O mercado físico do boi gordo segue sustentado pela restrição de oferta, com negociações pontuais acima da referência média em diversas praças do país. Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, esse cenário tem sido o principal fator de suporte aos preços ao longo de março.
Os frigoríficos continuam enfrentando dificuldades para alongar as escalas de abate, que atendem, em média, entre cinco e sete dias úteis, indicando oferta enxuta de animais terminados. Além disso, o mercado apresenta volatilidade, influenciado por fatores externos como o conflito no Oriente Médio, a alta dos combustíveis e o avanço da cota chinesa, que impactam os contratos futuros do boi gordo na B3.
Os preços nas principais praças:
No mercado atacadista, os preços permaneceram estáveis ao longo do dia. O consumo interno ainda apresenta limitações para absorver novos reajustes da carne bovina, diante da maior competitividade de proteínas concorrentes. Mesmo assim, os preços seguem próximos das máximas históricas. O quarto dianteiro é cotado a R$ 20,50/kg, o quarto traseiro a R$ 27,00/kg e a ponta de agulha também a R$ 20,50/kg.
No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,72%, cotado a R$ 5,24, após oscilar entre R$ 5,18 e R$ 5,24 ao longo do dia.
O post Boi gordo mantém preços firmes com oferta restrita apareceu primeiro em Canal Rural.
Ação integrada com a Polícia de Proteção Ambiental identificou transporte irregular de espécies protegidas por…
Após 26 anos dominando os canaviais, linha histórica do trator BH dá lugar a tratores…
O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o…
O estado de Mato Grosso apresenta elevado potencial para o reflorestamento e redução da pressão…
Vítima de 32 anos conseguiu fugir e buscar socorro na UPA; três filhos do casal…
Animal estava enrolado na parte inferior da máquina de lavar; militares precisaram de equipamentos específicos…