Após operações policiais e até pressão do STF, ALMT cria regras mais rígidas para repasse de emendas a institutos e entidades privadas
Depois do aperto do STF e de operações policiais envolvendo emendas parlamentares, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso resolveu descobrir a utilidade da transparência.
A Mesa Diretora apresentou novas regras para o repasse de recursos a institutos e entidades privadas, exigindo critérios mais rígidos, prestação de contas e rastreabilidade das verbas.
A medida vem após o desgaste causado pelas operações Suserano e Emenda Oculta, que colocaram a destinação de emendas sob os holofotes. Apenas neste ano, os deputados estaduais terão mais de R$ 660 milhões para distribuir em emendas como bem entender.
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