Ex-governador diz que não foi perguntado por algum eleitor de que grupo político era membro para decidir se iria votar nele
O candidato ao Senado e ex-governador Mauro Mendes (União Brasil) afirmou que a fidelidade partidária não é um fator que pese significativamente na decisão do eleitor. Segundo ele, a competência dos candidatos e seus valores morais têm maior influência na escolha do voto.
A declaração foi dada nesta segunda-feira (31), durante participação no programa De Frente Com a Notícia, da TV Vila Real. Mauro comentava o apoio da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), e de outros prefeitos filiados a partidos de oposição à campanha do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
“Fidelidade partidária não é algo que importa muito ao cidadão, é o discurso. É melhor trair o partido do que trair o povo. A nossa fidelidade é à nossa esposa, à nossa família, a Deus e ao povo. Partidos políticos no Brasil não representam muita coisa na cabeça do eleitor”, afirmou.
A campanha eleitoral de 2026 em Mato Grosso tem como um de seus fatores novos uma série de casos de políticos que abandonaram as alianças de seus partidos para se alinhar a candidatos com quem mantêm maior afinidade pessoal.
O movimento tem ocorrido em diferentes legendas, como PL, União Brasil, Podemos, MDB e PSB. O candidato ao governo, senador Wellington Fagundes (PL), tem sido o mais prejudicado pelo fenômeno, em razão do número de políticos conhecidos que não aderiram à sua campanha.
Cruz Alta sediou, nesta quinta-feira (22/10), a abertura da colheita do trigo no Rio Grande…
No dia 15 de outubro, por 6 a 5 votos, os ministros dos Supremo Tribunal…
de busca e apreensão contra investigados por integrar uma rede de aliciamento e abuso sexual…
A entrada de uma nova geração de produtores no campo tem contribuído para a alta…
A presença do fenômeno El Niño, com chuvas por vários dias consecutivos, combinada com temperaturas…
Segundo a PM, funcionários foram feitos reféns e obrigados a transferir dinheiro por Pix; os…