As geadas recentes no Paraná não representam, a princípio, um risco de grandes perdas para a cultura de milho. A região não tem predominância no plantio do cereal.
A maior preocupação se volta para a região Oeste, grande produtora do grão e mais sensível a esse tipo de evento climático. Segundo o analista do Departamento de Economia Rural (Deral), Edmar Gervásio, ainda é cedo para determinar a extensão dos danos, sendo necessário aguardar de 7 a 10 dias para uma avaliação mais precisa em campo.
“Perdas são esperadas, mas o volume exato ainda é incerto”, afirmou.
Para o trigo, a perspectiva é mais positiva. Gervásio acredita que não deve haver quedas significativas nos rendimentos, pois a cultura ainda está em fase inicial de desenvolvimento, e o frio pode até mesmo ter sido benéfico.
Fonte: Sara Lane – Safras News
Divulgação CNA Os preços da soja em grão encerraram o mês de janeiro em queda…
Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso O ritmo da colheita da soja em Mato Grosso…
As questões que envolvem a cobrança de royalties da soja no Rio Grande do Sul…
No encerramento de janeiro, o Indicador do milho ESALQ/BM&FBovespa seguiu em queda e voltou a…
Mato Grosso encerrou o ano de 2025 na liderança da balança comercial brasileira, consolidando-se como…
Foto: Freepik O início de 2026 tem sido marcado por um cenário pouco animador para…