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4 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Condições climáticas extremas e antecipação da praga reforçam a importância de estratégias integradas para proteger o potencial produtivo da safra 2026 – MAIS SOJA

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Enquanto o plantio de soja entra em sua fase final no Brasil, o cenário marcado pela irregularidade climática e pela antecipação de pragas-chave, especialmente o percevejo-marrom (Euschistus heros), preocupa os produtores brasileiros. Diante deste contexto, a combinação de temperaturas elevadas, alta pressão atmosférica e chuvas mal distribuídas exige atenção rigorosa ao manejo desde as etapas iniciais da implantação da cultura.

De acordo com Kaiê Miranda, gerente de produto da Ourofino Agrociência, esse início de safra reforça a necessidade de planejamento técnico mais criterioso: “A pressão de pragas tem se antecipado ano após ano, e as janelas de clima extremo exigem que o produtor ajuste suas estratégias com ainda mais precisão. A atenção ao manejo desde a implantação da cultura é determinante para proteger o teto produtivo da soja.”

Mesmo diante dos desafios, a soja brasileira ainda apresenta potencial produtivo entre 165 e 168 milhões de toneladas, conforme análises de mercado. No entanto, regiões do Norte, Nordeste e Sul do país permanecem sob alerta, reforçando a necessidade de estratégias integradas para proteger o desempenho da cultura.

Percevejo-marrom: ocorrência mais precoce e maiores riscos na soja

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Na safra 2023/24, o Brasil registrou infestações mais precoces e intensas de percevejo-marrom, conforme dados de instituições como Embrapa e Insecticide Resistance Action Committee (IRAC). A praga se tornou mais ativa já no início do ciclo, exigindo monitoramento constante e respostas rápidas por parte dos produtores. Além disso, o percevejo-barriga-verde (Diceraeus spp.) também ganhou destaque na última temporada, favorecido pela sucessão soja–milho, que proporciona ponte verde e acelera o crescimento populacional.

As condições climáticas recentes, especialmente períodos mais longos de estiagem e ondas de calor, intensificam ainda mais a pressão dessas pragas, sobretudo nas regiões Centro-Oeste e Sul. 

“Os danos associados ao percevejo-marrom vão muito além da perda de peso dos grãos. Sua alimentação por sucção provoca abortamento de vagens, grãos chochos e manchados, redução de qualidade e desclassificação, além de perdas que podem chegar a 30% da produtividade. O resultado é um aumento dos custos de produção, maior necessidade de aplicações e impacto direto nas margens do produtor”, pontua o especialista da Ourofino Agrociência. 

Diante desse contexto, a Ourofino Agrociência reforça seu compromisso em reimaginar a agricultura brasileira, oferecendo tecnologias tropicalizadas e ajustadas às condições únicas do país.

É preciso reforçar a importância de integrar monitoramento constante, escolha criteriosa de defensivos, além de boas práticas de manejo e atenção às fases críticas do desenvolvimento da soja.

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Sobre a Ourofino Agrociência      

A Ourofino Agrociência é uma empresa de origem brasileira, fabricante de defensivos agrícolas, com 15 anos de atuação. Sua fábrica — considerada uma das mais modernas do mundo no segmento — está localizada em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e possui capacidade de produção de 200 milhões de quilos/litros por ano. São mais de 50 mil m² de área construída, com equipamentos de última geração e ambiente automatizado. A empresa desenvolve produtos, serviços e tecnologias com base nas características do clima tropical, seguindo o propósito de reimaginar a agricultura brasileira. 

Mais informações: www.ourofinoagro.com.br      

Fonte: Assessoria de Imprensa Ourofino Agrociência



 

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Sustentabilidade

Soja despenca ao menor preço em 11 semanas em Chicago

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Os preços da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) recuam nesta quarta-feira (4), acumulando a oitava sessão consecutiva de perdas e atingindo o menor patamar em 11 semanas. O movimento é influenciado pelo avanço da colheita nos Estados Unidos, pela maior oferta global e pela competitividade da soja brasileira no mercado internacional.

Os contratos futuros com vencimento em janeiro eram negociados a US$ 12,02 por bushel na sessão eletrônica desta manhã, com desvalorização de 0,94%, equivalente a 11,50 centavos de dólar em relação ao fechamento anterior.

A proximidade do encerramento da colheita norte-americana mantém a pressão sobre as cotações, diante da ampla disponibilidade do grão. Ao mesmo tempo, o mercado acompanha a possibilidade de aumento da concorrência brasileira nas exportações, especialmente nos destinos internacionais fora da China.

Outro fator que pesa sobre os preços é o desempenho das compras chinesas, que seguem abaixo das expectativas dos operadores, mesmo após o anúncio de uma nova venda por exportadores privados.

Soja já havia fechado em queda na terça-feira

Na sessão de terça-feira (3), os contratos futuros da soja encerraram o dia em baixa, acompanhando a desvalorização do petróleo e os fundamentos de oferta e demanda.

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O contrato com vencimento em janeiro fechou cotado a US$ 12,14 por bushel, com recuo de 0,22%, equivalente a 2,75 centavos de dólar.

Já a posição março terminou o pregão a US$ 12,20 por bushel, registrando queda de 0,46%, ou 5,75 centavos de dólar.

O comportamento do mercado reflete a combinação entre o aumento da disponibilidade de soja nos Estados Unidos, a concorrência brasileira e as incertezas sobre o ritmo da demanda internacional.

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Sustentabilidade

Trigo fecha em baixa em Chicago com negociações de paz e avanço das safras no Hemisfério Sul – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (3) em baixa. O mercado foi pressionado pelas expectativas em torno das negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, que podem facilitar os embarques de grãos pelo Mar Negro, e pelo avanço das safras de trigo no Hemisfério Sul, ampliando as perspectivas de oferta global.

O Kremlin confirmou nesta terça-feira que a Rússia participará de negociações trilaterais com Ucrânia e Estados Unidos em Abu Dhabi, nos dias 10 e 11 de novembro. O encontro havia sido anunciado na segunda-feira pelo enviado norte-americano Steve Witkoff. Os esforços diplomáticos para encerrar o conflito, aliados ao aumento das exportações russas pelo Mar Báltico, reduziram as preocupações com as interrupções nos embarques pelo Mar Negro.

No cenário de oferta, a consultoria russa IKAR reduziu nesta terça-feira sua projeção para o potencial de exportação de trigo da Rússia na temporada comercial 2026/27, de 42 milhões para 39,5 milhões de toneladas. Na Ucrânia, a colheita de grãos alcançou 44,6 milhões de toneladas em 8,7 milhões de hectares até 3 de novembro, o equivalente a aproximadamente 75% da área semeada, segundo o Ministério da Agricultura do país.

Segundo a Dow Jones, a diferença entre as incertezas geopolíticas e a queda dos preços do trigo evidencia a necessidade de distinguir os riscos potenciais de oferta das condições imediatas de abastecimento. Os especialistas destacam que a Bolsa de Rosário elevou recentemente sua estimativa para a safra argentina de trigo, enquanto a colheita australiana ganha ritmo.

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Ainda de acordo com os comentários, o avanço da colheita no Hemisfério Sul e os desdobramentos no Mar Negro serão determinantes para o comportamento das cotações. A demanda pelo trigo norte-americano também dependerá, em parte, da competitividade dos preços do produto dos Estados Unidos, considerando os custos de entrega em relação aos de outras origens.

Os contratos com entrega em dezembro fecharam cotados a US$ 5,99 3/4 por bushel, com baixa de 6,75 centavos de dólar, ou 1,11%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em março encerraram a US$ 6,10 3/4 por bushel, com recuo de 8,75 centavos de dólar, ou 1,41%.

Fonte: Agência Safras



FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

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Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Complexo de fungos causadores de doenças de solo desafia produtividade do algodão – MAIS SOJA

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O Brasil é o maior exportador e o terceiro maior produtor mundial de algodão. Para que a safra brasileira continue em ascensão, é fundamental que o produtor esteja atento aos diversos desafios fitossanitários. “Em sistemas de cultivo contínuo, o acúmulo de patógenos de plantas transmitidos pelo solo, como os causadores da podridão de carvão e da podridão radicular seca, aumenta a pressão dessas doenças e compromete severamente a produtividade dessa importante cultura”, alerta Thalles Cardoso Mattoso, engenheiro agrônomo e especialista em desenvolvimento de mercado da Biotrop, empresa líder em soluções naturais e biológicas para a agricultura.

A podridão de carvão, causada por Macrophomina phaseolina, destrói os tecidos subterrâneos, provocando necrose, escurecimento e apodrecimento das raízes, o que bloqueia o fluxo de água e nutrientes para o resto da planta, entre outros danos, enquanto a podridão seca, causada pelo Fusarium solani, apodrece e resseca as raízes. Com menos raiz funcional, a planta absorve menos água e nutrientes, murcha, cresce menos e pode tombar e morrer, principalmente na germinação e emergência.

“Não podemos nos esquecer da ação devastadora do Rhizoctonia solani, um dos patógenos mais agressivos do algodão no Brasil, que provoca lesões e estrangulamento na região do colo da plântula, promovendo tombamento e morte da planta”, reforça o engenheiro agrônomo.

A saída para combater estas doenças está em realizar um rígido manejo preventivo da lavoura para proteger as plantas do algodão da ação destes e de outros fungos logo no início. “A recomendação, para estes e outros desafios que podem ocorrer na lavoura, é fazer bom planejamento pré-cultivo, com rotação de culturas, uso de cultivares resistentes e preparo do solo, além do tratamento de sementes e uso do sulco de semeadura com soluções fungicidas, nematicidas e inseticidas”, orienta Thalles Mattoso. “São em situações como estas, onde é exigido um manejo eficiente para atacar os patógenos, que os biológicos se destacam como ferramentas estratégicas.”

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Entre as soluções biológicas disponíveis no mercado, o Biomagno, bionematicida e biofungicida desenvolvido pela Biotrop, se destaca por promover amplo espectro de ação contra os fungos causadores da podridão seca, podridão de carvão e tombamento. As bactérias presentes em sua formulação protegem as raízes disputando espaço e liberando lipopeptídeos antimicrobianos, o que impede as doenças de se instalarem.

“Quando incluído no tratamento de sementes ou no sulco de plantio, Biomagno entra em contato com o sistema radicular inicial da plântula do algodão e começa a se multiplicar e a colonizar seu sistema, com efeito que perdura durante todo o ciclo da cultura”, detalha o especialista da Biotrop. “O Biomagno é a única solução biológica que contém uma cepa de Bacillus thuringiensis, cujas toxinas promovem a morte de juvenis e ovos de nematoides”, conta o profissional.

“O manejo biológico é estratégico para a proteção das plantas contra os fungos. Além de contribuir para o desenvolvimento esperado da lavoura, os biológicos têm mínimo impacto ambiental. Ao incluir biológicos no manejo, estamos falando em maior rentabilidade por hectare ao final do ciclo”, conclui Thalles Mattoso.

Sobre a Biotrop

De origem brasileira e com atuação integralmente voltada a soluções biológicas e naturais para o agronegócio, a BIOTROP é reconhecida entre as líderes do segmento. Guiada por um forte DNA de inovação, conta com Centros de pesquisa no Brasil e no exterior, além de modernos Centros Avançados de Multiplicação de Microrganismos em Curitiba (PR) e Jaguariúna (SP). Com uma ampla rede de distribuidores parceiros no Brasil e em forte expansão internacional, oferece aos agricultores de diferentes países tecnologias que impulsionam uma agricultura sustentável, produtiva e rentável. Desde 2023, integra o Grupo BioFirst, líder global em tecnologias biológicas e naturais, presente em mais de 70 países. Mais informações: clique aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa

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