Arnaldo Alves de Souza respondia a processo por integrar organização criminosa que fraude documentos de posse de terra em Mato Grosso
O ex-secretário de Estado, Arnaldo Alves de Souza Neto, foi inocentado da acusação de integrar uma organização criminosa para desvio de dinheiro público. O Tribunal de Justiça informou que o processo contra ele venceu (prescrição), por isso o caso foi extinto.
A Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça publicou o acórdão sobre a decisão na quinta-feira (4). O ex-governador Silval Barbosa e o ex-presidente do Intermat (Instsituto de Terra de Mato Grosso), Afonso Dalberto, foram condenados no mesmo caso.
Eles eram investigados pelo desvio de R$ 7 milhões dos cofres públicos. O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) descobriu na Operação Seven, deflagrada em 2016, que agentes públicos superfaturaram e depois venderam uma área de 721 hectares, na região do Lago do Manso.
A área já pertencia ao Estado, mas foi comprado como propriedade particular do médico Filinto Corrêa da Costa. O crime consistiu na fraude de documentos para identificar a área como propriedade particular e depois o pagamento de R$ 7 milhões por ela.
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