Tribunal está com trâmites e prazos suspensos por causa do impacto que a Operação Tomada de Conta causado nas atividades regulares
O ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), deu cinco dias para o Tribunal Contas do Estado (TCE-MT) informar que serão os substitutos dos conselheiros afastados por suspeita de corrupção.
O pleno está desfalcado de quatro conselheiros – o presidente Sérgio Ricardo e os titulares Guilherme Maluf, José Carlos Novelli e Alisson Alencar. Todos são investigados na Operação Tomada de Contas da Polícia Federal. Eles foram afastados do cargo por ordem do próprio ministro Og Fernandes.
Na quinta-feira (29), o vice-presidente Waldir Teis assumiu o comando do TCE-MT e suspendeu todos os trâmites e prazos por causa do impacto da operação nos trabalhos do Tribunal.
Por enquanto, cogita-se nos bastidores que os auditores Luiz Henrique Lima, Isaías Lopes da Cunha e Luiz Carlos de Azevedo Costa Pereira assumam as vagas, restando uma para ser indicada por Waldir Teis.
Os conselheiros investigados são suspeitos de ter recebido mais de R$ 49 milhões em esquema de suspensão irregular de contratos do TCE-MT e superfaturamento de contratos de agência de publicidade. A estimativa é que o negócio tenha movimentado ao menos R$ 75 milhões entre janeiro e outubro de 2025.
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