O mercado brasileiro de soja registrou negócios pontuais nesta terça-feira (27), apesar do recuo generalizado dos preços no mercado físico. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o câmbio continua exercendo forte influência sobre as cotações, enquanto a menor distância entre os valores pedidos pelos vendedores e oferecidos pelos compradores favoreceu algumas negociações.
Nos portos, foram reportadas ofertas de R$ 162,00 por saca, com pagamento em janeiro, mas sem movimentação de grandes volumes. Segundo Silveira, os negócios permaneceram bastante pontuais, em um cenário de quedas na Bolsa de Chicago e no dólar, enquanto os prêmios registraram valorização.
“O spread entre comprador e vendedor diminuiu, mas os negócios ainda são muito pontuais, sem grandes volumes”, observa o analista.
Enquanto isso, o plantio da nova safra segue avançando em bom ritmo, mantendo a atenção dos produtores concentrada nos trabalhos no campo.
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta terça-feira. Os fundos estenderam o recente movimento de liquidação de posições, pressionados pelo avanço da colheita nos Estados Unidos e pela recente queda do real frente ao dólar.
Na segunda-feira (26), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou relatório sobre a evolução da colheita das lavouras de soja. Até 25 de outubro, a colheita estava apontada em 79%, contra a média dos últimos cinco anos de 77%. Na semana anterior, em 18 de outubro, o índice era de 64%.
Mesmo com a reação registrada na segunda-feira, a recente forte desvalorização do real frente ao dólar segue sendo motivo de pressão. Com o produto brasileiro mais competitivo, os traders temem uma transferência da demanda chinesa dos Estados Unidos para o Brasil.
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 11,50 centavos de dólar, ou 0,92%, a US$ 12,29 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,43 1/4 por bushel, com retração de 0,25 centavo de dólar, ou 0,73%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 5,60, ou 1,64%, a US$ 334,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 66,61 centavos de dólar, com perda de 0,40 centavo, ou 0,59%.
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 1,14%, negociado a R$ 5,3480 para venda e a R$ 5,3460 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3067 e a máxima de R$ 5,3480.
O Brasil está trazendo de fora menos fertilizante para cada hectare que cultiva. De janeiro…
Decisão invalida três dispositivos da legislação estadual e altera critérios de licenciamento ambiental, regularização de…
A distribuição irregular das precipitações e as elevadas temperaturas têm contribuído para evidenciar os sintomas…
Dario Alves da Silva, de 53 anos, permanece internado em recuperação após o caso. A…
Força Tática da PM e PRF interceptaram caminhão e carro ‘batedor’; seis suspeitos foram presos…
As cotações da soja na Bolsa de Chicago recuaram e atingiram o menor patamar em…