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Ilde Taques diz que tem “segurança jurídica” de sua inocência em caso sobre corrupção em VG


Presidente eleito da Câmara de Cuiabá disse que analisou documentos da Operação Cathedra Venalis e está seguro sobre falta de prova contra ele

O vereador por Cuiabá Ilde Taques (PODE) diz que não teve participação na eleição da Mesa Diretora Câmara de Várzea Grande. Ilde, presidente eleito da Câmara de Cuiabá, disse que analisou documentos da Operação Cathedra Venalis e não encontrou relação dele com o suposto caso de compra de votos. 

“Após tomar conhecimento da decisão judicial [que autorizou a operação do Gaeco], portanto, com segurança jurídica, reafirmo que não tive e nem tenho qualquer ligação política, muito menos ilícita, com a Câmara de Várzea Grande”, disse. 

Ilde fez novas declarações nessa quarta-feira (21), um dia após a operação do Grupo de Atuação contra o Crime Organizado (Gaeco), que implica 13 vereadores de Várzea Grande e 2 dois de Cuiabá em suposto esquema “estruturado” de organização criminosa. 

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Ele disse que participou de um almoço com vereadores de Várzea Grande, a convite do Miguel Júnior (Cidadania), assim como o vereador por Cuiabá Alex Rodrigues (PODE) fora convidado. A confraternização teria ocorrido antes de eleição para Mesa Diretora de Várzea Grande, ocorrida em maio. 

O Gaeco investiga esse encontro como um nó da negociata, cujo principal alvo é o presidente da Câmara de Várzea Grande, vereador Wanderley Cerqueira (MDB). Ilde disse que saiu desse almoço acompanhado por Alex Rodrigues, e foi abordado pela Polícia Militar. Ele tinha R$ 40 mil no carro e conseguira comprovar a origem. 

“Saindo do almoço, fomos abordados pela Polícia Militar, e foi localizada a quantia de R$ 40 mil que eu disse pertencer comprovadamente a mim, era dinheiro de empréstimo para reforma na minha propriedade. Fomos liberados sem qualquer ação policial”, afirmou. 

A operação Cathedra Venalis, expressão para “cadeira à venda”, do latim, implica 13 dos 23 vereadores de Várzea Grande em crime de corrupção. A principal ação do suposto grupo teria sido cooptação e compra de votos para Wanderley Cerqueira permanecer no cargo de presidente. 

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agro.mt

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