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3 de agosto de 2026

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Mato Grosso dá início à colheita da segunda safra nacional de milho

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A colheita da segunda safra nacional de milho foi oficialmente aberta em Sorriso, nesta quarta-feira (18.6). O evento, que foi realizado na Fazenda Dois Irmãos, do Grupo ABF, e organizado pela Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo (Abramilho) e Canal Rural, contou com a participação do vice-governador Otaviano Pivetta e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

Durante a solenidade, o vice-governador Otaviano Pivetta destacou a evolução do setor e o protagonismo mato-grossense na produção de alimentos.

“Na virada do milênio, nosso Brasil já sinalizava ao mundo que seria um grande produtor de alimentos. Na época, o país inteiro produzia 100 milhões de toneladas. Este ano, 25 anos depois, acredito que Mato Grosso sozinho alcançará essa marca”, afirmou.

A superintendente de Agronegócio e Energia da Sedec, Camila Bez Batti, também ressaltou o papel estratégico do estado no fortalecimento da cadeia do milho.

“A Sedec atua de forma estratégica para fortalecer toda a cadeia produtiva do milho em Mato Grosso. Hoje, cerca de 30% da nossa produção já é destinada à agroindustrialização, e temos uma meta ambiciosa: dobrar esse volume até 2035. Para isso, seguimos trabalhando fortemente na concessão de incentivos fiscais, na atração de investimentos e na expansão dos mercados internacionais”, destacou.

Mato Grosso, líder nacional na produção de milho, se prepara para colher uma safra estimada em 50,38 milhões de toneladas na temporada 2024/2025. Os dados são do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) e indicam um crescimento de 3% em relação ao ciclo anterior, que somou 48,7 milhões de toneladas.

Além do volume expressivo, o desempenho da atual safra também é reflexo do aumento de área plantada e da boa produtividade. A área cultivada com milho nesta safra subiu para 7,13 milhões de hectares – um acréscimo de 4,85% em comparação com a safra passada. Já a produtividade média foi projetada em 117,74 sacas por hectare, crescimento de 1,86%. Segundo o Imea, o avanço se deve ao bom desenvolvimento das lavouras até o fim de maio, com destaque para as chuvas que favoreceram até mesmo as áreas semeadas fora da janela ideal.

Presente no evento, o presidente da Aprosoja, Lucas Beber, ressaltou o papel sustentável da agricultura mato-grossense.

“Nosso sistema de produção de soja e milho gera um saldo positivo de 1,9 tonelada de carbono retirada da atmosfera. Ou seja, além de ofertar alimento, nós também ajudamos a despoluir o meio ambiente”.

Pivetta também reforçou o compromisso ambiental do estado.

“Cada hectare que hoje ocupamos, fazemos um desfrute da terra melhor que qualquer outro país no mundo. Fazemos uma agricultura com alta produção, sem irrigação e gerando crédito de carbono”, completou.

Camila acrescentou que a busca por inovação tecnológica e boas práticas ambientais é um dos pilares que sustentam a liderança de Mato Grosso.

“O estado já é referência nacional e caminha para se consolidar como modelo internacional de produção sustentável, tecnológica e inovadora. Estamos avançando na diversificação da produção, sempre aliando desenvolvimento econômico à preservação ambiental. Trabalhamos de forma conjunta com o setor produtivo, a academia e diferentes instituições, por meio de câmaras técnicas, capacitação de produtores e agentes financeiros, além de investimentos em pesquisa e inovação”, afirmou.

O município de Sorriso, sede da abertura da colheita, é o maior produtor de milho do Brasil, conforme a Pesquisa Agrícola Municipal (PAM) do IBGE. Mato Grosso também abriga outros seis municípios entre os dez maiores produtores do país: Nova Ubiratã, Nova Mutum, Querência, Diamantino, Primavera do Leste e São Félix do Araguaia.

Também estiveram no evento o Prefeito de Sorriso Alei Fernandes, o deputado estadual Xuxu Dal Molin, a deputada federal Coronel Fernanda, o senador Marcos Rogério, o presidente do Sindicato Rural de Sorriso Diogo Damiani e o presidente da Abramilho Paulo Bertolini.

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Polícia descobre esconderijo, prende quadrilha armada e frustra plano de assassinatos

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Suspeitos tentaram correr para dentro de casa ao verem as viaturas. Inteligência da PM descobriu que grupo planejava atacar facção rival

*AÇÃO RÁPIDA*

*Polícia Militar conduz quatro faccionados e apreende armas de fogo em Sorriso*

_Suspeitos estavam reunidos para planejar homicídios contra membros de facções rivais_

Policiais militares do 3º Comando Regional prenderam dois homens, de 19 e 20 anos, e apreenderam dois adolescentes, de 15 e 16 anos, por posse irregular de arma de fogo, na madrugada deste domingo (2.8), em Sorriso. Com os suspeitos, que são membros de uma facção criminosa, foram apreendidas duas armas de fogo e munições.

As equipes policiais receberam denúncias, via setor de inteligência, sobre um grupo de faccionados que estaria reunido em uma residência fazendo o planejamento de homicídios e outros crimes contra membros de uma facção rival.

Com as informações e características do imóvel e dos suspeitos, os militares do 12º Batalhão iniciaram diligências e patrulhamento. Ao se aproximarem do local, os policiais encontraram os suspeitos reunidos na parte externa de uma casa e viram eles correrem para dentro da residência, ao identificarem as viaturas da PM.

Diante da situação, a equipe policial fez acompanhamento e entrou na casa dos criminosos, conseguindo deter todos eles no interior do imóvel. No local, foram apreendidas uma pistola de calibre .9mm e um revólver de calibre 38, além de munições para as armas.

Os policiais também identificaram que os suspeitos faziam chamada de vídeo com outros membros da facção. Questionada pela PM, a quadrilha confirmou que estava aguardando instruções para se deslocarem a um endereço onde ocorreria a execução de dois homens membros de uma facção rival.

Com o flagrante, os quatro suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia de Sorriso para registro da ocorrência e demais providências.

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Bombeiros prendem homem em flagrante por provocar incêndio em vegetação em Santo Antônio de Leverger

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Suspeito foi flagrado ateando fogo em área urbana durante atendimento da ocorrência e encaminhado à Central de Flagrantes de Cuiabá

 

Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) deu voz de prisão em flagrante a um homem suspeito de provocar um incêndio criminoso em uma área de vegetação no bairro Jardim Santo Antônio, em Santo Antônio de Leverger (a 35 km de Cuiabá), na tarde de sábado (1º.8).

Militares do 1º Batalhão de Bombeiros Militar (1º BBM), com sede no município, foram acionados por volta das 16h55 para atender uma ocorrência de incêndio em vegetação de grandes proporções. Durante o deslocamento até o local, a equipe flagrou o suspeito ateando fogo na área.

O homem foi abordado pelos bombeiros, que deram voz de prisão em flagrante pelo crime de causar incêndio. A prática de atear fogo em vegetação em áreas urbanas é proibida durante todo o ano e pode configurar crime ambiental, conforme previsto na legislação vigente.

Após a prisão, os militares acionaram uma equipe da Polícia Militar para realizar a condução do suspeito e acompanhar os procedimentos legais. Ele foi encaminhado à Central de Flagrantes de Cuiabá, onde foi registrado o auto de prisão em flagrante.

Enquanto uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar acompanhava a condução do suspeito, outra equipe permaneceu no local para realizar o combate ao incêndio e o monitoramento da área atingida. Apesar da ocorrência, não houve registro de pessoas feridas.

Período proibitivo

Além da proibição do uso do fogo em áreas urbanas, está em vigor, desde 1º de julho, o período proibitivo para o uso de fogo em atividades de limpeza e manejo de áreas rurais em todo o território de Mato Grosso. A medida segue até 30 de novembro de 2026.

O uso irregular do fogo durante esse período pode configurar crime ambiental, sujeitando os responsáveis às penalidades previstas na legislação. Além de ilegal, a prática representa riscos à segurança da população, à saúde pública e ao meio ambiente, podendo contribuir para o surgimento e a propagação de incêndios florestais de grandes proporções.

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