Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,93% ou $ 3,75 cents/bushel, a $435,50. A cotação para março fechou em alta de 1,07% ou $ 4,75 cents/bushel, a $ 449,50.
O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta quarta-feira. As cotações do cereal voltaram a subir com uma boa demanda interna. A produção de etanol atingiu um recorde histórico na semana encerrada em 31 de outubro, após subir para uma média diária de 1,123 milhão de barris por dia, de acordo com os dados mais recentes da Administração de Informação de Energia dos EUA. Os estoques de etanol aumentaram 1% na última semana.
A alta do farelo de soja deu impulso para cadeia de grãos da ração animal, grande compradora de milho.
Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta quarta-feira. As cotações da B3 fecharam praticamente estável para o milho no Brasil, com pequenos ajustes puxados por Chicago (+0,93%) e pressionados pelo dólar (-0,70%). O avanço do plantio do milho safrinha, com uma melhora no clima no centro oeste disputa a atenção com os potenciais dano das chuvas no Paraná.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 68,44, apresentando alta de R$ 0,40 no dia e alta de R$ 0,03 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 71,78, com alta de R$ 0,05 no dia e alta de R$ 0,14 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 73,15, com baixa de R$ -0,07 no dia e baixa de R$ -0,03 na semana.
O relatório semanal divulgado hoje pela Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) sobre o etanol mostra um aumento recorde na produção diária, passando de 1.091.000 para 1.123.000 barris. Esse número supera os 1.105.000 barris registrados no mesmo período em 2024. Enquanto isso, os estoques de biocombustíveis aumentaram de 22.367.000 para 22.660.000 barris, ultrapassando os 22.020.000 barris registrados um ano atrás.
As condições climáticas favoráveis para a fase final da colheita recorde do Meio-Oeste americano estão limitando novas altas, assim como a maior disposição dos produtores em vender parte de seus grãos recém-colhidos após o recente aumento nos preços do milho.
Antes da divulgação do relatório de estimativas agrícolas do USDA, a S&P Global Commodity Insights manteve sua previsão para a produtividade média do milho nos EUA em 11.643 kg/hectare, mas elevou sua estimativa para o volume recorde de produção de 2025/2026 de 424,37 para 426,81 milhões de toneladas, após aumentar a área de colheita projetada de 36,44 para 36,66 milhões de hectares. Em setembro, o USDA projetou a produtividade e a colheita em 11.718 kg/hectare e 427,11 milhões de toneladas, respectivamente.
Fonte: T&F Agroeconômica
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