O mercado brasileiro de soja teve um dia praticamente zerado de negócios, com novas quedas nos preços, pressionadas pelo desempenho negativo da Bolsa de Chicago. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os prêmios não apresentaram reação, o que manteve o viés baixista das cotações ao longo do dia.
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De acordo com Silveira, o dólar registrou apenas pequenas oscilações, fazendo com que a formação dos preços ficasse novamente concentrada no movimento da CBOT. Diante desse cenário, o produtor permaneceu afastado do mercado, avaliando as ofertas como muito distantes entre compradores e vendedores. O mercado seguiu travado, sem registro de negócios firmes tanto nos portos quanto no segmento industrial.
No mercado físico brasileiro, os preços da soja recuaram nas principais praças acompanhadas, refletindo o ambiente de cautela e a falta de estímulos para a comercialização.
Na Bolsa de Mercadorias de Chicago, os contratos futuros da soja encerraram o pregão em baixa, pressionados pelos números considerados baixistas do relatório de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O órgão indicou safra e estoques finais americanos acima do esperado, além de elevar a estimativa para a produção brasileira e reduzir a projeção para as exportações dos Estados Unidos.
O clima favorável às lavouras no Brasil reforça a expectativa de ampla oferta sul-americana, o que tende a reduzir a competitividade da soja americana no mercado internacional. A colheita brasileira está em fase inicial, mas as primeiras indicações apontam para boa produtividade, contribuindo para o movimento negativo em Chicago.
Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com queda de 10,25 centavos de dólar, ou 0,97%, a US$ 10,38 3/4 por bushel. A posição maio encerrou a US$ 10,52 por bushel, com recuo de 9,75 centavos de dólar, ou 0,91%.
Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 6,70 ou 2,24% a US$ 291,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 51,20 centavos de dólar, com ganho de 0,93 centavo ou 1,85%.
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,05%, sendo negociado a R$ 5,3748 para venda e a R$ 5,3728 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3640 e a máxima de R$ 5,3940. O post Dia travado para a soja: saiba se alguma região apresentou alta nas cotações do dia apareceu primeiro em Canal Rural.
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