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Esmagamento de soja em MT atinge recorde de 7,02 milhões de t no 1º semestre de 2026 – MAIS SOJA


O esmagamento de soja em Mato Grosso registrou novo recorde de processamento no primeiro semestre de 2026, totalizando 7,02 milhões de t, alta de 4,53% em relação ao primeiro semestre de 2025.

O resultado foi impulsionado pelo aumento na demanda para produção de biodiesel, somada à demanda externa aquecida pelos coprodutos da soja. Nesse sentido, as exportações mato-grossenses de derivados da soja apresentaram cenário positivo no período. Entre jan/26 e jun/26, o estado embarcou 4,59 milhões de t (farelo e óleo), volume 8,94% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

No que se refere às destinações, a Argélia seguiu como principal compradora do óleo de soja do estado, respondendo por 38,08% do total embarcado pelo estado, enquanto a Indonésia liderou as aquisições de farelo de soja, com participação de 24,65%. Diante da produção recorde nas últimas safras, as indústrias esmagadoras ampliaram o processamento, contribuindo para absorver parte da elevada oferta de soja.

Confira os principais destaques do boletim:
  • ALTA: sustentado pelo menor volume de negócios na entressafra, o preço da oleaginosa registrou alta de 1,72% em relação à semana passada, sendo cotado em média a R$ 110,64/sc.
  • INCREMENTO: impulsionado pela valorização dos preços do farelo e do óleo de soja, o preço da oleaginosa em Chicago avançou 0,32% no comparativo semanal.
  • AUMENTO: o indicador Prêmio Santos registrou alta de 8,86% no comparativo semanal, encerrando o período na média de ¢US$ 118,00/bu.
Exportações brasileiras de soja registram recorde no primeiro semestre de 2026 (Secex).

Com a elevada produção da safra 25/26, o escoamento da soja no Brasil somou 69,58 mi de t no 1º sem/26, volume 7,13% superior ao do 1º sem/25 e o maior da série histórica para o período.

Em MT, as exportações somaram 24,06 mi de t, 5,15% acima do mesmo período do ano anterior, representando 34,59% do total exportado pelo país. Esse cenário reflete a elevada demanda externa pelo grão. Entre os destinos, a China permaneceu como principal compradora da soja matogrossense, apesar de ter reduzido em 4,77% o volume importado em relação ao 1º sem/25.

Mesmo com a menor participação do país asiático nas compras, outros mercados ampliaram sua presença, com aumento de 42,25% das aquisições pelos outros cinco principais países importadores.

Para o 2º semestre, a expectativa é de redução dos embarques, em função da menor disponibilidade de soja no mercado, movimento típico do período.

Fonte: IMEA



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

agro.mt

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