Chicago: A cotação de dezembro, fechou em alta de 0,60% ou $ 2,25 cents/bushel, a $422,25. A cotação para março fechou em alta de 0,34% ou $ 1,50 cents/bushel, a $ 437,75.
O milho, negociado nas bolsas americanas, fechou em alta nesta quarta-feira. Os preços se beneficiaram de duas ondas de compras técnicas – uma no início desta manhã e outra no final da sessão – que levaram a ganhos moderados neste meio de semana. A EIA relatou um aumento na produção diária de etanol e uma redução nos estoques no comparativo semanal. Sem dados oficiais, o mercado estima a manutenção de um bom ritmo para a vendas para exportação, assim como prevê uma redução na produção final da safra, visto alguns problemas de clima e pragas na reta final. Vale ressaltar que essa redução já era esperada no relatório de setembro, onde o USDA aumentou o volume da atual safra, contrariando o mercado.
Os preços do milho estão oscilando ligeiramente em Chicago, onde a pressão persiste devido ao progresso da colheita recorde nos EUA, com tempo seco novamente em todo o cinturão de soja/milho, o que acelerará os trabalhos de campo. O desempenho positivo das exportações dos EUA continua a sustentar o mercado.
Antecipando o relatório mensal, que o USDA provavelmente não divulgará nesta quinta-feira, mas, a maioria dos traders considera viável que o volume de produção fique acima de 420 milhões de toneladas, embora, abaixo das 427,11 milhões de toneladas estimadas pelo
USDA. A média das estimativas privadas prevê um recorde de 422,80 milhões de toneladas.
Em seu relatório semanal, a Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) elevou a produção diária de etanol de 995.000 para 1.071.000 barris, número acima dos 1.038.000 barris registrados no mesmo período em 2024. Também ajustou os estoques de biocombustíveis de 22.764.000 para 22.720.000 barris, abaixo dos 22.154.000 barris registrados no ano anterior.
A Comissão Europeia elevou suas estimativas para as importações de milho da UE durante o ano comercial de 2025-26 para 18,83 milhões de toneladas, citando necessidades deficitárias em países-membros como Espanha, Holanda e Itália. No entanto, essa queda ainda representaria uma queda anual de 6,4%, caso se concretize.
Os principais contratos de milho encerraram de forma mista nesta quarta-feira. Novamente o mercado de milho no Brasil fechou com oscilações positivas e negativas para os diferentes meses, em um da de queda do dólar e alta em Chicago. Os preços do milho tanto no físico como nas cotações futuras seguem lateralizados com o produtor evitando vendas pouco vantajosas, a indústria buscando melhores preços e os grão para exportação pouco competitivo. Com isso preços continuam presos em um triangulo com pequenas variações de acordo com a necessidade mais urgente do mercado.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 66,60, apresentando alta de R$ 0,20 no dia e alta de R$ 1,09 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 68,79, com alta de R$ 0,24 no dia e alta de R$ 0,55 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 71,52, com alta de R$ 0,35 no dia e alta de R$ 0,44 na semana.
Fonte: T&F Agroeconômica
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