo bruto no Estados Unidos foi de 6,82 milhões de toneladas (227 milhões de bushels) em março de 2026, em comparação com 6,43 milhões de toneladas (214 milhões de bushels) em fevereiro de 2026 e 6,20 milhões de toneladas (207 milhões de bushels) em março de 2025, de acordo com dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Além dos bons números de processamento, o mercado aguarda com expectativa renovada pelo encontro ainda em maio dos presidentes Donald Trump e Xi Jinping, em Pequim. Os participantes esperam que as conversas redundem em um acordo comercial, que envolveria também compras chinesas de soja dos Estados Unidos.

Logo mais, o USDA atualizará seus dados sobre o avanço do plantio nos Estados Unidos. A expectativa é de bom progresso, reforçando o cenário fundamental baixista para a oleaginosa. Mas na sessão de hoje esse quadro foi deixado de lado.

Preços

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 19,50 centavos de dólar, ou 1,62%, a US$ 12,22 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,16 por bushel, com elevação de 18,75 centavos de dólar ou 1,56%.

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Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,50% a US$ 320,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 76,53 centavos de dólar, com ganho de 1,37 centavo ou 1,82%.

 

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Sustentabilidade

Imea mantém estimativa de área da safra 2025/26 de milho em Mato Grosso de 7,39 milhões de hectares

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De acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária do mês de maio, a área de milho da safra 2025/26 em Mato Grosso seguiu projetada em 7,39 milhões de hectares. Assim, a estimativa de área de milho da atual temporada está 1,83% maior que a da safra passada. Para a produtividade, a projeção cresceu 1,82% em relação ao mês anterior, atingindo 118,73 sacas/hectare.

O melhor desempenho projetado está ligado às boas condições das lavouras, favorecidas pelas chuvas dos últimos três meses, que vêm beneficiando principalmente as áreas das regiões Médio-Norte, Noroeste e Oeste do estado. Na região Sudeste, ainda são necessários maiores volumes de chuva, especialmente nas áreas semeadas mais tardiamente, mantendo o cenário regional indefinido.

Nesse contexto, de acordo com dados da NOAA, a perspectiva indica baixos índices hídricos nas próximas semanas nessas áreas, que se encontram em estágios iniciais de desenvolvimento.

Por fim, diante da manutenção da área e do avanço na expectativa do rendimento obtido, a produção da safra 25/26 cresceu em Mato Grosso e ficou estimada em 52,66 milhões de toneladas.

Exportações

A exportação de milho da safra 2024/25 de milho de Mato Grosso foi projetada em 25,00 milhões de toneladas, avanço de 5,04% em relação à safra 2023/24. No entanto, na mesma revisão de maio/26, o Imea reduziu a estimativa em 3,85% frente ao relatório anterior, refletindo a menor expectativa para o ritmo de embarques entre abril e junho. Até o momento, o estado exportou 23,86 milhões de toneladas, restando cerca de 1,14 milhão de toneladas para o cumprimento da projeção. Isso é influenciado por fatores como a queda do dólar, menores preços do milho e questões externas, como o conflito no Irã, que impactam o volume escoado pelo Mato Grosso.

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Para a safra 2025/26, a Imea estima exportações de 25,90 milhões de toneladas, volume 3,60% superior ao projetado para a temporada anterior. No mercado interno, o consumo da safra 2024/25 está estimado em 18,42 milhões de toneladas, alta de 12,90% em relação à safra anterior, motivado pela expansão da produção de etanol de milho e pela maior demanda da indústria de ração. Para a safra 2025/26 o consumo deve somar 20,11 milhões de toneladas, avanço de 9,18% frente à safra 2023/24.

As informações partem do Imea.

Autor/Fonte: Revisão: Arno Baasch – arno@safras.com.br (Safras News)

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