Assessoria – A Fiagril deu início a uma nova etapa de sua estratégia de crescimento com o redesenho dos processos de faturamento que atendem às áreas de Insumos e Originação. O modelo anterior, baseado em hubs operacionais, dá lugar a um Centro de Serviços Compartilhados (CSC), uma estrutura única, padronizada e integrada, construída para responder à complexidade e à velocidade do agronegócio.
A decisão não é apenas administrativa. É estratégica. Em um setor marcado por sazonalidade intensa, desafios logísticos e janelas curtas de decisão, escala sem disciplina operacional vira custo. O CSC permite que a companhia ganhe escala mantendo controle, governança e qualidade de execução.
Três efeitos práticos orientam a mudança: padronização de processos, alocação mais inteligente de recursos e fortalecimento da governança interna. Juntos, esses ganhos sustentam o crescimento da Fiagril com a previsibilidade que o negócio exige.
A reestruturação é acompanhada de investimento consistente em tecnologia. A automação de processos foi intensificada para reduzir retrabalho, eliminar etapas manuais e liberar as equipes para atividades de maior valor analítico. A operação se torna mais fluida, com menos gargalos e mais capacidade de execução.
Nessa mesma fase, a empresa criou a área de Inteligência Artificial e Automação de Processos, dedicada a identificar oportunidades de simplificação e inovação na rotina da companhia. O propósito é converter tecnologia em resultado mensurável, em produtividade, em qualidade de informação e na experiência de clientes internos e externos.
Para Ricieri Donato Casadey, gerente Administrativo e de TI da Fiagril, a transformação prepara a empresa para o próximo ciclo de crescimento. “Mais do que centralizar atividades, estamos construindo uma operação mais integrada, com processos padronizados, maior sinergia entre áreas e mais qualidade na execução. O agronegócio exige agilidade, controle e precisão, e isso só é possível com uma estrutura preparada para sustentar esse crescimento”.
Casadey acrescenta: “A inteligência artificial e a automação não são apenas tendências, mas ferramentas concretas para elevar a produtividade, melhorar a experiência dos nossos clientes internos e externos e preparar a empresa para um novo patamar de competitividade”.
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