O mercado brasileiro de soja registrou mais uma sessão de preços firmes no mercado físico, acompanhando as altas observadas durante boa parte do dia na Bolsa de Chicago. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o dólar também contribuiu com pequenos movimentos de alta, enquanto os prêmios apresentaram poucos ajustes.
No mercado físico, os compradores mantiveram ofertas firmes em busca de soja, mas os vendedores continuaram segurando o produto mesmo diante dos bons níveis de preços. “O spread está alto, com o vendedor elevando ainda mais as pedidas”, destaca Silveira.
Segundo o analista, apesar da melhora das cotações, não houve reporte de grandes volumes
negociados ao longo da sessão.
Os contratos futuros da soja fecharam com preços mais altos nesta terça-feira, na Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT), mas perto da estabilidade e abaixo das máximas do dia. Após os ganhos iniciais – determinado por uma combinação de fatores -, os participantes realizaram parte dos recentes lucros.
O mercado foi impulsionado por mais um dia de elevação do petróleo. Mas perto do fechamento de Chicago, a alta do barril também reduziu, O conflito no Oriente Médio segue gerando preocupação.
A boa demanda chinesa pelo produto americano, a piora nas condições das lavouras e os primeiros números da Crop Tour da Pro Farmer ajudaram a sustentar as cotações na maior parte do dia.
Na Dakota do Sul, a contagem de vagens ficou em 945,98 em uma área de três pés por três pés. A média do estado nos últimos três anos ficou em 1.075,78. No ano passado, a contagem foi de 1.188,45.
Situação semelhante foi observada em Ohio. A contagem de vagens da soja chega a 1.197,25 em uma área de três pés por três pés, ante 1.256,71 de média dos últimos três anos. No ano passado, o Crop Tour estimou a contagem de vagens em 1.287,28 em uma área de três pés por três pés.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 136.000 toneladas de soja à China, que serão entregues na temporada 2026/27.
Ainda segundo o USDA, até 16 de agosto, 61% estavam entre boas e excelentes condições, 29% em situação regular e 10% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior (9 de agosto), os índices eram de 62%, 28% e 10%, respectivamente.
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 0,75 centavo de dólar, ou 0,06%, a US$ 12,16 3/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,31 1/2 por bushel, com elevação de 0,50 centavo de dólar ou 0,04%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 0,10 ou 0,03% a US$ 318,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 69,93 centavos de dólar, com perda de 1,19 centavo ou 1,68%.
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,43%, sendo negociado a R$ 5,2217 para venda e a R$ 5,2197 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1902 e a máxima de R$ 5,2217.
O post Mercado da soja ganha sustentação com alta em Chicago e dólar firme apareceu primeiro em Canal Rural.
Deputado se reuniu nesta segunda-feira (17) com técnicos da Secretaria de Habitação de Cuiabá. Processo…
O mercado internacional de milho ganhou um novo fator de sustentação com a divulgação do…
Mais de 60 famílias participam da feira semanal, que reúne alimentos do campo, artesanato e…
Suspeito transportava carga milionária de skunk e cocaína na região de Nova Olímpia. Ação da…
Foto: Joseani Antunes/Embrapa A ocorrência do El Niño durante a safra 26/27 deve exigir atenção…
Oportunidades contemplam Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Primavera do Leste e outras regiões, incluindo postos exclusivos…