A colheita de café começou a ganhar ritmo nas principais regiões produtoras do Brasil neste início de junho, após um avanço mais lento até a segunda quinzena de maio. Segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as chuvas frequentes e a maturação irregular dos grãos vinham dificultando os trabalhos no campo.
Com o retorno do tempo mais seco neste começo de mês, produtores conseguiram acelerar a colheita. De acordo com o Cepea, mesmo com as temperaturas mais baixas, as condições climáticas recentes favoreceram tanto o amadurecimento dos frutos quanto o rendimento das operações nas lavouras.
Apesar da melhora no ritmo da safra, produtores demonstram preocupação com a peneira do café colhido até agora. Segundo o Centro de Pesquisas, o tamanho dos grãos estaria abaixo do registrado na safra passada, principalmente nas regiões do Sul de Minas Gerais e da Mogiana Paulista.
Ainda assim, pesquisadores ressaltam que é cedo para uma avaliação definitiva da qualidade da safra, já que pouco volume foi beneficiado até o momento e a colheita ainda está em fase inicial.
O Cepea também aponta que muitos produtores têm aproveitado o início da colheita para negociar os primeiros lotes disponíveis. O movimento ocorre tanto pela necessidade de reforçar o caixa quanto pela tentativa de aproveitar os atuais patamares de preços do café.
A expectativa é que esse cenário mantenha o ritmo de comercialização aquecido nas próximas semanas, mesmo diante das incertezas sobre o desempenho final da safra.
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