Chicago: A cotação de dezembro, fechou em baixa de -0,06% ou $ -0,25 cents/bushel, a $423,50. A cotação para março fechou em alta de 0,40% ou $ 1,75 cents/bushel, a $438,50.
O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta terça-feira. A leve alta, acompanhado os demais grãos, ainda está respaldada pela demanda. Com a divulgação das vendas até a
primeira semana de outubro, o USDA informou que os compromissos de vendas para exportação estão 55% maiores que no ano anterior.
A principal notícia é o forte atraso nas exportações da Ucrânia, que caíram 55,30% em relação ao ano passado devido a ataques russos, problemas logísticos e alto teor de umidade. Em sintonia, as importações de milho da UE caíram 21,15%, com a Ucrânia fornecendo um volume menor do que no ano passado. Brasil e EUA foram os dois principais fornecedores com 2,88 e 1,84 milhões de toneladas, respectivamente, em comparação com 1,48 e 1,29 milhões de toneladas importadas no mesmo período de 2024.
Os principais contratos de milho encerram em alta nesta terça-feira. A B3 fechou em alta, superando percentualmente os ganhos de Chicago e passando por cima da queda do dólar. A exportação, com novos mercados abertos, está puxando os preços do cereal no mercado interno.
Após o atraso no começo, o milho ganhou tração nos portos brasileiros. Segundo a Comissão Europeia, o Brasil aumentou em 94% as exportações de milho para o bloco, apesar da redução das compras pelo continente. Segundo o Cepea “os embarques brasileiros estão mais intensos em novembro – segundo a Secex, a média diária de embarques está 7,6% acima da de novembro/24.
Com isso, em 10 dias úteis de novembro, foram embarcadas 2,67 milhões de toneladas de milho. Caso o atual ritmo seja mantido até o encerramento deste mês, as exportações brasileiras de milho podem somar 5 milhões de toneladas.” África e Asia são os destaques de destinos.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia: o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 71,96, com alta de R$ 0,70 no dia e alta de R$ 0,69 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 73,72, com alta de R$ 0,76 no dia e alta de R$ 1,35 na semana. O vencimento de maio/26 foi de R$ 73,18, apresentando alta de R$ 0,78 no dia e alta de R$ 1,43 na semana.
Em sua atualização dos relatórios semanais de exportação dos EUA, o USDA informou hoje que as vendas de milho na semana de 3 a 9 de outubro totalizaram 1.326.600 toneladas, ficando dentro da ampla faixa estimada por analistas privados, que era de 900.000 a 2.500.000 toneladas. Confirmando o ritmo acelerado das exportações mencionado anteriormente, até o momento, no ciclo 2025/2026, as vendas atingiram 30,74 milhões de toneladas, representando um aumento de 55% em relação ao mesmo período de 2024.
Ontem, em seu último relatório semanal de safras para 2025, o USDA informou que a colheita de milho está 96% concluída, em comparação com 91% na semana anterior; 100% no mesmo período de 2024; e a média de cinco anos de 97%.
A Reuters informa que um navio está a caminho do Golfo dos EUA para carregar sorgo com destino à China, e há rumores adicionais de que a China pode ter comprado um ou dois carregamentos ontem.
No Brasil, a Conab informou ontem que o plantio da primeira safra de milho está 59,3% concluído, em comparação com 52,6% na semana passada; 58,7% no mesmo período de 2024; e a média de cinco anos de 58,7%.
Fonte: T&F Agroeconômica
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