Os contratos futuros da soja fecharam mistos, perto da estabilidade, nesta segunda-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), em um dia marcado por ajustes e volatilidade. Apesar do comportamento mais contido na sessão, o mês de agosto foi marcado por uma consistente valorização dos contratos, em torno de 8%.
O fraco desempenho do trigo e um movimento de realização de lucros evitaram ganhos maiores na sessão. Em contrapartida, a boa demanda pelo produto norte-americano, a alta do petróleo e a queda do dólar seguiram atuando como fatores de sustentação para as cotações.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 159.000 toneladas de soja para destinos não revelados, com disponibilização prevista para a temporada 2026/27.
As inspeções de exportação norte-americanas de soja chegaram a 250.801 toneladas na semana encerrada em 27 de agosto. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 430.079 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado havia sido de 491.966 toneladas.
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam estáveis, a US$ 12,88 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,03 1/4 por bushel, com elevação de 0,50 centavo de dólar, ou 0,03%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,60, ou 1,03%, a US$ 345,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 71,12 centavos de dólar, com ganho de 0,06 centavo, ou 0,08%.
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