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MT: Algodão entra em fase crítica e bicudo preocupa produtores no Brasil – MAIS SOJA


A Conab divulgou o acompanhamento da fenologia do algodão no Brasil. Assim, até 21 de mar/26, as lavouras se encontravam com 18,10% das áreas em fase vegetativa, 53,90% em floração e 28,00% em formação de maçãs. Nesse período, a tendência é de que a cultura fique mais suscetível à incidência de pragas, entre elas, a principal é o bicudo-do-algodoeiro.

Especificamente em Mato Grosso, conforme o relatório divulgado pelo Instituto Matogrossense do Algodão (Ima-MT), no início do ciclo da cultura, os indicadores de monitoramento registraram alta incidência do inseto no período pré-safra. Como consequência, a infestação pode provocar a queda de botões e maçãs, além de reduzir a qualidade da fibra. Diante desse cenário, o manejo adequado, aliado a condições climáticas favoráveis, são essenciais para o bom desempenho da cultura.

Confira os principais destaques do boletim:

  • VALORIZAÇÃO: o preço do algodão na bolsa de NY, contrato dez/26, teve elevação de 0,88% frente à semana anterior, ficando cotado na média de ¢ US$ 72,88/lp.
  • BAIXA: o dólar compra Ptax apresentou queda de 0,06% em relação à semana passada, sendo cotado na média de R$ 5,24/US$.
  • ALTA: o preço pluma Imea valorizou 1,18% em relação à semana passada, sendo cotado na média de R$ 113,56/@, acompanhando os preços externos do algodão.
A alta do dólar e a valorização do algodão na bolsa de NY elevaram as paridades de exportação em Mato Grosso.

Na última quinzena (10/03 a 27/03), as paridades de jul/26 e dez/26 apresentaram aumento em relação à quinzena anterior (17/02 a 09/03). Assim, o contrato de jul/26 ficou precificado na média de R$ 119,88/@ no período analisado, alta de 4,18% no comparativo quinzenal. Já para dez/26, no mesmo comparativo, houve incremento de 4,82%, ficando na média de R$ 128,94/@. Esse contexto esteve atrelado à valorização das cotações do algodão na bolsa de Nova York, com o aquecimento da demanda internacional contribuindo
para sustentar a firmeza dos preços.

Somada a isso, a elevação do dólar também contribuiu para o suporte das paridades, associada à guerra no Oriente Médio e aos ajustes nas taxas de juros brasileiras. Por fim, além das questões citadas, as próximas semanas serão marcadas pelo início da semeadura do algodão nos EUA, o que poderá trazer novas dinâmicas para o comportamento dos preços da pluma.

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Fonte: IMEA



 

FONTE

Autor:IMEA

Site: IMEA

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