O mercado brasileiro de soja segue travado nesta segunda-feira (5), sem movimentação consistente de lotes e com preços majoritariamente nominais. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ambiente continua marcado por baixa liquidez e pouca disposição para novos negócios.
Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link!
De acordo com ele, o mercado atravessa um momento de transição nas cotações. Ainda há regiões com referências da safra velha, especialmente no Paraná e no Rio Grande do Sul, enquanto nos portos os preços começam a buscar paridade com a safra nova, que passa a ser tratada como safra atual. A expectativa é de que, com o avanço mais consistente da colheita e maior disponibilidade de produto, ocorra uma inversão completa das referências.
Apesar da alta registrada na Bolsa de Chicago e de momentos de valorização do dólar ao longo do dia, os preços internos seguem pressionados. O analista destaca que a queda recente das cotações tem afastado o produtor, que evita negociar diante de ofertas consideradas muito abaixo do esperado. Com isso, o mercado permanece fraco em volume de negócios e com baixa participação dos agentes.
Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira (5) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após cinco sessões consecutivas de perdas, o mercado apresentou recuperação técnica, impulsionada por compras de barganha e reposicionamento de carteiras por parte dos investidores.
O cenário fundamental, no entanto, segue negativo, diante da expectativa de ampla oferta global. A safra sul-americana se desenvolve de forma satisfatória, indicando produção cheia. Pelo lado da demanda, o mercado segue atento ao ritmo das compras chinesas de soja dos Estados Unidos, sem novidades relevantes no início da semana.
As inspeções de exportação norte-americanas de soja somaram 980.518 toneladas na semana encerrada em 1º de janeiro, conforme relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, o volume havia sido de 773.600 toneladas.
Já as exportações líquidas da temporada 2025/26 totalizaram 1,177 milhão de toneladas, enquanto para a safra 2026/27 ficaram em 66,4 mil toneladas.
Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com alta de 16,25 centavos de dólar, ou 1,55%, a US$ 10,62 por bushel. A posição maio encerrou o dia cotada a US$ 10,74 1/4 por bushel, com valorização de 15,75 centavos, ou 1,48%.
Entre os subprodutos, o farelo de soja para março subiu US$ 3,90, ou 1,31%, a US$ 299,90 por tonelada. O óleo de soja, com vencimento em março, fechou a 49,87 centavos de dólar, com ganho de 0,57 centavo, ou 1,15%.
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,28%, cotado a R$ 5,4045 para venda e R$ 5,4025 para compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3950 e a máxima de R$ 5,4525.
O post Como ficaram as cotações de soja? Saiba os números no Brasil e em Chicago apareceu primeiro em Canal Rural.
O quarto mandato de Luiz Inácio Lula da Silva deve seguir os mesmos moldes de…
A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT) registrou uma ocorrência de tentativa de entrada de…
Ação do 11º NBM utilizou dois mil litros de água para conter as chamas e…
Os preços recebidos pelos produtores rurais do Rio Grande do Sul registraram um salto expressivo…
A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) divulgou, nesta segunda-feira (26.10), a…
Equipamentos de proteção nível III-A e armamentos de calibre 12 vão reequipar unidades prisionais e…