A <a href="http://<iframe width="934" height="526" src="https://www.youtube.com/embed/OD8u7sb7Qm0?list=PL8fRHJSOpctgTM-pNV-GjORGCkd7Xlkzp" title="Possível retorno do El Niño acende alerta para a próxima safra de soja – Ep. 44" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen>Expedição Soja Brasil está na estrada em Mato Grosso do Sul e visitou, em Maracaju (MS), Daniel Franco, sojicultor que tem conseguido bons resultados com a correção de solo. O trabalho de base, focado na estrutura da terra, é um processo contínuo que envolve técnica e paciência. “Isso vem sendo trabalhado há bastante tempo, juntamente com a matéria orgânica do solo. Isso inclui a rotação de culturas e cobertura de solo”, pontua o produtor.
Daniel organiza sua produção de forma muito estratégica. No verão, a aposta total é na soja. Já no inverno, ele dedica 70% da área ao milho segunda safra e 30% à engorda de novilhas, mantendo o sistema produtivo o ano todo.
Antes de alcançar esse equilíbrio, Daniel enfrentava os típicos desafios do Cerrado: acidez elevada e a presença de alumínio, um elemento tóxico para as raízes que limitava severamente o desenvolvimento da soja. A mudança exigiu um olhar para o passado e para o futuro.
“A propriedade está sob gestão da família há mais de 40 anos, o que permitiu um processo contínuo de estruturação. O foco principal tem sido o investimento em corretivos, como calcário e gesso, visando a recomposição de macronutrientes essenciais como fósforo, potássio, nitrogênio, cálcio, magnésio e enxofre”, explica Daniel Franco.
Para Daniel Franco, a fertilidade transcende a aplicação de fórmulas químicas; ela depende fundamentalmente da vitalidade do ecossistema. “Este manejo é desenvolvido de forma persistente, associando o incremento da matéria orgânica à rotação de culturas e à manutenção da cobertura vegetal. O foco na melhoria da atividade biológica tem sido o nosso diferencial e o principal ganho acumulado ao longo desses anos”, ressalta o produtor.
A propriedade fica em Maracaju, município que lidera a produção de soja no estado segundo o Siga MS. Na região, os solos são variados: desde texturas argilosas e ácidas até solos arenosos profundos, porém pobres em nutrientes e carbono orgânico.
Diante da diversidade de solos em Maracaju, Daniel destaca o papel estratégico do calcário e do gesso como condicionadores de perfil. “Estes insumos têm a capacidade de otimizar o subsolo, permitindo que as raízes se expandam e aproveitem a umidade em camadas mais profundas. Eles atuam na neutralização de elementos fitotóxicos e na disponibilização de nutrientes essenciais ao desenvolvimento radicular, como o cálcio e o magnésio”, explica.
Além desses elementos, o produtor reforça a necessidade de suprir a carência de enxofre e demais micronutrientes para que a planta expresse seu máximo potencial genético. Para Daniel, o sucesso da safra está diretamente ligado à eficiência da adubação e do condicionamento físico da terra. “Uma fertilidade eficiente reside na capacidade de suprir plenamente as exigências nutricionais das culturas, disponibilizando exatamente o que a planta necessita para alcançar altos patamares de produtividade”, conclui.
O post Da acidez à performance: como sojicultor garante produtividade através da construção do solo apareceu primeiro em Canal Rural.
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