O mercado brasileiro de soja teve uma sessão de pouca movimentação nesta quinta-feira (21), marcada por preços mistos e baixa liquidez nas negociações. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o dia foi de atuação limitada dos compradores e vendedores, sem registro de volumes expressivos comercializados.
As negociações no mercado interno ocorreram apenas de forma pontual, enquanto nos portos o fluxo também foi moderado. A liquidez já está concentrada nos embarques programados para junho, já que a janela de negócios para maio praticamente se encerrou.
No cenário externo, a Bolsa de Chicago operou próxima da estabilidade, com leve queda nos contratos futuros da soja. O dólar e os prêmios de exportação também oscilaram pouco ao longo do dia, contribuindo para um comportamento lateralizado do mercado brasileiro.
Além do bom desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, que reforça a expectativa de uma safra cheia, os investidores acompanham as discussões envolvendo um possível acordo entre Estados Unidos e Irã, além da expectativa por detalhes do acordo comercial entre americanos e chineses para compra de produtos agrícolas.
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado foi pressionado pelo bom desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, encaminhando uma safra cheia. Às vésperas do final de semana prolongado – segunda é feriado local -, os participantes também optaram por posicionar suas carteiras.
Além do clima, dois pontos motivam incertezas entre os agentes. O primeiro deles é a questão
envolvendo um possível acordo para o fim do conflito no Oriente Médio, entre Estados Unidos e Irã. Perto do fechamento da sessão de hoje, a informação que dominava o noticiário era de que os dois países haviam chegado a um acordo preliminar, o que fez o petróleo mudar de direção e passar a recuar.
O mercado aguarda ainda dados mais detalhados sobre o acordo fechado no início da semana entre os governos norte-americano e chinês para a compra de produtos agrícolas dos Estados Unidos pelo país asiático.
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 5,50 centavos de dólar, ou 0,45%, a US$ 11,94 1/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,93 1/2 por bushel, com retração de 5,75 centavos de dólar ou 0,47%.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 2,50 ou 0,75% a US$ 328,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 73,87 centavos de dólar, com perda de 0,79 centavo ou 1,05%.
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,04%, sendo negociado a R$ 5,0006 para venda e a R$ 4,9986 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9827 e a máxima de R$ 5,0192.
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