Com a proximidade do dia 1º de agosto, quando os Estados Unidos poderão aplicar tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros, aumentam as dúvidas sobre os impactos dessa medida no agronegócio, especialmente no setor da soja. No entanto, segundo o comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud, não há motivo para preocupação.
“A soja tem uma demanda muito grande. Não é fácil, mas temos que buscar alternativas. O que deve acontecer, se a tarifa for efetivamente aplicada, é uma redução nos prêmios nos portos”, afirmou o analista.
Daoud enfatizou que o Brasil possui vantagens competitivas que asseguram seu espaço no mercado global. “O Brasil tem qualidade, preserva o meio ambiente e, com esses atributos, fortalece sua posição. Precisamos manter a persistência para buscar novos mercados”, completou.
Para ele, o momento exige pragmatismo e visão estratégica. “É fundamental compreender a dimensão da demanda. Quem já está se preparando para a próxima safra possui uma ideia do que esperar. Assim, é possível ajustar a oferta e ficar atento às oportunidades”, disse.
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